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Ela alcançou seu objetivoDespertai! — 1988 | 22 de janeiro
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Quando eu tinha 10 anos, participei no ministério por tempo integral, durante as férias escolares de julho, embora não fosse ainda batizada. Isto envolveu um pequeno sacrifício de minha parte, visto que tive de deixar de ir para a praia. Jamais me arrependi disso, porém, visto que a felicidade que senti no fim daquele mês foi indescritível.
Fui batizada em junho, quando tinha 12 anos e meio. No verão setentrional daquele ano, participei de novo do ministério de tempo integral, e, mais tarde, com o auxílio de um bom programa de atividades, pude também tirar o máximo proveito das férias de Natal. Fiz isto porque, no início do ano letivo, eu fixei para mim mesma um objetivo. Eu tinha feito minha decisão, e tinha-a mencionado a Jeová em oração, de que eu terminaria o ano escolar com mérito, obteria meu diploma de terceiro ano da escola secundária e entraria no ministério de tempo integral.
Desde o momento em que fiz esta decisão, passei a ter problemas. Visto que eu dominava bem certas matérias, os professores me pressionaram para prosseguir os estudos. A tentação era enorme, porque eu gostava da escola, mas eu não havia esquecido o meu alvo, e a promessa que tinha feito a Jeová.
Quando começaram a correr as notícias, entre os professores, de que eu não iria prosseguir meus estudos, a pressão aumentou, mesma da parte de um professor que jamais demonstrara gostar de mim. Para me manter do lado seguro, eu entreguei aos anciãos da minha congregação, com nove meses de antecedência, uma petição para o ministério de tempo integral. A pressão na escola não diminuiu, mas, por volta desta época, eu simplesmente não dava ouvidos. Minha determinação também me ajudou a vencer a pressão por parte de meus colegas de turma.
Terminei por fim o curso em junho, e, em julho, comecei a servir como ministra pioneira auxiliar de tempo integral. Obtive muitas bênçãos, mas, então surgiu outro problema. Surgiram alguns empregos na fábrica em que meu pai trabalhava, e ele queria que eu fosse trabalhar junto com ele por todo o tempo. Eu simplesmente não sabia como agir, mas Jeová me ajudou. Eu ainda não tinha 14 anos, de modo que eles não me podiam empregar.
Daí, em agosto, papai disse: “Em outubro você irá trabalhar comigo.” Se eu fosse trabalhar naquela fábrica, não disporia de suficiente tempo para o ministério de tempo integral, e, tendo de trabalhar em turnos, eu também perderia algumas reuniões. Eu levei o assunto a Jeová em oração.
A resposta de Jeová não demorou muito — quase que de imediato eu encontrei um serviço de tempo parcial! E assim, felizmente, em 1.°de setembro de 1987, iniciei o ministério regular de tempo integral. Sinto-me tão feliz que não consigo achar palavras para descrever minha alegria. Sinto Jeová perto de mim, e oro para que ele continue a abençoar meus esforços. — Contribuído.
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Carta de uma estudante de 14 anosDespertai! — 1988 | 22 de janeiro
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Carta de uma estudante de 14 anos
Em 14 de fevereiro, data em que o mundo reconhece como Dia de São Valentim [ou, Dia dos Namorados], meu professor da classe adiantada de inglês solicitou a seus estudantes que fizessem alguns cartões de São Valentim. Não consegui convencê-lo a me deixar fazer outra coisa, de modo que escrevi o seguinte poema [em tradução livre]:
Os que conhecem a Deus,
muitos lhe diriam,
O Dia de São Valentim
eles não celebrariam.
Onde se originou?
Foi do mito de Cupido,
Antigo deus falso
dos gregos, já sumido.
Por este cartão poético,
eu digo, meu amigo,
O Dia de São Valentim
nada tem a ver comigo.
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