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  • O arrependimento que reconduz a Deus
    A Sentinela — 1981 | 1.° de dezembro
    • tirar proveito de tal admoestação bíblica. — 2 Tim. 4:1, 2.

      31. Como devemos encarar o conceito de Deus sobre o arrependimento?

      31 Todos nós devemos apreciar profundamente a disposição de Jeová, de aceitar o genuíno arrependimento. Certamente, não devemos ‘aceitar a benignidade imerecida de Deus e desacertar o propósito dela’. (2 Cor. 6:1) Caso alguém faça isso, entregando-se ao pecado e não se arrependendo, Deus orienta a congregação a tomar medidas firmes. Dessas tratará o nosso próximo número.

  • A profecia de Joel sobre a vingança e o amor de Jeová
    A Sentinela — 1981 | 1.° de dezembro
    • A profecia de Joel sobre a vingança e o amor de Jeová

      “DEPOIS terá de acontecer que derramarei meu espírito sobre toda sorte de carne, e vossos filhos e vossas filhas certamente profetizarão. Quanto aos vossos homens idosos, terão sonhos. Quanto aos vossos jovens, terão visões. E até mesmo sobre os servos e sobre as servas derramarei naqueles dias meu espírito.” — Joel 2:28, 29.

      Sem dúvida, esses dois versículos, por terem sido citados por Pedro no dia de Pentecostes, são a parte mais conhecida da profecia de Joel. (Atos 2:14-18) Mas o livro bíblico de Joel tem muito mais a dizer embora sua profecia consista apenas em três capítulos, num total de 73 versículos. O livro fala também sobre uma devastadora praga de gafanhotos, com sua resultante fome, sobre um tempo de arrependimento e de restabelecimento, e sobre Jeová executar vingança nas nações. Na nossa Bíblia, Joel aparece como segundo dos chamados Profetas Menores — menores na extensão de cada livro, mas certamente não em importância.

      Um princípio bíblico que se torna evidente quando consideramos a profecia de Joel é que a mensagem é importante, não a pessoa usada para transmiti-la. Neste respeito, tudo o que sabemos sobre o escritor, Joel, é que ele é filho de Petuel. O sentido dos nomes bíblicos é muitas vezes significativo, e isto se dá com Joel e seu pai. “Petuel” significa “Deus liberta”, e “Joel” significa “Jeová é Deus”.

      A evidência interna do livro mostra que é bem provável que Joel era do reino de Judá, de duas tribos. Isto é indicado pela ênfase que a profecia dá a Judá e Jerusalém, e ao serviço no templo em Jerusalém.

      Quando foi escrita esta profecia? Não podemos ser dogmáticos quanto a isso. Diversos eruditos indicam datas já tão cedo quanto o décimo século A.E.C. e tão tarde como o segundo século. O peso da evidência favorece mais ou menos 820 A.E.C. Esta data parece ser corroborada pelo fato de que se faz referência a anteriores inimigos de Israel — Tiro, Sídon, Filístia, Edom e Egito — em vez de a adversários posteriores tais como a Assíria e Babilônia. Também é indicado pelo lugar do livro no cânon hebraico.

      O estilo de escrita dá peso adicional a uma data anterior. Muitos acham o estilo de Joel tão elegante, que sua profecia poderia ser comparada a um diamante muito polido. De fato, é de uma qualidade literária tão alta, que alguns eruditos colocam a profecia de Joel na frente de todos os profetas posteriores. Sua escrita é muito poética e é assinalada por uma variedade de ritmos. Ele mostra também uma predileção por símiles e metáforas.

      A autenticidade da profecia de Joel nunca foi posta em dúvida pelos israelitas; ela ocupa desde cedo um lugar honroso no cânon deles. Apoio adicional à sua autenticidade é provido pelas citações dela pelos apóstolos Pedro e Paulo. Sua autenticidade é também confirmada pelo cumprimento de suas profecias sobre Tiro, Filístia e Edom. — Atos 2:14-18; Rom. 10:13.

      PRAGA E FOME

      A profecia de Joel pode muito bem ser encarada como composta de três partes. A primeira parte (Joel 1:1 a 2:11) fornece uma descrição dupla duma praga de gafanhotos. A primeira descrição compara-a a uma praga que incluía gafanhotos com dentes e mandíbulas de leão. Somos informados sobre o relato que Joel faz dela: “A terrível destruição causada por uma praga de gafanhotos na vida agrícola, econômica e religiosa dum povo é descrita com precisão quase que científica, de acordo com muitos dos que já presenciaram tal flagelo.”

      Conforme Joel nos conta, tudo é consumido, o solo é despojado, os lavradores ficam em apuros e os vinhateiros uivam. Até mesmo os animais domésticos suspiram e o gado fica confuso. Não é de admirar que se mande que os sacerdotes e os ministros na casa de Jeová uivem, que passem a noite em serapilheira, que santifiquem um tempo de jejum e ‘clamem a Jeová por socorro’! — Joel 1:14.

      A segunda descrição da praga de gafanhotos começa com a ordem de dar um alerta: “Tocai a buzina em Sião e dai um grito de guerra no meu santo monte.” Segue-se então a descrição: “Correm como homens poderosos. Sobem a muralha como homens de guerra. . . . Não empurram um ao outro. Prosseguem andando assim como o varão vigoroso no seu rumo; e se alguns caírem mesmo entre os projéteis, os outros não interrompem o avanço. Investem para dentro da cidade. Correm sobre a muralha. Sobem às casas. Entram pelas janelas como o ladrão.” — Joel 2:1, 7-9.

      Em vista da linguagem altamente pictórica usada, parece que devemos encarar as palavras de Joel como profecia, em vez de como relato do que realmente aconteceu no passado. A que se aplica? Os fatos sugerem que tem aplicação ao vigoroso testemunho de casa em casa dado nos tempos modernos pelas Testemunhas de Jeová a partir do começo da década de 1920. Elas mostraram mesmo ser uma praga para a hodierna cristandade e avançaram como um exército bem disciplinado.a

      ARREPENDIMENTO E RESTABELECIMENTO

      A segunda parte da profecia de Joel

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