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  • Derive alegria do dom do casamento
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1985
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1985
w85 1/11 pp. 16-21

Derive alegria do dom do casamento

“O que Deus pôs sob o mesmo jugo, não o separe o homem.” — MATEUS 19:6.

1. Que palavras familiares de Jesus são bem conhecida na cristandade, mas que perguntas há em conexão com isso?

CONHECE essas palavras? Milhões de pessoas na cristandade, que constitui grande parte da população mundial, sem dúvida as conhecem, pois são palavras do Senhor Jesus dirigidas aos fariseus religiosos de seus dias. Embora essas palavras sejam conhecidas, que dizer do significado dessa declaração de Jesus? Será que a humanidade em geral aplica o sentido de tal recomendação? Vejamos.

2-4. (a) Qual é a situação hoje em muitos países no que diz respeito a acatar as palavras de Jesus em Mateus 19:6? (b) Que atitude revelam os que desconsideram a recomendação da Bíblia quanto à perenidade do casamento?

2 Em muitos países hoje as pessoas respeitam muito pouco o arranjo marital e a perenidade daquilo que Deus pôs sob o mesmo jugo. Em muitos países o divórcio atingiu o que se poderia chamar de proporções epidêmicas, e o quadro não é melhor nos países em que o divórcio não é permitido pelo governo, pois ali as pessoas amiúde abandonam seu cônjuge e passam a viver com outro. Portanto, a importante recomendação de Jesus em Mateus 19:6 não está sendo acatada por milhões de pessoas na cristandade e em outras partes. Dá-se isso porque a recomendação de Jesus é má, ou é porque as pessoas não escutam quando Jesus fala e pouco se importam com a sua recomendação neste respeito?

3 A evidência é que grande porcentagem das pessoas não vê o casamento como contrato vitalício, caso ele interfira com o estilo de vida e os desejos delas. Para estas, o casamento deve ser apenas um arranjo temporário, caso interfira com os seus interesses, gostos e desgostos. Assim, parece até que alguns se desfazem do cônjuge com a mesma naturalidade com que se tira um casaco ou um chapéu, sem pensar um momento sequer sobre a recomendação de Jesus aos que entram na relação marital.

4 Com a tão prevalecente atitude de que ‘todo mundo faz isso’, os que desejam seguir o conselho seguro da Bíblia podem ser influenciados de forma a se afastarem do bom ensino da Palavra de Deus. Bons conselhos são oferecidos pela página impressa e oralmente, mas deixar de acatar a recomendação da Bíblia pode levar a problemas maritais. (Veja Salmo 19:7-11.) Se adotarmos a atitude de que qualquer coisa no casamento que interfira em nosso estilo de vida, em nossos prazeres e desejos pode ser mudada simplesmente por não nos apegarmos às normas de Deus sobre o casamento, correremos perigo. Ter tal atitude nos coloca em frente a um dos maiores problemas da humanidade, o egoísmo. Pois, em geral, o egoísmo é a raiz dos problemas maritais. Por que dizemos isso?

O Papel do Pecado

5. Como descreve o apóstolo Paulo, em Romanos 7:15-20, o problema que nós temos como resultado de termos nascido sob o estigma do pecado?

5 Os homens e as mulheres, descendentes de Adão e Eva, nascem sob o estigma do pecado e da imperfeição. Isto significa que, devido à herança do pecado, o homem deixa de acertar o alvo e é desacatador da lei, dum modo ou de outro. (1 João 3:4) O apóstolo Paulo falou sobre a tremenda carga que o pecado representa para a humanidade, pois ele mesmo constatou que fazia o que não queria fazer e não fazia o que devia fazer. (Romanos 7:15-20) Qualquer pessoa que voluntariamente viola a lei de Deus é egoísta. Em certos casos pode ser egoísmo em pequena escala, mas em outros ele se torna o pleno modo de vida e o seu egoísmo se torna crasso.

6, 7. Que dois problemas o egoísmo causa no casamento, levando-nos a que pergunta lógica?

6 No arranjo do casamento, instituído por Deus, o egoísmo amiúde é a raiz do problema entre os cônjuges. A mulher que deseja ser ‘servida de bandeja’, como se diz, conforme talvez tenha sido mimada por sua mãe ou seu pai, é basicamente egoísta. O homem que depois de casado quer continuar o estilo de vida de solteiro, de estar sempre com a “rapaziada”, é basicamente egoísta. Pense em todos os tipos de desentendimentos entre marido e esposa, e verá que a raiz de muitos problemas é o egoísmo.

7 Ao enfrentar os problemas no casamento, como pode a pessoa vencer tal tendência inata para o egoísmo? Há muitas coisas que, quando aplicadas, podem ajudar um casamento ameaçado de fracasso. Mas, cada parceiro deve estar disposto a fazer a sua parte. Não se trata de avenida de mão única. Examinemos alguns dos fatores envolvidos.

Altruísmo no Casamento

8. Em que sentido é o casamento uma contínua ação de compartilhar?

8 O casamento é uma contínua ação de compartilhar, o que significa que nenhum dos cônjuges pode tratar o outro com descaso, achando que só se um dos parceiros der e o outro se beneficiar, é que tudo estará bem. Isto não resultará em bênçãos para nenhum dos dois. Por exemplo, os parentes de ambos os lados devem ser levados em consideração. Não se deve permitir que isto se torne um aspecto doloroso do casamento, isto é, que a pessoa leva em consideração os seus próprios pais e outros parentes mas não os do cônjuge. Onde a família vai passar as férias ou outros períodos de descontração não devem ser sempre decisões unilaterais. Demonstrar consideração nesses assuntos ajudará a tornar bem-sucedido o casamento. Nunca tratem um ao outro com descaso, mas, em vez disso, mostrem altruísmo. — Filipenses 2:4.

O Fator Idade

9. A que resultados desafortunados leva o conceito leviano sobre o casamento?

9 Devido ao conceito, em voga entre muitos desta geração, de que se o casamento não der certo ele poderá ser terminado com o divórcio, muitos jovens se casam com esse conceito leviano sobre o casamento. Isto pode resultar, e resulta mesmo, em muitos rompimentos de casamento entre adolescentes. Também resulta em virem ao mundo muitos filhos indesejados. Estas crianças muitas vezes crescem sem nunca saberem o que é ter uma mãe e um pai que os amem profundamente e que se interessem por elas.

10. Como pode Gálatas 5:22, 23 ser de ajuda para os que pensam em se casar?

10 Com que idade pode a pessoa começar a pensar em se casar? Não seria sábio estabelecer regras neste assunto. Contudo, as Escrituras dão bom conselho quanto ao que significa maturidade mental e espiritual — o tipo de maturidade necessário para os que ingressam na vida de casado. Queira ler Gálatas 5:22, 23, onde encontrará alistados os frutos do espírito. Examine cuidadosamente cada um dos frutos ali mencionados. Essas são as qualidades que se precisa cultivar na vida. Não é depois do casamento que a pessoa deve começar a mostrar essas qualidades, mas sim muito antes, na sua vida cotidiana como cristão.

11. Que auto-exame pode ser feito pelos que contemplam o casamento?

11 Por exemplo, é você alguém satisfeito com a vida, feliz de estar vivo, de servir os interesses do Reino de Cristo? Dá-se bem com os outros, promovendo relações pacíficas com eles? Ou é você uma pessoa briguenta, dada a acessos de ira e linguagem injuriosa? É longânime, capaz de tolerar as fraquezas de seus irmãos ou de seus pais? Ou é irascível e fica facilmente irritado quando outros não correspondem logo ao que você quer? Você se considera bondoso nos tratos com outros, é brando e faz o bem para com eles? Ou é egocêntrico, egoísta, falho em autodomínio, dado a irar-se imediatamente diante da mínima provocação? Tem genuíno amor aos outros, quer ajudá-los, faz um esforço especial, dá de si mesmo e de seus recursos para tornar os outros felizes? Ou quer que os outros lhe mostrem amor, que sempre dêem de seus recursos a você?

12. O homem ou a mulher cuja vida já tiver sido praticamente moldada antes do casamento leva que vantagem?

12 É correto dizer-se que nenhum de nós têm essas qualidades de modo perfeito. Contudo, o homem ou a mulher já moldado(a) por um certo número de anos de vida, e que teve oportunidade de cultivar tais qualidades espirituais, está em boas condições de ter um casamento bem-sucedido — em condições muito melhores do que quem só começa a tentar aprimorar esses frutos do espírito após os votos de casamento. — Veja 2 Pedro 1:5-8.

13, 14. (a) Que oportunidade com respeito a cultivar valores espirituais provê a passagem do tempo? (b) O que podem fazer os pais para ajudar a seus filhos?

13 Por que não examina honestamente a si mesmo, seus gostos e desgostos? Percebe que seu apreço pela vida tem aumentado com o passar do tempo? Tinha você aos 13 anos os mesmos valores que aos 5, ou os mesmos valores aos 20 que aos 13? O seu entendimento da vida e apreço por ela tem aumentado ou diminuído à medida que ganha maior experiência com o passar dos anos? Agora como adulto, será que você procura nas pessoas as mesmas qualidades que procurava quando criança? Não se dá muitas vezes que o “único” rapaz na vida duma moça, quando ela tem uns 16 ou 17 anos, há muito fica esquecido à medida que ela se torna plenamente adulta e atribui um valor maior às qualidades e à personalidade piedosas de um homem? O conceito dela aos 22 ou 23 anos provavelmente se centrará mais nos aspectos espirituais, mentais e emocionais de um homem, do que nos seus traços físicos. Pode-se dizer o mesmo do rapaz à medida que vai-se tornando adulto. Ao passo que amadurece, as suas esperanças e aspirações, no que tange a uma esposa, se aperfeiçoam. Quando for mais velho, à medida que mudarem seus valores, o que ele procurará num cônjuge é uma pessoa compreensiva e bondosa, apta para ser dona-de-casa e mãe, e que tenha no coração um desejo profundo de agradar em primeiro lugar ao seu Criador, Jeová, e fazer a Sua vontade. — Provérbios 31:10, 26, 27.

14 O ponto em questão é que a passagem do tempo muda o conceito da pessoa sobre os valores. Portanto, casar-se com pouca idade é algo repleto de muitos perigos. Talvez não seja possível persuadir duas pessoas bem jovens a esperar algum tempo antes de se casarem. Mas os pais, especialmente na infância de seus filhos, podem incentivá-los a pensar seriamente sobre a vida, sobre estar espiritual, emocional e mentalmente preparado para o casamento, antes de entrar num contrato vitalício com outro indivíduo, para o que der e vier.

15. Visto que casar-se quando se é mais velho nem sempre resolve todos os problemas, que conselho se dá sobre manter o conceito correto?

15 Isto não quer dizer que casar-se quando se é mais velho resolve tudo. Mesmo assim pode haver problemas, especialmente se for permitido que a atitude egoísta se infiltre e erga uma barreira entre duas pessoas. Deve-se levar em conta as necessidades mentais, emocionais e espirituais de cada um, no vínculo marital. Alguns cristãos envolvem-se profundamente no serviço secular, em detrimento de atividades congregacionais, inclusive o comparecer às reuniões e a participação na obra de pregar e de fazer discípulos. Daí, dedicando-se a muita recreação eles tentam suprir o que julgam ser uma lacuna na vida. Aparentemente eles pensam que enquanto estiverem ocupados seus problemas serão de algum modo temporariamente resolvidos e que, na Nova Ordem de coisas, aí sim eles vão cuidar das necessidades emocionais, mentais e espirituais um do outro. Mas não é assim que a vida funciona. O conselho de Paulo foi que o homem deve ter para com a esposa o mesmo desvelo que tem para com o seu próprio corpo. (Efésios 5:28) Isto significa dar atenção agora às necessidades do cônjuge, assim como ele diariamente dá atenção a suas próprias necessidades. O mesmo se pode dizer quanto à mulher.

Encarar com Equilíbrio a Vida de Casado

16-18. (a) Por que é necessário encarar a vida e o casamento de modo equilibrado, e de que modo somos alertados com respeito aos nossos anseios e às necessidades dos outros? (b) Por que é bom ponderar sobre esses assuntos antes do casamento?

16 Encarar a vida com equilíbrio ajudará a encarar o casamento com equilíbrio. A pessoa equilibrada reconhecerá que devido às tendências egoísta herdadas ela precisa constantemente lutar para vencer tais falhas. Como é fácil nunca pensar em dar primazia às necessidades de outros, em vez de aos nossos desejos pessoais! A criancinha quer para si todos os brinquedos e, geralmente, se não for bem treinada pelos pais, ela não permitirá que outros brinquem com eles. O seu egoísmo, nos anos posteriores, se estenderá para outros campos. Assim, amiúde vemos adolescentes e jovens adultos que querem as coisas exclusivamente do seu jeito, e na ânsia de satisfazer as suas próprias vontades eles não se importam de que outros possam sentir-se feridos ou sofrer. Mais tarde na vida adulta essas pessoas estão sempre almejando o que elas gostam, sem dar a mínima às necessidades de outros.

17 A pessoa equilibrada não se exclui inteiramente, mas levará sua vida pessoal dum modo que outros, também, sejam tidos em conta. Ela tentará descobrir o que poderá fazer para ajudar outros, para dar de si mesma e do que tem para beneficiar outros. Não insistirá em que o seu próprio modo de querer as coisas seja sempre o primeiro e o definitivo. O livro de Provérbios diz: “Far-se-á que a própria alma generosa engorde, e àquele que rega liberalmente os outros também será regado liberalmente.” — Provérbios 11:25.

18 Seguir tal proceder na vida de solteiro será muito benéfico para a pessoa mais tarde na vida de casado. O seu cônjuge sempre será levado em consideração em quaisquer decisões que forem tomadas. Em vez de encarar o casamento como uma experiência ou um arranjo temporário, encarará o casamento como o arranjo permanente que Jeová Deus tinha em mente quando uniu o primeiro casal no Éden. (Gênesis 2:22-24) Em todas as etapas, serão feitos esforços para preservar o casamento para ajudar o cônjuge, à medida que os dois aumentarem seu apreço por Deus e um pelo outro.

Em Suma,

19-21. (a)Como nos podemos certificar de que não encararemos o casamento como mero arranjo experimental? (b) O que devem ter em mente todas as pessoas, jovens ou idosas, que buscam a genuína felicidade no casamento?

19 “O que Deus pôs sob o mesmo jugo, não o separe o homem.” Sim, essas palavras aconselhadoras de Jesus são cheias de significado para o cristão verdadeiro. O casamento não é um arranjo experimental qual se possa simplesmente pular fora caso surjam dificuldades. Constantemente devemos combater a carne imperfeita, para mantermos sob controle a tendência humana para o egoísmo, garantindo assim aprovação de Deus. (Veja Romanos 7:21-25.) Para tornar bem-sucedido o acordo marital, ambos os parceiros devem aprender a dar e a receber, a ministrar e a como ser ministrado, e nunca tratar o outro com descaso. — Efésios 5:21-23, 28, 33.

20 E, ao passo que não se pode insistir numa determinada idade como regra ou lei para quem quer se casar, além da que é estabelecida pelo governo como maioridade, cada qual pode por certo ter presente a necessidade de crescer espiritualmente em consonância com Gálatas 5:22, 23, a fim de se tornar um cônjuge bem-qualificado. O tempo realmente muda o conceito duma pessoa. Portanto, ninguém devia casar-se precipitadamente. Que cada um cultive, primeiro, a personalidade cristã, de modo a estar adequadamente preparado para o jugo marital. E nunca se esqueça de que ninguém deve separar o que Deus uniu. — Mateus 19:4-6.

21 Por encarar a vida de modo equilibrado, e daí também o casamento, a pessoa pode encontrar genuína alegria e felicidade no arranjo que o próprio Jeová Deus fez para o homem e a mulher, conforme indicado pelo primeiro casamento, no Éden. (Provérbios 5:18) Mas, exatamente o que cada qual pode fazer na vida para revelar-se preparado(a) para assumir o papel de marido ou de esposa? Queira ler a continuação desse assunto, a respeito da personalidade de homens e de mulheres cristãos.

Em recapitulação, qual seria a sua resposta ao seguinte?

◻ Que atitudes para com o casamento devem ser evitadas?

◻ Como podem os cônjuges fazer face a tendências inatas para o pecado?

◻ Por que não devem os jovens cristãos se casar precipitadamente?

◻ Que conceito equilibrado sobre a vida de casado se recomenda?

[Foto na página 19]

Um auto-exame honesto pode revelar falhas que devemos corrigir.

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