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  • Reuniões para o Serviço de Campo
    Nosso Ministério do Reino — 1980 | agosto
    • Reuniões para o Serviço de Campo

      4 A 10 DE AGOSTO

      Testemunhemos a Todos os Que Contatamos

      1. Como se dirige você às pessoas na rua?

      2. Como iniciaria uma palestra com alguém no seu lugar de trabalho?

      3. Como poderia usar as revistas enquanto em férias ou em viagem?

      11 a 17 DE AGOSTO

      O Uso do Livro “Evolução”

      1. Que pontos destacaria na sua apresentação?

      2. Por que deve elaborar estes pontos nas revisitas?

      3. Como se pode usar o livro para ajudar os jovens?

      18 A 24 DE AGOSTO

      O Uso das Revistas

      1. Por que deve ler as revistas antes de oferecê-las no campo?

      2. De que gostou mais nos números correntes?

      3. Considere pontos da parte de Despertai!: “Já se Perguntou . . .?”

      25 A 31 DE AGOSTO

      Testemunho em Grupo

      1. Quais são os benefícios do testemunho em grupo?

      2. Como se pode ajudar às crianças no grupo?

      3. O que se deve fazer com os registros de casa em casa, do grupo?

  • Tópico para Palestrar
    Nosso Ministério do Reino — 1980 | agosto
    • Tópico para Palestrar

      Deus Promete Algo Novo. — 2 Ped. 3:13; Rev. 21:1, 4.

  • Conceito equilibrado sobre o nosso serviço
    Nosso Ministério do Reino — 1980 | agosto
    • Conceito equilibrado sobre o nosso serviço

      1 O equilíbrio espiritual é uma qualidade cristã desejável. Ser equilibrado significa saber avaliar ou comparar o relativo peso, força, importância ou valor de alguma coisa. Com o equilíbrio podemos evitar as armadilhas, os extremos e os enganos que afetam adversamente o nosso serviço a Jeová. Ele resulta de obtermos a sabedoria ensinada pelos princípios bíblicos. (Pro. 2:10-15; 3:5, 6) O estudo e a aplicação de tais princípios ajuda-nos a desenvolver “faculdades perceptivas treinadas para distinguir tanto o certo como o errado”. (Heb. 5:14) Quem obteve bom equilíbrio espiritual como cristão procura demonstrar moderação, modéstia, paciência, autodomínio, discernimento, fidelidade, perseverança, e fidedignidade em tudo o que faz. Ele costuma poder realizar mais, tem maior alegria no seu serviço e persevera apesar de dificuldades. Todos faremos bem em cultivar esta boa qualidade.

      EMPENHEMO-NOS PELO EQUILÍBRIO

      2 Amiúde vemos pessoas envolvidas em trabalho secular a tal ponto que apenas têm participação pro forma no serviço de campo. Qual é o objetivo do serviço secular? (1 Tim. 5:8) O que daria evidência de que ficamos desequilibrados nisso? (Luc. 12:18-21) Qual é o conceito correto? (Mat. 6:31-33) Como podemos manter o equilíbrio entre as responsabilidades seculares e as espirituais? — 1 Tim. 6:6-8; Heb. 13:5, 15.

      3 A atual sociedade humana dá muita ênfase à diversão e ao prazer pessoal. Se não tivermos cuidado, nós também podemos ficar influenciados por isso e ficar excessivamente envolvidos em tais empenhos. É errado que nos recreemos? (Ecl. 3:12, 13) Quando é que vamos longe demais nisso? (2 Tim. 3:4) Que princípio pode ajudar-nos a decidir que tipo ou quantidade de diversão é apropriada? — Fil. 4:8; 1 Tim. 4:8; Efé. 5:15, 16; Luc. 8:14.

      4 Surgem muitos problemas para se cuidar das necessidades espirituais e físicas da família. O pai talvez seja muito ativo na pregação das boas novas, ao passo que a conduta de seus filhos no Salão do Reino deixa a desejar. Ou a esposa que se preocupa meticulosamente com a aparência do seu lar talvez mostre apenas pouca consideração para com as necessidades espirituais de sua família. Quais são as duas responsabilidades básicas envolvidas? (Efé. 6:4; Rom. 10:10) Por que deve vir a preocupação com os interesses espirituais da família logo em primeiro lugar na lista das prioridades? (1 Tim. 3:4, 5; Pro. 10:1) Que benefícios excelentes advêm do bom equilíbrio dos pais? — Pro. 24:3, 4.

      5 De tempos a tempos, alguns acham difícil manter a iniciativa necessária para participar regularmente e de todo o coração no serviço de campo. Alguns, quando participam, sentem de certo modo que se estão forçando. Depois, talvez fiquem desanimados e frustrados por causa da séria falta que parecem ter. Será incomum que o cristão às vezes tenha falta de iniciativa para fazer o trabalho designado? (Gál. 5:17; Rom. 7:19, 20) Será que a necessidade de nos forçarmos a isso é necessariamente um sinal de fracasso? (1 Cor. 9:16, 26, 27) Nosso serviço a Jeová é aceitável se a nossa motivação for certa. (Col. 3:23, 24) É apropriado pedir a Jeová que seu espírito nos ajude a desenvolver maior iniciativa de agir em harmonia com a sua vontade. — 1 João 5:14.

      6 A chave para um bom equilíbrio está em encararmos a nós mesmos com honestidade, não esperando nem demais, nem de menos. Somos equilibrados quando nosso serviço é proporcional à nossa capacidade, situação e oportunidade, em vez de julgá-lo em comparação com o que outros fazem. Quando descobrimos uma falha em nós mesmos, o desejo de agradar a Jeová devia induzir-nos a melhorar. A satisfação e a paz mental são o resultado da certeza íntima de que agradamos a Jeová.

  • Os benefícios do testemunho em grupo
    Nosso Ministério do Reino — 1980 | agosto
    • Os benefícios do testemunho em grupo

      1 Trabalha muitas vezes sozinho no serviço de campo? Muito poucos de nós fazemos isso. É mais animador que alguém trabalhe conosco às portas ou então no mesmo território. Conforme certo publicador observou: “Já ajuda meramente saber que há alguém por perto.” Iniciar o serviço de campo com um grupo feliz torna o serviço tanto mais agradável.

      2 O testemunho em grupo não é novo. Lucas, capítulo 10 fala-nos sobre a alegria dos discípulos ao trabalharem juntos. Deve ser observado que, antes de Jesus enviar os 70, ele primeiro lhes deu instruções. Seu exemplo nos mostra por que é bom, na maioria dos casos, reunir-se antes de se empenhar no serviço de campo. — Luc. 10:1-16.

      3 Recentemente, Nosso Serviço do Reino publicou uma série de artigos explicando a importância de nos ajudarmos mutuamente. Será que ainda pomos em prática essas boas sugestões? Nós, como ‘associação de irmãos’, queremos todos ajudar-nos mutuamente. (1 Ped. 2:17) Os relatórios mostram que, em muitas congregações, há uma boa reação aos arranjos especiais para o serviço de campo no primeiro domingo do mês. Alguns anciãos dizem que este arranjo tem unido mais a congregação. Onde as reuniões são realizadas de manhã, alguns publicadores trazem consigo um lanche e depois saem ao serviço de campo antes de voltarem para casa. Sentimo-nos felizes de receber tais relatórios excelentes. Devem animar a todos nós a aproveitar os arranjos locais de testemunho em grupo.

      4 Reunirmo-nos para o serviço de campo e trabalharmos com um grupo oferece-nos a oportunidade de trabalhar com publicadores novos, bem como com os mais experientes. Os anciãos e os servos ministeriais podem chegar a conhecer melhor os irmãos e as irmãs trabalhando com eles no campo. Oferece uma boa oportunidade de todos participarem em se animarem uns aos outros.

      5 A reunião com o grupo não precisa levar muito tempo. Os grupos usualmente podem ser organizados e iniciados no serviço em 10 ou 15 minutos. O superintendente do serviço deve estar atento a ajudar os irmãos a vencerem os problemas com

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