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  • Aproxima-se — um mundo sem dor
    A Sentinela — 1980 | 15 de outubro
    • cumprimento completo sob o governo de Jesus Cristo: “Livrará ao pobre que clama por ajuda, também ao atribulado e a todo aquele que não tiver ajudador. Terá dó daquele de condição humilde e do pobre, e salvará as almas dos pobres. Resgatará sua alma da opressão e da violência, e o sangue deles será precioso aos seus olhos.” (Sal. 72:12-14) Pode haver qualquer dúvida de que a dor da opressão terá então cessado?

      A doença, mais outra causa de dor mental e emocional, nunca interromperá a tranqüilidade e a felicidade das famílias piedosas, sob o governo do Reino. Jeová Deus tem o poder de eliminar a doença. (Êxo. 15:26; 23:25; Deu. 7:15) Seu profeta Isaías escreveu sobre um tempo em que “nenhum residente dirá: ‘Estou doente’”. (Isa. 33:24) A eliminação de toda dor física, mental e emocional não constituirá nenhum problema insolúvel para o Médico Divino.

      “Não haverá mais morte” — a grande inimiga da humanidade, que causa dor — quando se fizer plenamente a vontade divina no céu e na terra. (1 Cor. 15:26; Rev. 21:4; Mat. 6:9, 10) O pranto, o clamor e a dor certamente serão incabíveis quando as alegres ressurreições substituírem os tristes enterros, e quando ‘a morte e o Hades entregarem os mortos neles’. — João 5:28, 29; Rev. 20:13.

      É SEU — SE QUISER

      Sim, aproxima-se um mundo sem dor. Pode ser seu, visto que pode ter esta esperança. A ausência da dor associada com a adversidade, a opressão, a doença e a morte fará parte das muitas bênçãos que então se cumprirão na humanidade obediente e semente a Deus.

      Podem as pessoas que agora vivem adotar esta esperança com a máxima confiança? Sim, porque o mundo sem dor foi prometido pelo Único capaz de realizá-lo — Jeová, “o Altíssimo sobre toda a terra”. — Sal. 83:18.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1980 | 15 de outubro
    • Perguntas dos Leitores

      ● Em 1 Coríntios 7:36-38, a Tradução do Novo Mundo menciona a questão de um homem dar a “sua própria virgindade” em casamento. A maioria das outras versões usam frases tais como “sua filha virgem” ou “sua parceira no celibato”. Por que é que as Bíblias diferem tanto nesta passagem?

      Qualquer cristão interessado no casamento e/ou no celibato está corretamente interessado nestes versículos significativos, que na Tradução do Novo Mundo rezam:

      “Mas, se alguém pensa que se está comportando de modo impróprio para com a sua virgindade, se esta estiver além da flor da juventude, e este é o modo em que deve ocorrer, faça ele o que quiser; ele não peca. Casem-se. Mas, se alguém estiver resolvido no seu coração, não tendo necessidade, mas tiver autoridade sobre a sua própria vontade e tiver feito esta decisão no seu próprio coração, de manter a sua própria virgindade, ele fará bem. Conseqüentemente, também faz bem aquele que der a sua virgindade em casamento, mas, aquele que não a der em casamento fará melhor.” — 1 Cor. 7:36-38.

      Muitos eruditos bíblicos admitem ter dificuldade em entender e em traduzir corretamente o texto grego desta passagem. Segundo o Novo Testamento Interlinear Grego-Inglês do Dr. A. Marshall, o grego literal do 1Co 7 versículo 36 começa dizendo: “Mas, se alguém comportar-se desonrosamente para com a virgem dele pensa, . . .” O problema principal envolve a frase “a virgem dele”. O que é que Paulo queria dizer com isso? Os comentaristas bíblicos amiúde apresentam três possibilidades, que se refletem nas diversas traduções de muitas Bíblias populares. A breve consideração destes três conceitos nos ajudará a avaliar o ponto expresso nesta passagem.

      Primeiro: Alguns dizem que estes versículos se referem à autoridade do pai ou tutor, de entregar uma moça em casamento ou de proibir-lhe casar-se. Para transmitir esta idéia, certas traduções acrescentam a palavra “filha”, assim como faz a versão de Álvaro Negromonte. No entanto, há dificuldades com tal conceito. Primeiro, a passagem, em parte alguma, fala realmente sobre uma filha, o pai ou o guardião. Além disso, o 1 Co 7 versículo 37 mostra que o ponto em questão é a autoridade do homem sobre a sua própria vontade. Portanto, por que deveríamos concluir que Paulo recomendou que uma moça permanecesse solteira só porque seu pai não se sentia perturbado pela paixão sexual?

      Segundo: Outros acham que Paulo aconselhava um homem sobre casar-se, ou não, com a sua noiva. Por isso, A Bíblia na Linguagem de Hoje reza: “Se o rapaz sente que assim não está agindo certo com a noiva, e acha que sua paixão por ela é ainda muito forte, . . .” Na realidade, porém, no texto original, estes versículos não mencionam nenhuma “noiva” ou ‘prometida’. Além disso, tal conceito dá toda a ênfase no homem. Mas, pareceria coerente com o cristianismo que Paulo se preocupasse apenas com o homem, não mostrando nenhum interesse nas necessidades e nos sentimentos da mulher, que Pedro chama de “vaso mais fraco”? — 1 Ped. 3:7.

      Terceiro: Mais outros dizem que 1 Coríntios 7:36-38 envolve casais cristãos que conviviam juntos, mas como celibatários, tendo renunciado às relações sexuais por motivos espirituais. Por isso, a tradução de Moffatt, em inglês, reza: “Se alguém achar que não se está comportando devidamente com a donzela que é sua noiva espiritual, . . .” E A Nova Bíblia Inglesa fala sobre sua “parceira no celibato”.

      Todavia, tal interpretação entra em conflito com o que o apóstolo aconselhara antes, no capítulo sete de 1 Coríntios. Paulo, nos 1 Cor. 7 versículos três a cinco, havia mencionado a possibilidade de o casal abster-se temporariamente das relações sexuais por acordo mútuo. Mas, ele disse depois que devia ajuntar-se novamente para não cair em tentação. Também, se Paulo se referisse a pessoas casadas entre si que viviam como celibatários, então por que recomendava que se casassem, se a paixão sugerisse a necessidade disso?

      Se estes três conceitos, refletidos em muitas das Bíblias populares, não parecem harmonizar-se com as palavras de Paulo em grego, nem com o cristianismo, há uma versão mais adequada, que transmita o sentido correto?

      Conforme já mencionado, a principal dificuldade envolve a frase “a virgem dele”. Sobre isso diz uma nota ao pé da página da Emphatic Diaglott: “Parthenos, costumeiramente traduzido por virgem, tem sido vertido como significando também o estado de virgindade ou celibato.” O Dr. G. R. Berry apresenta a versão interlinear grega-inglesa como segue: “comporta-se impropriamente com virgindade sua”. Isto significa que a “virgem” mencionada aqui não é a de outra pessoa, mas é a virgindade da própria pessoa. Muito antes de se publicar a Tradução do Novo Mundo, algumas versões em inglês já transmitiam esta idéia. A tradução de J. N. Darby reza: “Mas se alguém achar que se comporta impropriamente com a sua virgindade, . . . faça o que quiser, ele não peca.” (Veja também a Bíblia de J. B. Rotherham.) Tal tradução ajusta-se tanto ao texto grego como às palavras anteriores de Paulo, incentivando o celibato. — 1 Cor. 7:29-35.

      Portanto, Paulo, em 1 Coríntios 7:36-38, exorta as pessoas a considerarem as suas próprias necessidades. Já passou alguém do tempo em que o interesse sexual se tornou forte pela primeira vez?a Neste caso, se ele ou ela achar melhor casar-se, não há pecado em fazer isso. Mas o cristão que consegue dar lugar ao celibato, terá menos distrações e mais liberdade para servir ao Senhor.

      [Nota(s) de rodapé]

      a Sobre a expressão “além da flor da juventude”, veja A Sentinela de 1.º de julho de 1975, pp. 415, 416.

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