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  • Dê conselho cristão com perícia
    A Sentinela — 1963 | 1.° de agosto
    • sentimentalismo. Indique sem medo o conselho bíblico. Às vezes requer-se firmeza. Caso sim, e se se precisar de uma repreensão, faça isso com bondade, tratando o ofensor como se fosse seu pai, mãe, irmão, irmã, conforme seja o caso. — Ecl. 7:5; 1 Tim. 5:1, 2.

      Talvez se aproxime do superintendente cristão alguém preocupado com uma controvérsia com outrem ou com uma queixa sobre uma ofensa. Veja primeiramente o que deveras se supõe ser a ofensa. Se a questão for realmente trivial, poderá ajudá-lo a compreender isto e encerrar o assunto. Se não, pergunte se a norma de Jesus para resolver as questões já foi seguida. (Mat. 18:15-17) Empenhou-se ele pessoalmente a chegar a um entendimento com o outro? É possível que a desavença seja resolvida desta maneira sem tornar-se um problema que requeira a atenção do superintendente.

      Muitas vezes o que busca conselho pode encontrá-lo nas publicações da Sociedade Torre de Vigia, tais como a revista A Sentinela. Por exemplo, um cristão pode perguntar se ele e sua família pode ter alguma espécie de associação com um parente chegado que tenha sido desassociado. O conselheiro deve dar-lhe uma resposta clara e certificar-se de que o princípio foi compreendido. E então encorajar o inquiridor a pegar o Índice das publicações e examinar o cabeçalho “Desassociação”. Encontrará o subtítulo “associação com desassociados”, seguido de referências a certas edições de A Sentinela. Os suplementos do Índice devem sempre ser verificados para se obterem as últimas informações. Peça para o inquiridor ler o que foi sugerido como apoio à resposta que lhe der. Isto lhe dará muitas informações úteis. Peça que ele lhe relate depois o que foi que aprendeu. Isto o ajudará a raciocinar, coisa tão necessária para poder levar o seu próprio fardo de responsabilidade cristã. Este é um modo de ajudar a congregação a alcançar a madureza e a unidade da fé. — Efé. 4:13, 14.

      Quando um cristão busca conselho sobre um problema marital com um cônjuge descrente, o conselheiro não deve desperceber a possibilidade de que o cristão dedicado pode não estar aplicando os princípios bíblicos sobre o matrimônio. (Luc. 6:41, 42) A tensão gerada pode ser devida a ações imprudentes de ambos os lados. O método de fazer perguntas pode ser usado para determinar se os princípios bíblicos foram desconsiderados. Reconhece a esposa cristã o marido descrente como chefe da família? Tem ela se esquecido de demonstrar profundo respeito, mas o trata como se fosse uma pessoa desassociada? Respeita ela a liberdade de adoração dele no seu próprio lar? Como esposa cristã, traja-se ela com o trajo “incorruptível de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus”? (1 Ped. 3:4, ALA) Se o crente for o marido, cumpre ele a sua responsabilidade como chefe da casa, fazendo as provisões e amando a sua esposa como seu próprio corpo? Copia ele o exemplo de Jeová e Cristo, ou é ele despótico e sem consideração?

      De novo, além de dar conselho oral, o superintendente pode mostrar ao inquiridor como localizar conselho útil no índice sob o cabeçalho “Matrimônio”. Encontrará subtítulos tais como “família dividida”, “papel do marido” e “papel da esposa”. Note as referências a “marido” e a “mulher”, onde se dão mais informações sob subtítulos tais como “consideração para com a esposa”, “esposa descrente”, “amor pelo marido” e “sujeição ao marido”. Os que não possuem o Índice das Publicações da Torre de Vigia no idioma local podem usar os índices dos livros e de outras publicações da Sociedade Torre de Vigia. Este é conselho que precisa mais do que atenção casual; merece estudo devoto!

      Incidentalmente, o conselho sobre matrimônio é mais eficiente quando o superintendente da congregação ou outro conselheiro maduro pode falar com o marido e a mulher juntos — talvez, depois de um inquérito separado e de se ter ouvido os pontos de vista individuais. Convide o descrente para vir à palestra. Esteja disposto a ouvir ambos os lados da questão. Use o método de perguntas para ajudá-los a ver em que ponto ambos podem contribuir mais para o êxito da união.

      BUSQUE OS QUE PRECISAM DE AJUDA

      Em Isaías 1:26 Jeová prometeu o seguinte: “Restituir-te-ei os teus juízes, como eram antigamente, os teus conselheiros, como no princípio.” (ALA) Esta promessa foi cumprida pela designação de superintendentes de congregação hoje em dia. (Atos 20:28) Os superintendentes devem buscar os cristãos espiritualmente doentes, ou fracos ou separados do rebanho. (Eze. 34:1-16) Esta busca produz bons resultados, segundo se nota em um comentário feito por alguém de fora referente às testemunhas de Jeová: “São realmente bons cristãos; o irmão deles não aparecia por estes dias, e eles vieram encorajá-lo, e veja quão contente ficou. Se nossos sacerdotes tivessem feito o mesmo nós não teríamos desviado da igreja. Eu vou examinar esta religião mais de perto.”

      O conselheiro cristão deve lembrar sempre de que “muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo”. (Tia. 5:16, ALA) Ore com o que está em dificuldades além de aplicar o conselho suavizador da Palavra de Deus. Peça o espírito de Jeová para aquela pessoa, junto com a sabedoria para aplicar os princípios bíblicos e forças para resistir sob o que não puder ser remediado imediatamente. (Tia. 1:5; Fil. 4:13) O conselheiro deve especialmente estar a par da situação que requer a aplicação do amor cristão. É difícil imaginar um problema que não possa ser resolvido por maior amor a Deus e ao próximo. O amor nunca falha. — 1 Cor. 13:4-8.

      Um problema grande pode exigir que considere a questão. O servo de circuito, se estiver visitando a congregação, ou a filial da Sociedade podem ser consultados por ajuda. Pode também precisar de tempo para fazer alguma pesquisa local. Neste sentido é importante que quando se prescreve um programa de estudo bíblico, de freqüência às reuniões e de ministério regular no campo, a mesma fórmula é também necessária para o conselheiro. Cuide constantemente do seu estudo e do seu ministério. (1 Tim. 4:15, 16) Mantenha-se em dia com o crescente entendimento da Palavra de Deus. — Pro. 4:18.

      Fazendo estas coisas será capaz de dar conselho cristão com perícia. Para os do povo de Jeová que precisam de consolo e conselho, “servirá de esconderijo contra o vento, de refúgio contra a tempestade, de torrentes de águas em lugares secos, e de sombra de grande rocha em terra sedenta.” — Isa. 32:2, ALA.

  • Por que os jovens se tornam delinqüentes
    A Sentinela — 1963 | 1.° de agosto
    • Por Que os Jovens Se Tornam Delinqüentes

      ✔ Os jovens delinqüentes de hoje não procedem só das famílias menos privilegiadas mas também da alta sociedade. Mas por quê? O que está errado? Certo jovem advogado esclareceu a questão, notando as atitudes religiosas das famílias. “A maioria dos rapazes que chamamos de ‘delinqüentes da classe média’ são de famílias que não mais seguem suas crenças religiosas, exceto formalmente”, observou ele. “Perderam a base firme dos Mandamentos. Perderam o domínio pessoal sobre a ética religiosa e ainda não desenvolveram ética humanitária ou secular. Estão no meio. Estão na terra de ninguém tanto dos homens como de Deus e seus filhos não sabem o que acreditar.”

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