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  • Fisicamente mais fraca, espiritualmente mais forte
    A Sentinela — 1963 | 15 de novembro
    • Fisicamente Mais Fraca, Espiritualmente Mais Forte

      CERTA testemunha de Jeová na Alemanha Ocidental relata o seguinte: “Saí para fazer revisitas, mas logo me senti tão fraca que tive de voltar. Há muito que sofria duma espécie de esclerose. Voltei para casa e, desde então, desde 1958, raras vêzes saio do apartamento.

      “Pela benignidade imerecida de Jeová, ainda pude dirigir dois estudos bíblicos. As pessoas com as quais eu estudava, vinham em casa. Assim eu podia alcançar uma média de quinze horas por mês. Achava que tudo ia bem, mas estava enganada.

      “A minha saúde continuava piorando. Caí várias vezes no meu apartamento, ficando cada vez mais inválida. Foi daí em, diante que comecei a apreciar mais e mais o amor dos irmãos cristãos. Certa irmã, embora tivesse família para cuidar, arranjava tempo para me levar no carro a diversos médicos, que recomendaram vários tipos de tratamento, nenhum dos quais valeu muito. Certo dia telefonei a uma irmã mais idosa e perguntei se ela conhecia uma enfermeira que pudesse cuidar de mim, visto que eu não podia locomover-me de uma sala para outra. O marido desta irmã tinha pregado braçadeiras nos batentes das portas do apartamento, e isto me ajudou muito, porque eu podia usá-las qual apoio ao passo que ia de uma sala para a outra. Mas então, até mesmo estas não davam mais. Ela me disse que chama-se um irmão que conhecia uma enfermeira testemunha de Jeová. Telefonei-lhe, e na manhã seguinte esta irmã veio e desde então cuida de mim mui altruistamente.

      “A minha saúde continuou piorando e fiquei quase completamente paralítica. Confrontei-me com nova situação. Não mais podendo escrever e dificilmente falar, comecei a pensar em como poderia dar testemunho. Achei que podia ditar cartas dirigidas às pessoas que perdiam um ente querido na morte. Depois de ter pensado num bom testemunho, fiz arranjos para uma irmã da congregação vir e escrever o que eu ditasse. Desde então, ela faz isto regularmente.

      “Em 1961 piorei de repente e quase morri. Mas Jeová me dera muitas coisas que precisavam ser feitas. Tive o privilégio de receber uma designação especial de serviço do escritório-filial — algo que pude fazer, apesar das enfermidades. E também havia cartas para escrever, bem como os dois estudos bíblicos domiciliares para dirigir. Tornou-se evidente que embora alguém possa ficar cada vez mais fraco fisicamente, a sua saúde espiritual pode melhorar simultâneamente.

      “Mantenho contato com a congregação por intermédio de gravações. Tôda semana um irmão grava a escola do ministério teocrático e a reunião de serviço e assim eu ouço tudo, inclusive os comentários concludentes do servo de congregação e as cartas da Sociedade que são lidas à congregação. De cinco em cinco semanas, um dos servos da congregação me traz a fôlha da revisão escrita e eu respondo oralmente às perguntas, o melhor que posso. Aprecio agora as publicações da Sociedade muito mais do que antes. Leio as revistas A Sentinela e Despertai! de capa a capa e então espero impacientemente os próximos números. Como parece custar chegarem as novas edições!

      “Embora amiúde tenha dores, faço esfôrço para não deixar que os meus problemas me dominem. Tenho tantas coisas em que me ocupar que quase não tenho tempo de pensar nêles. Não devo esquecer de mencionar que uma pessoa de boa vontade com quem estudei no apartamento foi batizada na assembléia de 1961 em Hamburgo. Também o homem que vinha de uma hora de carro para receber estudo bíblico escreveu que planeja ser batizado. Portanto estou muito alegre, não sòmente por ser regular no testemunho, mas também porque a ajuda dos irmãos e irmãs me tornou possível crescer espiritualmente, embora eu esteja fisicamente mais fraca.’

  • Um salva-vidas — Antilhas Holandesas
    A Sentinela — 1963 | 15 de novembro
    • Um Salva-Vidas — Antilhas Holandesas

      Ao procurar de carro um ex-assinante numa estrada de terra perto de Ponto Oriental, dois pioneiros encontraram-se com uma senhora que corria com uma criança nos braços. Os pioneiros viram que algo não ia bem e, perguntando, descobriram que a criança tivera um espasmo e achavam que morria. A senhora procurava alguém que a levasse ao médico. Os pioneiros levaram-na ao médico mais perto, distante a vários quilômetros. Ao chegar lá, a criança recobrou os sentidos. O médico disse que ela estava bem mal. A família da criança estava certa de que os pioneiros lhe salvaram a vida e não sabia como lhes agradecer. Espalhou-se a notícia de que as testemunhas de Jeová são boas pessoas; salvaram a vida duma criança. O serviço de pioneiro é deveras um salva-vidas em mais de um sentido. — Anuário das Testemunhas de Jeová de 1963, em inglês.

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