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    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • Antigamente tambem se usavam cartas de recomendação. No entanto, o apóstolo Paulo não precisava de tais cartas para os cristãos de Corinto, ou deles, a fim de provar que era ministro. Ele os havia ajudado a se tornarem cristãos e, por conseguinte, podia dizer-lhes: “Vós mesmos sois a nossa carta, inscrita nos nossos corações, e conhecida e lida por toda a humanidade.”—2 Cor. 3:1-3.

      No primeiro século E.C., cartas de Paulo, Tiago, Pedro, João, Judas e do Corpo Governante em Jerusalém, contribuíram para o crescimento e a preservação da unidade e da pureza da congregação cristã. —  Atos 15:22-31; 16:4, 5; 2 Cor. 7:8, 9; 10:8-11.

  • Carvão De Lenha
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    • CARVÃO DE LENHA

      Uma forma negra, quebradiça e porosa de carbono, sendo geralmente o resíduo de lenha parcialmente queimada. Nos tempos antigos, era fabricado por se cobrir de terra uma pilha de lenha, e a queimar lentamente por vários dias, deixando apenas uma quantidade suficiente de ar para a queima dos gases, resultando numa forma relativamente pura de carbono. Tratava-se dum processo lento, que exigia cuidadosa supervisão, mas o carvão de lenha ou vegetal era o combustível preferido quando se desejava ter calor intenso, uniforme, sem fumaça. Não há evidência do uso do carvão mineral, natural, na antiga Palestina. Escavações feitas nas ruínas da antiga Jericó revelaram madeiras carbonizadas e pedaços de carvão de lenha — evidência do holocausto ardente que certa vez destruiu aquela cidade. — Jos. 6:24.

      O carvão de lenha, numa fogueira aberta ou num braseiro, era usado para aquecer a pessoa num tempo frio. (Isa. 47:14; Jer. 36:22; João 18:18) Seu calor uniforme, sem chamas ou fumaça, também o recomendava muito para cozinhar alimentos. (João 21:9) Para derreter e refinar metais, era indispensável o carvão de lenha; sem ele dificilmente seria possível atingir e manter as elevadas temperaturas exigidas para se reduzir os minérios aos metais básicos. (Isa. 44:12; 54:16; veja REFINAR, REFINADOR.) Quase do mesmo modo como é feito hoje para se alimentar um alto-forno siderúrgico, o minério era colocado entre camadas de carvão de lenha. Tal costume provavelmente deu origem ao provérbio: A bondade para com um inimigo é como brasas vivas sobre a cabeça dele; arrefece sua ira e faz surgir o que há de bom nele. (Pro. 25:22; Rom. 12:20) O fulgor do carvão de lenha que queima lentamente foi usado pela “mulher sábia” de Tecoa como ilustração da posteridade viva. — 2 Sam. 14:1-7.

  • Cãs
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    • CÃS

      Causadas pela redução de grânulos pigmentares dos cabelos, resultante de mudanças na química do corpo. Há casos infreqüentes de encanecimento prematuro, mas, em geral, acompanha o envelhecimento. É ligado a este último aspecto que ocorre na Bíblia o verbo hebraico siv (tornar-se, ficar encanecido, velho) e, mais freqüentemente, o substantivo hebraico sehváh (encanecimento, idade). (Rute 4:15; 1 Sam. 12:2; 1 Reis 2:6, 9; Jó 15:10; Sal. 71:18) Abraão, Gideão e Davi viveram até uma “boa velhice [sehváh]“. — Gên. 15:15; 25:8; Juí. 8: 32; 1 Crô. 29:28.

      A Bíblia reconhece tanto a beleza da juventude como o esplendor da velhice. “A beleza dos jovens é o seu poder e o esplendor dos anciãos são as suas cãs.” (Pro. 20:29) Esta última parte é especialmente verdadeira se tais pessoas adorarem e servirem a Jeová. “As cãs são uma coroa de beleza quando se acham no caminho da justiça.” (Pro. 16:31) “Os que foram plantados na casa de Jeová . . . continuarão ainda a medrar durante o encanecer.” (Sal. 92:13, 14) Não serão abandonados por seu Deus. (Isa. 46:4) A lei de Jeová é: “Deves levantar-te diante do cabelo grisalho e tens de mostrar consideração para com a pessoa dum homem idoso.” — Lev. 19:32.

      O encanecimento nada tem que ver com o sexo dos indivíduos; nem constitui um fator a cor natural dos cabelos, quer sejam louros, quer castanhos, quer ruivos. O encanecimento há muito tem sido reconhecido como estando além do poder do homem ou da ciência médica impedir ou remediar. Este foi um ponto frisado por Jesus Cristo, depois de dizer que não devíamos jurar por nossa cabeça. — Mat. 5:36.

  • Casa
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    • CASA

      A palavra “casa”, conforme usada na Bíblia, pode indicar, entre outras coisas: (1) uma família (ou uma família e os servos dela), ou toda a descendência de um único homem (Gên. 12:1; 17:13, 23; Obd. 1:17, 18; Miq. 1:5); (2) uma casa para moradia (Gên. 19:2-4); (3) uma cadeia, ou, figuradamente, um país de escravização (Gên. 40:4, 14; Êxo. 13:3); (4) uma morada de animais e de aves (Jó 39:6; Sal. 104:17); (5) uma teia de aranha (Jó 8:14); (6) uma residência ou palácio real (2 Sam. 5:11; 7:2); (7) uma linhagem sacerdotal (1 Sam. 2:35); (8) uma dinastia real (1 Sam. 25:28; 2 Sam. 7:11); (9) o tabernáculo ou o templo de Jeová, tanto literal como espiritual (Êxo. 23:19; 34:26; 1 Reis 6:1; 1 Ped. 2:5); (10) a morada de Jeová, o próprio céu (João 14:2); (11) o santuário dum deus falso (Juí. 9:27; 1 Sam. 5:2; 1 Reis 16:32; 2 Reis 5:18); (12) o corpo físico corruptível de humanos (Ecl. 12:3; 2 Cor. 5:1-4); (13) o corpo espiritual incorruptível (2 Cor. 5:1); (14) a sepultura comum (Jó 17:13; Ecl. 12:5); (15) uma associação de trabalhadores empenhados na mesma profissão (1 Crô. 4:21), e (16) um prédio para abrigar registros oficiais do estado. — Esd. 6:1.

      Uma forma da palavra hebraica para casa, bayíth, muitas vezes constitui parte dum nome próprio, como no caso de Betel (casa de Deus) e Belém (casa de pão).

      MATERIAIS E MÉTODOS DE CONSTRUÇÃO

      Antigamente, como hoje, existiam diferentes tipos de moradias. As técnicas de construção variavam, segundo o período de tempo, as circunstâncias econômicas do construtor, e os materiais disponíveis. Os construtores de Babel, para exemplificar, usaram tijolos, ao invés de pedras, e o “betume servia-lhes de argamassa”. — Gên. 11:3.

      Muitos dos israelitas começaram a morar nas casas dos cananeus desalojados delas e, provavelmente, continuaram a utilizar métodos similares de construção por muitos anos depois. (Deut. 6:10, 11) Pelo que parece, preferiam-se as casas de pedra (Isa. 9:10; Amós 5:11), visto que estas eram mais sólidas e mais seguras quanto a invasores do que as feitas de tijolos de barro. Ladrões podiam penetrar facilmente em casas de barro por simplesmente abrirem um buraco na parede. (Compare com Jó 24:16.) No entanto, nas baixadas, onde havia pouca disponibilidade de pedra calcária e arenito de boa qualidade, usavam-se tijolos de barro secados ao sol, ou, às vezes, cozidos no forno, para as paredes das moradias. Usavam-se vigas e caibros de telhado de sicômoro, de junípero e, especialmente nas casas melhores, de cedro. — Cân. 1:17; Isa. 9:10.

      Arqueólogos escavaram as ruínas de várias espécies de moradias antigas da Palestina, inclusive casas que se compunham de (1) um único aposento ou cômodo, (2) dois aposentos, (3) um único aposento em um dos lados dum pátio, (4) vários aposentos em um dos lados dum pátio, (5) um pátio com aposentos em dois lados adjacentes, (6) um pátio com aposentos em dois lados opostos, (7) um pátio com aposentos em três lados e (8) um pátio central com aposentos nos quatro lados. Geralmente havia um forno no pátio e, às vezes, também um poço ou uma cisterna. (2 Sam. 17:18) As ruínas de casas que foram encontradas indicam considerável variedade de tamanhos. Uma delas tinha apenas 25 m2, enquanto que outra media cerca de 32 m de comprimento por 30 m de largura. Os aposentos amiúde tinham de 3,70 a 4,60 m de cada lado.

      Algumas casas eram construídas no topo dos muros largos das cidades. (Jos. 2:15) Mas, preferivelmente, eram construídas sobre a rocha (Mat. 7:24), e, em geral, não se lançavam as partes de tijolos de barro senão depois do alicerce de duas ou três fileiras de pedras. Quando não se podia erguer uma casa sobre a rocha, com freqüência se colocava um alicerce sólido para ela, a sua profundeza abaixo do solo sendo equivalente à altura do muro de pedra acima do solo. Alguns alicerces eram construídos com grandes pedras brutas, e nas juntas se colocavam pedras menores; outros eram construídos de pedras lavradas. As ruínas de certa casa de tijolos de barro escavada por arqueólogos possuía uma base de pedra da altura de cerca de 60 cm; em outra, a construção de pedra subia a uma altura de cerca de 90 cm. As paredes de algumas casas tinham uma espessura de mais de 90 cm. Não raro se aplicava às paredes externas uma espécie de cal (Eze. 13:11, 15), e as paredes de tijolos de barro que davam para a rua às vezes eram revestidas de seixos para proteger sua superfície.

      As pedras de construção eram alinhadas e amarradas por meio de pedras angulares cuidadosamente alisadas e ajustadas. (Compare com o Salmo 118:22; Isaías 28:16.) Uma mistura de argila e palha servia comumente de argamassa. Às vezes, tal mistura incluía cal, cinzas, fragmentos pulverizados de vasos, ou conchas ou pedras calcárias esmigalhadas. Aplicava-se tal mistura aos tijolos ou às pedras para ligá-los, e era também usada como reboco para as paredes internas. (Lev. 14:41, 42) Em alguns casos, contudo, as pedras eram cortadas com tanta exatidão que não era nescessário usar argamassa.

      Decoração interior e mobiliário

      Nas casas luxuosas, as paredes dos aposentos eram revestidas de cedro ou de outras madeiras valiosas, e besuntadas de vermelhão. (Jer. 22:14; Ageu 1:4) As “casas de marfim” de alguns abastados evidentemente possuíam aposentos revestidos de madeira incrustrada de marfim. (1 Reis 22:39; Amós 3:15) Além dos vários utensílios culinários, vasos, cestos, e outros itens domésticos, a mobília da casa poderia incluir camas ou divãs, cadeiras, escabelos, mesas e candelabros. (Compare com 2 Samuel 4:11; 2 Reis 4:10; Salmo 41:3; Mateus 5:15.) A mobília das casas de algumas pessoas opulentas era embelezada com incrustações de marfim, ouro e prata. — Compare com Ester 1:6; Amós 3:12; 6:4.

      O terraço e a câmara ou quarto superior

      A maioria dos terraços ou eirados eram planos, e o pacto da Lei exigia que os terraços dos israelitas fossem cercados de um parapeito para impedir acidentes. (Deut. 22:8) Pequena inclinação do terraço permitia o escoamento da água da chuva. O terraço pousava sobre fortes vigas de madeira colocadas de parede a parede. Colocavam-se caibros menores de madeira atravessados nestas vigas, que, por sua vez, eram cobertos de ramos, canas, e coisas semelhantes. Em seguida havia uma camada de terra, de vários centímetros de espessura, revestida por grosso reboco de argila, ou de argila e cal. Podia-se facilmente fazer uma abertura nesse terraço de terra, como foi feito por alguns homens que se esforçaram de fazer chegar um paralítico à presença de Jesus, de modo que pudesse ser curado. (Mar. 2:4) As vigas do terraço eram amiúde sustentadas por uma fileira de postes retos de madeira que descansavam sobre bases de pedra. Nesses terraços podia brotar a grama (Sal. 129:6), e era difícil impedir que tivessem goteiras. (Pro. 19:13; 27:15; Ecl. 10:18) Provavelmente, antes de a estação chuvosa começar, consertavam-se e alisavam-se os terraços, para permitir melhor escoamento da água.

      Os terraços eram locais de considerável atividade, seja em tempos pacíficos, seja em calamitosos. (Isa. 22:1; Jer. 48:38) Deles se podiam fazer anúncios, ou se podia avisar rapidamente o público sobre certas ações. (2 Sam. 16:22; Mat. 10:27) Secava-se o linho sobre os terraços (Jos. 2:6), e as pessoas ali podiam conversar (1 Sam. 9:25), andar na noite fresca (2 Sam. 11:2), empenhar-se na adoração verdadeira ou na falsa (Jer. 19:13; Sof. 1:5; Atos 10:9), ou até mesmo dormir ali. (1 Sam. 9:26) Na Festividade do Recolhimento, erigiam-se barracas ou cabanas sobre os terraços e nos pátios das casas. — Nee. 8:16.

      Com freqüência se construía, no terraço, uma câmara ou quarto superior. Durante os meses quentes do verão setentrional, este era um dos aposentos mais agradáveis e mais frescos, e também servia como quarto de hóspede. (Juí. 3:20; 1 Reis 17:19; 2 Reis 1:2; 4:10) Naturalmente, algumas casas eram prédios de dois pavimentos, tendo um pavimento superior ou sobrado regular. Numa grande câmara ou sala superior, talvez uma câmara do terraço ou uma sala dum pavimento superior, Jesus celebrou a última Páscoa com seus discípulos e instituiu a comemoração da Refeição Noturna do Senhor. (Luc. 22:11, 12, 19, 20) E, no dia de Pentecostes de 33 E.C., cerca de 120 discípulos se achavam, pelo que parece, numa câmara superior duma casa em Jerusalém quando o espírito de Deus foi derramado sobre eles. — Atos 1:13-15; 2:1-4.

      Geralmente escadarias externas ou, nas casas mais pobres, escadas do lado de fora, iam do pátio até o terraço. Assim, uma pessoa no terraço podia partir sem ter de entrar na própria casa. Visto que muitas casas eram construídas de modo contíguo, muitas vezes era possível passar-se andando de um terraço para o outro. Tais fatores talvez tivessem algo que ver com o significado do conselho de Jesus em Mateus 24:17 e em Marcos 13:15. Nas casas melhores, uma escada interior dava acesso ao pavimento superior.

      LOCAL DE INSTRUÇÃO ESPIRITUAL

      Desde os tempos mais antigos a casa funcionava como centro de instrução na adoração pura. A lei de Deus para Israel mandava especificamente que os pais ensinassem a seus filhos enquanto estivessem sentados em casa, bem como em outras ocasiões. (Deut. 6:6, 7; 1:19) Também, a lei de Deus devia ser escrita nas ombreiras das portas de suas casas (Deut. 6:9; 11:20), e o lar devia manter-se livre de todos os acessórios da idolatria. (Deut. 7:26) Tendo-se em vista que a casa era usada para tal propósito sagrado, as casas infetadas com “lepra maligna” deviam ser derrubadas. (Veja LEPRA) A lei a respeito das casas leprosas lembraria aos israelitas que eles somente podiam viver em casas que fossem limpas do ponto de vista de Deus. — Lev. 14:33-57.

      Com o estabelecimento do cristianismo, a pregação e o ensino de casa em casa tornaram-se parte destacada da adoração verdadeira. (Atos 20:20) Os seguidores de Jesus valiam-se da hospitalidade que lhes era demonstrada pelos ‘merecedores’ ou ‘amigos da paz’ e ficavam nas casas de tais pessoas até terminarem seu ministério em determinada cidade. (Mat. 10:11; Luc. 10:6, 7) Com freqüência, grupos ou congregações de cristãos se reuniam regularmente nas casas para considerar a Palavra de Deus. (Rom. 16:5; 1 Cor. 16:19; Col. 4:15; Filêm. 2) Mas, qualquer pessoa que se desviasse do ensino de Cristo não era bem-vinda nas casas deles. — 2 João 10.

  • Casa Da Floresta Do Líbano
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    • CASA DA FLORESTA DO LÍBANO

      Parte do conjunto de prédios governamentais erguidos pelo Rei Salomão durante seu programa de edificações de treze anos, depois de ter concluído o templo de Jerusalém (1027-1014 A.E.C.). Situava-se ao S do templo e do palácio, entre o cume da Colina do Templo e o baixo contraforte da Cidade de Davi. O prédio ganhou tal nome quer por ter sido construído de cedro-do-líbano, quer porque suas muitas grandes colunas de cedro faziam lembrar as florestas de lá.

      A Casa da Floresta do Líbano tinha 100 côvados (c. 44 m) de comprimento, 50 côvados (c. 22 m) de largura e 30 côvados (c. 13 m) de altura. Parece ter tido paredes de pedra (1 Reis 7:9), tendo vigas de cedro cujas extremidades estavam inseridas nas paredes e que eram, adicionalmente, apoiadas por quatro fileiras de colunas (“quatro”, no texto hebraico; “três” na LXX). Acima das colunas havia, evidentemente, aposentos revestidos de cedro. Algumas reconstituições sugeridas desta casa apresentam três níveis, ou pavimentos com vários cômodos, acima das colunas, e estes dão para o pátio aberto no meio do prédio. Diz-se que os aposentos possuíam uma “abertura de iluminação defronte de outra abertura de iluminação”. Isto parece significar que, voltadas para o pátio, havia aberturas ou grandes janelas que davam para as janelas correspondentes nos aposentos do lado oposto do pátio. Ou, possivelmente significa que havia uma janela em cada aposento que dava para o pátio, e uma que dava para o lado externo. As entradas (provavelmente os vãos das portas que davam para os aposentos e talvez entre eles) “formavam retângulo com a guarnição”. Assim, não tinham forma de arco nem eram abobadadas. As janelas tinham formato similar. — 1 Reis 7:1-5.

      Surge um problema quanto ao número de fileiras de colunas, conforme adrede mencionado. Pois o texto hebraico diz que havia quatro fileiras e, mais tarde, menciona 45 colunas, e então diz: “Eram quinze por fileira.” (1 Reis 7:2, 3) Alguns pensam que o texto se aplica neste caso aos aposentos em três níveis, 15 aposentos por fileira, e que pode ter havido um número maior de colunas colocadas nas quatro fileiras. Outros preferem a leitura da Septuaginta, de “três” fileiras de colunas. A

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