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  • Deu-se-nos um objetivo na vida
    A Sentinela — 1977 | 15 de setembro
    • anciãos cristãos. Um de meus irmãos está na obra de circuito, nos Estados Unidos, e o outro serve como coordenador de filial no país antilhano da República Dominicana. E ambos os meus progenitores ainda estão no serviço de pioneiro!

      Nossa experiência pessoal induz-nos fortemente a incentivar os jovens a tomarem a obra de testemunho por tempo integral como seu objetivo, sim, a fazerem do serviço a Jeová Deus sua carreira vitalícia. E aos pais dizemos: Seus filhos não servirão automaticamente a Jeová. Terão de dar-lhes este objetivo na vida. Se fizerem isso, posso assegurar-lhes de que lhes serão para sempre gratos.

  • O casamento — um arranjo honrado na Palavra de Deus
    A Sentinela — 1977 | 15 de setembro
    • O casamento — um arranjo honrado na Palavra de Deus

      “O matrimônio seja honroso entre todos.” — Heb. 13:4.

      1. Como reagiu Adão quando viu sua consorte pela primeira vez e por que poderia ter sido seu casamento de infindável alegria?

      O CASAMENTO entre um homem e uma mulher deve ser a ocasião mais feliz. Foi assim para o primeiro casal humano. Evidentemente, depois de esperar por um tempo, quando Adão finalmente viu a mulher que havia de ser sua consorte, exclamou poeticamente: “Esta, por fim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne.” (Gên. 2:23) Toda a sua vida de casados podia ter sido de infindável alegria, porque seu Criador fizera todas as provisões para exatamente tal vida.

      2. (a) Pode o casamento ser fonte de felicidade nas condições imperfeitas? (Pro. 5:18) (b) Com que sentimentos associam Jeremias 7:34 e Isaías 62:1, 5, o casamento?

      2 Mesmo agora, em condições imperfeitas, resultantes da rejeição do governo soberano de Deus por aquele par original, o casamento pode ser fonte de genuína felicidade, quando se faz um esforço sincero de fazer vigorar os princípios bíblicos. Os casamentos são amiúde citados, tanto nas Escrituras Hebraicas como nas Gregas Cristãs, como representativos de ocasiões felizes entre os servos de Deus. (Gên. 24:67; Cântico 3:11; João 3:29) Predizendo a desolação que sobreviria à infiel Jerusalém, Jeová disse: “Eu vou fazer cessar nas cidades de Judá e nas ruas de Jerusalém a voz de exultação e a voz de alegria, a voz do noivo e a voz da noiva; porque a terra se tornará nada mais que um lugar devastado.” (Jer. 7:34) Sim, a ausência de casamentos seria típica da perda de alegria e exultação, causada pela devastação. Em contraste, falando do restabelecimento do Israel, depois do exílio, o profeta de Jeová disse a respeito de Jerusalém que “Deus exultará sobre ti com a exultação de um noivo sobre a noiva”. — Isa. 62:1, 5.

      UM ARRANJO A SER ALTAMENTE HONRADO

      3. (a) Por que deve o leito conjugal ser mantido imaculado? (b) Qual é a única base bíblica para o divórcio?

      3 Em vista de sua origem divina e da óbvia bênção de Jeová sobre o arranjo, é fácil de ver por que o inspirado apóstolo deu a seguinte exortação aos hebreus: “O matrimônio seja honroso entre todos e o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os fornicadores e os adúlteros.” (Heb. 13:4) Há um motivo muito forte para se manter o leito conjugal sem mácula. Depois de descrever a criação do homem e da mulher por Deus, Jesus citou Deus como dizendo: “Por esta razão deixará o homem seu pai e sua mãe, e se apegará à sua esposa, e os dois serão uma só carne.” Mostrou assim que as palavras registradas em Gênesis 2:24 não foram proferidas por Adão, mas por Jeová Deus. Jesus passou a dizer que, em vista desta união, “o que Deus pôs sob o mesmo jugo, não o separe o homem”. Declarou que o único motivo de divórcio permissível por Deus era o da “fornicação” (em grego: porneía, significando grave má conduta sexual com outra pessoa ou mesmo com um animal). — Mat. 19:3-9.

      4. Como encara Jeová Deus a desconsideração para com a permanência do arranjo matrimonial?

      4 Portanto, Jeová Deus encara como muito séria a atitude demonstrada pelas suas criaturas para com este divino arranjo matrimonial. Deve corretamente ser uma união permanente e vitalícia, dissolvida apenas pela morte de um dos cônjuges. (Rom. 7:2, 3) Advertindo seus servos em Israel contra encararem levianamente tal união, Deus disse: “‘O próprio Jeová deu testemunho entre ti e a esposa da tua mocidade, para com a qual tu mesmo agiste traiçoeiramente, embora ela seja tua parceira e a esposa do teu pacto. . . . Vós tereis de guardar-vos quanto ao vosso espírito, e que nenhum de vós aja traiçoeiramente com a esposa da sua mocidade. Pois ele tem odiado o divórcio’, disse Jeová, o Deus de Israel.” (Mal. 2:14-16) Sim, “Deus julgará os fornicadores e os adúlteros”, e os que recorrem a divórcios injustos para conseguir seus fins egoístas. Aqueles que contraem núpcias, portanto, devem dar-se conta da séria e pesada responsabilidade que aceitam. O Criador do casamento espera que seus servos o honrem e contribuam para que também outros o tenham por honroso.

      5. (a) Como deve o marido cristão tratar sua esposa? (b) Como é que a falha do marido, de não tratar sua esposa corretamente, afeta sua relação com Jeová Deus?

      5 Jeová Deus descreve a esposa dum homem como sendo sua “parceira” no pacto matrimonial. Os maridos cristãos não podem honrar o arranjo matrimonial sem honrar seu cônjuge. Conforme aconselhou o apóstolo Pedro, devem atribuir-lhes “honra como a um vaso mais fraco, o feminino, visto que sois também herdeiros com elas do favor imerecido da vida, a fim de que as vossas orações não sejam impedidas”. (1 Ped. 3:7) O marido cristão honrará a tal parceira feminina não apenas pela ternura, mas especialmente pela lealdade à união matrimonial que compartilham. Deve sempre procurar preservá-la como responsabilidade sagrada. Se a falta de delicadeza e empatia para com a sua esposa impede as orações dele, quanto mais o fará entregar-se ele a algum grau de deslealdade para com o seu cônjuge, mostrando indevido interesse em outra pessoa, fora da união. (Pro. 5:15-21) Não dar a devida honra à sua esposa significa desonrar o arranjo matrimonial e seu Criador. Mas o marido que honra este arranjo amará sua esposa como ao seu próprio corpo, estando até mesmo disposto a dar a sua vida a favor dela. — Efé. 5:25, 28-33.

      6. (a) O que requer a Palavra de Deus da esposa cristã? (b) Que bênção advém à esposa que segue o conselho bíblico?

      6 O mesmo se dá também com a esposa cristã. Ela expressa sujeição ao seu chefe marital do mesmo modo em que a congregação cristã está “sujeita ao Cristo”. Ela não lhe terá apenas respeito, mas sim “profundo respeito”. (Efé. 5:22-24, 33) Se tal profundo respeito impede que ela fale depreciativamente a ele ou sobre ele, quanto mais deve impedir que, em deslealdade, ela mostre interesse indevido em outro, fora de sua união, entregando-se a qualquer tipo de namorico. Ela nunca poderá honrar a Deus por desonrar seu marido ou a relação matrimonial deles. (Pro. 2:16, 17) Mas, se ela ‘amar seu marido e seus filhos, se for casta e operosa em casa’, mostrando um “espírito quieto e brando”, será deveras como jóia preciosa e trará louvor a Jeová Deus. Granjeará o imarcescível amor de seu marido e contribuirá para que ele seja tido em alta estima pelos seus colegas. — Pro. 31:10-12, 23, 26-31; Tito 2:4, 5; 1 Ped. 3:1-4.

      A VALIDAÇÃO DO MATRIMÔNIO NOS TEMPOS BÍBLICOS

      7. O que revelam as Escrituras sobre o modo em que a união matrimonial era estabelecida nos tempos antigos?

      7 Nos tempos bíblicos, como se realizava a união matrimonial? O casamento era principalmente um assunto familiar ou tribal. Não havia nenhuma intervenção por parte dum governo secular, nem preocupação com sua autorização ou a validação do matrimônio. Havia, porém, certas formalidades. Os acordos matrimoniais, em geral, eram elaborados pelos chefes de família. (Gên. 34:4, 6, 8-10) Pelo menos o pretendente tinha de buscar a aprovação do pai da moça com quem pretendia casar-se, assim como Jacó fez, ao se enamorar de Raquel. (Gên. 29:18-20) Podia-se perguntar à moça sobre a sua disposição, como se deu no caso de Rebeca, quando ela foi procurada para ser esposa de Isaque. (Gên. 24:8, 58) Costumava-se pagar um preço pela noiva ao pai, o qual perdia então os serviços de sua filha. — Gên. 34:11, 12; Êxo. 22:16, 17.

      8. Na antiguidade, como se tornava público que um homem e uma mulher entravam num pacto matrimonial?

      8 Assim como aconteceu no Éden, por ocasião do casamento não havia nenhuma cerimônia específica ou sermão para solenizar o casamento, mas o noivo ia à casa da noiva e a escoltava pelas ruas até à sua própria casa. Com isso declarava publicamente que a tomava por cônjuge. (Mat. 1:20, 24) Era provável que ela se preparasse de modo especial, banhando-se e usando óleo perfumado, talvez usando faixas para o busto e uma comprida veste branca, e certos ornamentos ou jóias. (Sal. 45:13-15; Isa. 49:18; 61:10; Jer. 2:32) As ruas muitas vezes estavam cheias de pessoas enfileiradas que procuravam ver os recém-casados, especialmente de virgens jovens, mostrando vivo interesse e emoção por causa do casamento. (Jer. 7:34; Mat. 25:1-6) À chegada do noivo ao seu lar podia seguir-se uma festa de casamento, na qual muitos convivas participavam da alegria, trajando-se até mesmo especialmente para esta ocasião. — Gên. 29:22; Mat. 22:2, 3, 11; 25:10.

      9. Qual deve ser o motivo mais forte para se ser fiel ao pacto matrimonial, e por quê?

      9 Por todos esses meios, tanto o noivo como a noiva tornavam público sua entrada no pacto matrimonial e sua aceitação da responsabilidade decorrente disso. Em tempos posteriores, parece que se guardavam registros escritos dos casamentos. Mais importante, porém, do que o testemunho de outros quanto à sua união, o casal apercebia-se de que Jeová Deus sabia do acordo e da união em que entravam. Este fato devia ser em muito a força primária e mais poderosa que os induzia a permanecerem leais um ao outro. Devia fazê-los esforçar-se a manter o matrimônio livre de profanação, bem como motivar profundo respeito da sua parte pelo casamento de todos os outros. — Veja Gênesis 20:1-7; 39:7-9; Jó 31:9-12; Provérbios 6:23-35.

      O CASAMENTO É USADO HONROSAMENTE PARA ILUSTRAR ARRANJOS DIVINOS

      10, 11. Como ilustram as particularidades do noivado e do casamento, nos tempos antigos, a relação de Jesus Cristo com seus associados no Reino?

      10 Todos estes aspectos do casamento

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