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  • Plena aceitação do desafio do serviço de Jeová
    A Sentinela — 1972 | 1.° de agosto
    • terra, precisava ser remida e resgatada de Babilônia, a Grande.

      19. De que promessa de Jacó a Judá se apercebia Noemi especialmente, na sua condição abandonada?

      19 Este era o desafio que confrontava Noemi de Belém, da tribo de Judá, sem filhos e viúva como que abandonada, como que disciplinada por Jeová. Contudo, bem no íntimo de seu coração ardia o desejo de participar no propósito de Jeová para com as mulheres de Israel, especialmente para com umas poucas favorecidas da tribo de Judá, pois as desta tribo eram candidatas à promessa de Jacó, pai de Judá. Pouco antes de ele morrer no Egito, no ano 1711 A. E. C., Jacó abençoou Judá com estas palavras: “O cetro não se afastará de Judá, nem o bastão de comandante de entre os seus pés, até que venha Siló, e a ele pertencerá a obediência dos povos.” (Gên. 49:10) Este Siló, cujo nome significa “Aquele de quem é” ou “Aquele a quem pertence”, tinha de ser o Comandante que brandisse o bastão. Tinha de ser Aquele que segurasse o cetro real. Tinha de ser o Messias, o verdadeiro Descendente de Abraão, por meio de quem todas as famílias da terra abençoariam a si mesmas. (Gên. 22:17, 18) Filho de quem seria ele na linhagem de Judá, bisneto de Abraão! Quem seria a mãe em Judá, altamente honrada de carregá-lo ao colo? Não Noemi, podia ela pensar no próprio coração, pois não tinha filhos e estava além da idade de ter filhos. Não era de se admirar que Noemi, na sua condição desolada, exclamasse: “Chamai-me Mara.”

      JEOVÁ ABRE UM CAMINHO

      20. Que promessa de Jeová foi feita séculos depois mediante Isaías?

      20 Mas Jeová não iria abandonar esta mulher fiel, cujo clamor chegara aos seus ouvidos. Bem poderia o profeta ter-lhe dito assim como fez, falando por Jeová, séculos depois, à mulher que ela representava: “‘Escondi de ti a minha face apenas por um instante, mas vou ter misericórdia de ti com benevolência por tempo indefinido’, disse teu Resgatador, Jeová.” (Isa. 54:8) Como se daria isso com Noemi? Se ela morresse sem descendente natural, não teria herdeiro a quem deixar a propriedade de seu falecido marido. Além disso, se o propósito de Jeová, de produzir Siló da tribo de Judá, se havia de cumprir por meio dela, então precisava ter um herdeiro masculino. O que devia fazer?

      21. Que provisão fazia a lei de Israel para uma viúva na situação de Noemi, e de que modo representava isto um desafio para Rute?

      21 Novamente, a lei de Israel fazia provisões para alguém na situação de Noemi. Era a própria promessa de Jeová que nenhuma mulher fiel do antigo Israel ficasse estéril. Ele disse: “Por escutares a voz de Jeová, teu Deus: . . . Bendito será o fruto do teu ventre.” (Deu. 28:2-4) Tampouco ficaria um homem sem alguém para levar seu nome. A lei de Israel declarava: “Caso irmãos morem juntos e um deles morra sem ter filho, a esposa do morto não deve vir a pertencer a um homem estranho, alheio. Seu cunhado deve chegar-se a ela e tem de tomá-la por sua esposa, e tem de realizar com ela o casamento de cunhado. E tem de dar-se que o primogênito que ela der à luz deve suceder ao nome de seu falecido irmão, para que seu nome não seja extinto em Israel.” (Deu. 25:5, 6) Esta lei, junto com a lei do resgate, eram a única esperança de Noemi. Caso pudesse achar um irmão ou um parente próximo, Noemi poderia confiar nesta provisão da lei para achar uma saída. Mas a própria Noemi não poderia ter um filho, mesmo que se encontrasse tal parente. Sua única oportunidade dependia então de Rute, sua nora, que podia tomar o lugar dela neste arranjo e prover um descendente a Elimeleque. Como encararia Rute esta oportunidade? Estaria disposta a deixar de lado qualquer esperança própria de encontrar um jovem que lhe poderia dar algo para si mesma? Ou reconheceria neste desafio uma oportunidade de descobrir o propósito de Jeová e de adotá-lo como seu modo de vida?

      22. Quem mais, no drama profético, ficaria afetado por este desafio, e como nos deve afetar hoje seu resultado?

      22 E que dizer de Boaz e do Fulano? Como encarariam eles este desafio de prover a Noemi um herdeiro para o nome de seu falecido marido Elimeleque? Reconheceriam isso como oportunidade de participar mais plenamente no serviço de Jeová? E como nos afeta hoje este desafio e seu resultado? A maneira em que se reanimaria o espírito de Noemi, o modo em que o sonho de sua vida se cumpriria e os papéis que Rute, Boaz e Fulano desempenhariam em enfrentar este desafio são todas parte deste drama inspirador, que nos induz até mesmo hoje a adotar o propósito de Jeová como nosso modo de vida. O artigo que segue revelará o resultado.

  • Adote o propósito de Jeová como seu modelo de vida
    A Sentinela — 1972 | 1.° de agosto
    • Adote o propósito de Jeová como seu modelo de vida

      1. (a) Que atitude mental e do coração aflige hoje a humanidade? (b) Que desafio, que confrontou tanto Rute como Noemi, dá-nos uma lição de zelo e devoção?

      “A FÉ não é propriedade de todos.” Assim disse o apóstolo Paulo. (2 Tes. 3:2) Entre os muitos motivos de isto ser assim destaca-se o espírito de autodeterminação, que ficou muito forte em nosso século vinte. Esta ânsia de satisfazer os próprios desejos tem-se tornado uma religião, relegando-se ao segundo plano o amor ao Criador e sendo o coração e a mente completamente subvertidos pela indiferença para com Seu propósito. Quão reanimador deve ser para Jeová e que exemplo é para nós observar os que altruisticamente aceitaram o desafio do serviço de Jeová e adotaram o propósito dele como seu modo de vida. Um exemplo notável disso é o de Rute, na antiguidade, que deixou atrás o seu próprio povo e o seu lar em Moabe e acompanhou sua sogra enviuvada Noemi de volta a Belém. Sendo também viúva, bem que podia estar interessada em achar um marido em Moabe e em estabelece-se num ambiente familiar para constituir família. Mas o amor de Rute a Noemi e à adoração de Jeová induziram-na a abandonar tudo e a acompanhar Noemi de volta a Israel. Neste ambiente desconhecido, o altruísmo de seu amor foi posto à prova até o limite, mas o seu desejo sincero de adotar o propósito de Jeová como seu modo de vida sustentou-a e induziu-a a enfrentar este desafio sem um instante de hesitação. O resultado disso para Rute e Noemi, bem como os próprios eventos que levaram a ele, fornecem-nos uma lição inspiradora de zelo e devoção.

      2, 3. A que se refere nos tempos modernos a volta de Noemi à sua pátria, junto com Rute?

      2 Era o tempo da ceifa da cevada, o que significa que era depois da celebração da Páscoa. Era a primavera, tendo acabado as chuvas do inverno, e havia então uma colheita em Belém-Judá. Ela era novamente o lugar de pão, depois de dez longos anos de fome. Noemi havia passado estes anos em Moabe, onde havia perdido seu marido Elimeleque e seus dois filhos, um dos quais fora Malom, marido de Rute. Agora, Noemi estava novamente em casa, junto com Rute, gozando do favor divino. Haviam

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