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Por que Deus decretou o extermínio dos CananeusA Sentinela — 1969 | 15 de abril
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produzido, se tivesse sido executado fielmente. — Núm. 33:55, 56; Sal. 106:34-43.
Jeová Deus, por meio de sua execução dos exércitos egípcios no Mar Vermelho, da derrubada ardente das cidades de Sodoma e Gomorra e do seu decretado extermínio dos habitantes iníquos de Canaã, revela que não tolerará indefinidamente a iniqüidade. Portanto, quão felizes podemos ser de que ele, muito em breve, mediante seu principal executor, Jesus Cristo, destruirá este sistema iníquo de coisas e introduzirá uma nova ordem de justiça! — 2 Tes. 1:6-9; Rev. 19:11-21; 2 Ped. 3:13.
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Cartas — não antiquadasA Sentinela — 1969 | 15 de abril
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Cartas — não antiquadas
Os cristãos estão bem apercebidos de que cartas desempenharam um papel importante no desenvolvimento e na divulgação da sua fé. Muitos dos livros da Bíblia eram originalmente cartas escritas a diversas congregações. (Col. 4:16) Mas, ainda não passou o tempo de se usarem cartas para divulgar a mensagem cristã.
Numa manhã gelada de inverno, com a temperatura abaixo de zero, uma das testemunhas de Jeová em Ohio, E. U. A., decidiu revisitar uma mulher que aceitara dela uma Bíblia e literatura bíblica. Por não ter condução que a levasse pessoalmente a esta mulher, a Testemunha decidiu escrever. Ela escreveu um sermão bíblico e anexou à sua carta um exemplar de A Sentinela.
Cerca de três dias depois ela recebeu da mulher uma resposta. Sua carta de apreço dizia em parte: “Li a sua carta (um sermão muito bom) diversas vezes e verifiquei também as referências bíblicas. Além disso, tenho procurado ler um pouco cada dia e desisti de quase todas as minhas revistas mundanas, para ter mais tempo para ler a minha Bíblia e os livros bíblicos. Quero enviar esta carta para que a receba esta semana e agradecer-lhe por pensar em mim e enviar-me a revista.”
Às vezes, conforme podemos ver, escrever cartas pode ser uma fonte direta de satisfação pessoal. Outras vezes, os resultados são igualmente proveitosos, embora o correspondente original não se aperceba disso.
Uma das testemunhas de Jeová, em Nova Iorque, participava no ministério regular de casa em casa. Numa porta ela encontrou um homem que se identificou como católico devoto, conhecedor das testemunhas de Jeová e decididamente não interessado em se tornar uma. Chegando a saber que o morador estava bastante alterado em vista da perda recente de sua esposa, a Testemunha falou-lhe brevemente sobre a esperança da ressurreição.
Em vista do fato de que ele se expressara tão explicitamente sobre as testemunhas de Jeová, seria de perguntar que espécie de recepção tal ministro poderia esperar na revisita. Ela ficou muito surpresa.
Ela, como ministro, soube que desde que lhe fez a visita original, o homem recebera uma carta de uma Testemunha, que obteve o nome dele duma coluna obituária no jornal. Embora o homem lhe fosse estranho, escrevera-lhe uma carta bondosa, explicando a gloriosa esperança da ressurreição. O homem concluiu que, de certo, devia interessar-se numa organização que toma tempo para ir de porta em porta e para escrever cartas, para consolar pessoas.
A carta, como meio de divulgar as boas novas do reino estabelecido de Deus, definitivamente não é antiquada.
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1969 | 15 de abril
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Perguntas dos Leitores
● Como foi que os israelitas, no ermo, “costumavam beber da rocha espiritual que os seguia”, conforme se declara em 1 Coríntios 10:4? — I. M., E. U. A.
O apóstolo Paulo comentou as provisões feitas por Deus para os israelitas, após a saída deles do Egito, dizendo: “Todos comeram a mesma comida espiritual e todos beberam a mesma bebida espiritual. Porque costumavam beber da rocha espiritual que os seguia, e essa rocha significava o Cristo.” — 1 Cor. 10:3, 4.
Parece que o apóstolo tinha ali em mente dois
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