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  • Índios do Panamá — relance do passado
    Despertai! — 1972 | 22 de março
    • têm demonstrado ser, sem comparação, o que acata mais favoravelmente a pregação das testemunhas de Jeová. Apenas no ano passado, tive o prazer de visitar, por uma semana, um povoado guaymi remoto, cuja maioria das famílias são testemunhas de Jeová. Eu e meu colega voamos da Cidade do Panamá até Changuinola, e tomamos um trem dali para Almirante. Fizemos o restante da viagem de canoa até o nosso destino, o povoado de Cayo de Paloma.

      Ali, na praia, um grupo de índios nos aguardavam e nos fizeram sentir como se estivéssemos em casa. Uma família inteira saiu de sua casa de dois cômodos e disse: “Nossa casa agora é sua.” Outra senhora preparou hospitaleiramente comida e a trouxe a nós. Incluída nas atividades de nossa visita se encontrava a dedicação de um local de reuniões cristãs recentemente construído, um casamento e um serviço de batismo.

      Na manhã de sábado, cinco homens índios, cada um com sua companheira e seus filhos, vieram para legalizar sua união em’ harmonia com os requisitos bíblicos. Ouviram o discurso bíblico que explicou os propósitos, os deveres e as obrigações do casamento cristão. Mas, antes da troca de votos, as cinco mulheres saíram todas, abruptamente, depois de uma consulta rápida e sussurrante. Minha consternação foi subitamente aliviada. Simplesmente saíram para vestir-se para o casamento! Dentro de dez minutos, todas elas entraram de nôvo, resplandecentes em longas vestes brancas, embora descalça. Ocuparam seus lugares e se uniram em casamento legal.

      Um pouco depois, nas águas do oceano que lhes fornece grande parte de seu sustento, três deste grupo, junto com duas outras pessoas, foram batizados como discípulos de Jesus Cristo. Assim se juntaram a muitos outros índias panamenhos no serviço dedicado a Deus.

      Após o batismo, almoçamos. Os caçadores índios nos forneceram um porco selvagem, outros mergulharam com lanças e trouxeram peixes. Algumas famílias trouxeram galinhas e outras um porco domesticado. Ainda outras trouxeram arroz, tanchagem, bananas e mandioca. A maioria dos presentes se sentaram no chão ou no recém-construído local de reuniões, e comeram com as mãos.

      Daí, reunimo-nos para o programa de dedicação. De toda a direção vieram pessoas, até que havia 189 presentes, todos sendo guaymis, exceto eu e meu companheiro de viagem! Juntamo-nos em dar graças a Jeová, o Criador do homem, pelo fato de que “Deus não é parcial, mas, em cada nação, o homem que o teme e que faz a justiça lhe é aceitável”. — Atos 10:34, 35.

      Visitar os índios do Panamá é deveras como fazer um relance à vida em priscas eras. Mas, ao reiniciarmos a viagem de volta para casa, depois de visitarmos os guaymis, não pude deixar de refletir na unidade e fraternidade que o entendimento da Palavra de Deus, a Bíblia, pode produzir entre os povos, apesar das diferentes formações e costumes.

  • Respeito pela bandeira
    Despertai! — 1972 | 22 de março
    • Respeito pela bandeira

      ◆ Uma testemunha de Jeová de doze anos de idade em Renton, Washington, teve a seguinte experiência na escola, certo dia: Durante a cerimônia de saudação à bandeira, seus colegas se comportaram tão mal que a professora disse que sentia vergonha da maneira de eles mostrarem desrespeito à bandeira pela sua conduta ruim. Daí, disse ela: “B——— B——— é uma das testemunhas de Jeová e não saúda a bandeira [por motivos religiosos]. Mas, ele mostra certamente respeito a ela pela sua conduta excelente enquanto ela está sendo saudada.” Daí então falou aos alunos mal comportados que seria melhor que eles se portassem duma forma digna e não saudassem a bandeira do que saudá-la e empenhar-se numa conduta tão desrespeitosa.

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