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  • É falho o arranjo marital?
    Despertai! — 1979 | 22 de março
    • relacionamento eles terão o maior êxito. Quando fazem sua parte dentro do arcabouço que Ele estabeleceu, conseguem-se os melhores resultados. — Gên. 1:26-28; 2:18-25.

      Para expressar o amor humano entre um varão e uma mulher, a bem da segurança e da permanência, e para a criação dos filhos, não existe substituto para o casamento.

      NÃO, NÃO É O CASAMENTO QUE É FALHO. A FALHA BASICAMENTE É DAS PESSOAS QUE O UTILIZAM ERRONEAMENTE.

      Por conseguinte, quem deseja viver contente não deve deixar-se levar de roldão pelas filosofias errôneas, tentando encontrar meios de degradar ou eliminar o casamento, como se a culpa fosse dele. A busca deve ser no sentido de encontrar meios de trabalhar pelo seu melhoramento e preservação, meios de ajudar a solucionar os problemas conjugais.

      Mas se o casamento foi feito para o homem e a mulher, por que tem havido tremendo colapso dele em nossos tempos? O que está errado?

  • Por que se rompem os vínculos matrimoniais
    Despertai! — 1979 | 22 de março
    • Por que se rompem os vínculos matrimoniais

      OS CONSELHEIROS matrimoniais deste mundo indicam muitas razões para o colapso dos vínculos matrimoniais em nossos tempos. Todavia, poucos de tais conselheiros levam em conta a causa mais fundamental.

      Sem considerar a causa básica, o conselho deles, ao passo que talvez seja útil, amiúde não basta. Com efeito, tais conselhos podem até mesmo ser contraditórios, visto que há tanta variedade de opiniões.

      A situação pode ser assemelhada à da pessoa que toma aspirina para sua dor de dentes. Poderá ajudar a aliviar a dor, mas não atinge a raiz do problema. Quando se determina a causa básica, e ela é devidamente tratada, pode-se eliminar então a dor.

      Assim, também, há mister de se chegar à causa básica dos problemas conjugais. Daí, os problemas podem ser solucionados, sem se ter de eliminar o arranjo em si. Não é preciso, por assim dizer, ‘matar o doente para curá-lo da doença’.

      Mas antes de analisarmos a causa básica, quais são, em resumo, alguns dos motivos mais evidentes dos fracassos matrimoniais da atualidade?

      Casar-se Jovem Demais

      Uma fruta colhida cedo demais, antes de amadurecer, pode ter gosto amargo. Similarmente, os que se casam jovens demais amiúde colhem uma safra amarga. O mais elevado índice de fracassos conjugais se encontra entre os casais muito jovens, especialmente os adolescentes. Quanto mais jovem for o casal, maior será o risco.

      A revista Women’s Weekly, da Austrália, expressou-se sem rodeios: “Casar-se aos 18 anos é tolice. Você é tão jovem! Não viveu ainda o suficiente. Não sabe ainda quem é e faz decisões imaturas. Pequenas coisas, que são importantes então, não são mais importantes depois.” Sim, é preciso tempo para chegar a conhecer a si mesmo, e também para chegar a conhecer um cônjuge prospectivo.

      Grande parte do “amor” juvenil não é amor verdadeiro, de jeito nenhum, mas fascinação, atração física. Mas isso não basta no casamento. Pode-se deduzir isto também no caso em que se dão rédeas soltas à paixão, antes do casamento, e a jovem fica grávida. O par se casa, apenas para divorciar-se dentro em breve.

      Na França, “85% dos casais que se divorciam antes de dois anos de casados já esperavam seu primeiro filho antes de se casarem”, afirma o livro Le Divorce a la Carte (Divórcio à la Carte). Nem a atração sexual nem o bebê foram suficientes para mantê-los casados.

      Expectativas Irreais

      Muitas pessoas têm idéias irrealísticas sobre o amor, o sexo e o casamento. Estas podem provir da televisão, de filmes, livros, revistas, amigos, ou das próprias fantasias da pessoa. Quando tais idéias não se consumam no casamento, o indivíduo culpa o cônjuge, ou o arranjo marital, ao invés de suas falsas expectativas.

      No caso de alguns, o desejo de casar-se sobrepuja a necessidade de encontrar um cônjuge verdadeiramente apropriado. Acham que, embora a pessoa com que se casam talvez não seja tão apropriada, ‘as coisas irão dar certo, de algum jeito’. Acham que qualquer casamento é melhor do que nenhum. Ou imaginam que mudarão a outra pessoa, depois de se casarem.

      Mas as estonteantes estatísticas de divórcio mostram que tais expectativas amiúde são irreais. Muitas vezes, isso não ‘dá certo, de algum jeito’. As mudanças esperadas não ocorrem. O casal verifica que ‘simplesmente qualquer casamento’ não é melhor do que nenhum. Seu desejo posterior de divorciar-se mostra que consideram o casamento ruim como sendo pior do que nenhum casamento.

      Formação

      Como uma pessoa é criada amiúde influencia o rumo que o casamento dele ou dela tomará. Uma atmosfera ruim no lar pode ameaçar um futuro casamento. Muitos que até mesmo tinham desprezado as más ações dos seus pais amiúde verificam que imitam o mau comportamento deles, mais tarde. Neste respeito, certa esposa afirmou:

      “Mamãe costumava criticar o papai e lançar coisas sobre ele quando ficava irada. Embora eu me odeie por causa disso, tenho tendência de amolar meu marido e lançar coisas sobre ele quando fico transtornada. É como se mamãe ‘me ensinasse’ a viver desse jeito com meu marido. Gostaria que me tivessem ensinado a solucionar problemas com um marido, e não a criá-los.”

      Outro aspecto da formação de um casal tem que ver com seus interesses serem muito diferentes. De início, tais diferenças podem parecer interessantes. Mais tarde no casamento, porém, quando a novidade destas diferenças já passou, podem tornar-se pontos de fricção. Quanto mais diferenças houver nos gostos e aversões, tais como os gostos quanto à comida e à roupa, ou atitudes quanto ao trabalho, ao dinheiro, à política, à religião e a outras coisas, tanto maior a probabilidade de discutirem sobre elas após o casamento.

      Os opostos talvez se atraiam, de início, mas eles podem repelir-se, mais tarde. Tem-se verificado que, quanto mais coisas as pessoas tiverem em comum, já de início, tanto menores serão as áreas de conflito mais tarde, no casamento.

      Pressões de Emprego e de Dinheiro

      Quando um marido se torna envolvido demais em seu trabalho e com as pessoas em seu trabalho, ele negligencia a esposa. A esposa começa a ressentir-se disto, e talvez se sinta restrita por ter de cuidar da casa e dos filhos.

      Por outro lado, algumas esposas, que trabalham fora, para tornar sua vida ‘mais interessante’, e não devido à necessidade econômica, podem gerar ressentimento em seus maridos. O homem talvez ache que sua esposa está negligenciando os interesses dele, o lar, e a criação dos filhos.

      Nestes dias de elevados preços, muitas esposas trabalham fora para ajudar a sustentar a família. Surgem problemas, em tais circunstâncias, quando o marido espera que sua esposa faça, assim mesmo, todas as tarefas domésticas. Ela acha que isto é injusto, o que é mesmo, e seu relacionamento se torna tenso.

      Às vezes surgem dificuldades quando o marido não consegue encontrar um emprego apropriado para prover bom sustento para a família. Nesta situação, talvez comece a sentir perda do respeito próprio, e talvez até comece a beber em excesso. Isto agrava ainda mais uma situação já ruim, a esposa tornando-se ainda mais frustrada.

      Os problemas financeiros, uma das principais causas das dificuldades maritais, com freqüência surgem porque as pessoas não querem reduzir sua ânsia por coisas materiais desnecessárias. Seus desejos excedem em muito suas necessidades, e compram mais do que precisam.

      Isto amiúde tem ocorrido com muitos casais jovens que desejam os bens que vêem anunciados ou que observam as pessoas mais velhas usufruírem. Esquecem-se de que tais pessoas mais velhas tiveram de trabalhar muitos anos para obtê-los. Assim, o casal jovem mergulha fundo em dívidas, gastando mais do que ganha. Ambos talvez tenham de trabalhar para manter seu estilo de vida, e, não raro, mesmo isso não lhes dá suficientes rendimentos. Também, nessa mesma época, talvez a esposa tenha um filho, e não possa mais trabalhar fora. Assim, não há dinheiro suficiente para pagar as contas. Surgem a amargura e acusações mútuas.

      Falta de Comunicação

      Esta razão comum centraliza-se na falta de disposição dos cônjuges de conversar sobre as coisas, entre si, num modo calmo e aberto. Produz mortífero efeito sobre muitos aspectos do casamento.

      Usualmente, é a esposa que acha que o marido não se interessa no que ela pensa, afirma ou faz. Ela talvez se queixe de que o marido não escuta quando ela fala. Assim, ela se sente isolada, desamada, sem um companheiro (que o marido deveria ser). Destarte, o casal se separa.

      No entanto, em muitos casos, a falta de comunicação não é a causa dos problemas. É o resultado. Outra coisa deve ter ido mal, e uma manifestação disso é que o casal passa a manter boas palestras cada vez menos.

      Alcoolismo

      O alcoolismo é um dos principais destruidores de lares. Dezenas de milhões de pessoas, através do mundo, são alcoólicos. Dezenas de milhões de outras estão bem perto do etilismo.

      O beber poderá ser causado por um desejo de ‘divertir-se’, ou de ‘sentir-se bem’. Mas poderá também resultar de outras dificuldades que a pessoa tenha de enfrentar, as quais tente reduzir ou delas fugir por beber. Mas, beber demais certamente agravará quaisquer problemas que já existam inicialmente.

      O cônjuge que não bebe demais é, usualmente, relegado pelo que bebe. Grande porcentagem de divórcios alista o alcoolismo por parte de um dos cônjuges como a causa principal.

      Triste é que os filhos de pais alcoólicos mais tarde apresentam, eles próprios, maior grau de problemas com a bebida. Este “treinamento” ou “condicionamento” doméstico inicial é transferido para o casamento, onde sofrem muitos dos problemas que seus pais tiveram, devido a beberem demais.

      Problemas Sexuais

      A incompatibilidade sexual é outra das razões principais citadas para os rompimentos conjugais. O marido talvez expresse dessatisfação porque sua esposa não está tão interessada quanto ele nas relações sexuais. A esposa se queixa de que o marido é egoísta e não considera as necessidades emocionais dela.

      A atitude permissiva hodierna para com o sexo não tem ajudado muito. Há muitos homens, em especial, que acham que se lhes deve permitir a satisfação de todos os seus desejos sexuais, e, quando a esposa não os satisfaz, procuram outras parceiras. A esposa, por sua vez, talvez procure uma relação adúltera com alguém a quem ela considera mais compreensivo. Mas, com o tempo, tais infidelidade extraconjugais envenenam o matrimônio.

      Em muitos países, considera-se expressão da masculinidade que o homem tenha ‘casos’ com outras, até mesmo gerando filhos ilegítimos. Os homens talvez gastem grande parte do dinheiro da família com tais ‘casos’, tornando menor o total disponível para a esposa e os filhos legítimos. As esposas, em geral, ficam iradas com isto.

      Divórcio Mais Fácil

      Nos anos recentes, as mudanças na lei tornaram muito mais fácil o divórcio. Em alguns locais, há agora o ‘divórcio a pedido’, não sendo necessário fornecer nenhum motivo, além de o desejo de divorciar-se.

      Visto que tais leis de divórcio mais fácil se tornam cada vez mais a regra, muitos adotam a idéia de que ‘sempre podem obter um divórcio, se o casamento não der certo’. Mas essa mesma atitude pode ser prejudicial. Pode fazer com que a pessoa se torne mais descuidada quanto ao modo de escolher um cônjuge. E, quando surgem dificuldades no casamento, talvez haja menos inclinação de empenhar-se em solucioná-las.

      Estas, então, são algumas das razões mais comuns para o dilúvio de fracassos matrimoniais nos anos recentes, e, naturalmente, há ainda outras. Para ajudar as pessoas a enfrentá-las, os conselheiros matrimoniais deste mundo oferecem muitos conselhos—alguns bons, outros inadequados, alguns contraditórios, e alguns que são simplesmente péssimos.

      Por que existe tal confusão? Porque só poucos de tais conselheiros atinam com a causa básica. Até que se faça isto, e se apliquem os remédios apropriados, a ameaça de fracasso matrimonial subsiste.

      Já vimos algumas das razões mais evidentes para o fracasso matrimonial. Mas existe uma causa mais profunda. Qual, então, é a raiz dos problemas matrimoniais? E o que é preciso para se obter a felicidade em tal arranjo?

      [Fotos na página 13]

      É o seu casamento perturbado por . . .

      . . . Problemas Financeiros?

      . . . Silêncio?

      . . . Alcoolismo?

  • A causa básica dos fracassos conjugais
    Despertai! — 1979 | 22 de março
    • A causa básica dos fracassos conjugais

      QUAL é a causa básica do dilúvio de fracassos matrimoniais nos nossos tempos? Por que se acha em tais dificuldades o próprio casamento?

      Poderíamos ilustrar a resposta da seguinte forma: Quando algo anda errado num computador complexo, quem é chamado para consertá-lo? Não é outro computador. Ao invés, chama-se uma mente superior, um técnico perito em computadores, preferivelmente o projetista ou fabricante, alguém que realmente saiba das coisas.

      Quem, então, devemos chamar para “consertar” as relações humanas matrimoniais quando entram em colapso? Outros humanos, cujo conhecimento é também limitado? Não. Como se dá com a falha do computador, faria muito mais sentido consultar uma mente superior, alguém que realmente conhecesse o assunto, preferivelmente o projetista ou fabricante.

      Quem seria este? O Criador dos humanos e o Originador do casamento, Jeová Deus. Visto que ele projetou a humanidade e o casamento, sabe muito melhor do que ninguém por que ocorrem as falhas e o que é preciso para que os relacionamentos humanos dêem certo.

      Causa Básica

      Isto, então, nos traz à causa mais básica, a causa subjacente, dos fracassos matrimoniais. Trata-se do seguinte: Um dos cônjuges, ou ambos, ignora as leis e princípios para a felicidade marital, delineados por Jeová Deus, Aquele que fez os humanos e o casamento.

      Quando os casais cooperam dentro do esquema dessas leis e princípios sábios, práticos, o casamento terá êxito. Mas quando os mesmos são ignorados, não tarda muito a haver dificuldades.

      Essa fórmula para a felicidade marital não provém de nossa imaginação. Acha-se registrada no guia, do qual o Criador é o autor, para nosso proveito — sua Palavra, a Bíblia.

      Objeções

      No entanto, muitos objetam, afirmando: ‘Mas a Bíblia e a crença em Deus há muito existem nos países “cristãos”, e isto não impediu que houvesse fracassos matrimoniais.’

      É mesmo. Todavia, simplesmente viver num país que afirma ser cristão não o torna um país cristão; nem torna cristãs as pessoas que moram ali. Simplesmente possuir uma Bíblia não significa que a pessoa viva segundo seus padrões. A realidade é que a maioria dos que possuem uma Bíblia não aplicam suas leis e seus princípios.

      Alguns expressam outra objeção: ‘Mas, não é verdade que existem casamentos felizes em que nenhum dos cônjuges usa a Bíblia como guia, e nenhum talvez sequer creia em Deus?’

      Isso, também, acontece. Como, então, conseguem ser felizes? Isso resulta de que, embora o façam sem intenção, os cônjuges seguem um padrão similar ao delineado na Bíblia. Quer o saibam, quer não, eles têm, segundo a consciência dada por Deus, adotado um modo de vida que está mais perto de se harmonizar com as leis e princípios de Deus para o casamento. — Rom. 2:14, 15.

      Mas contar na adoção, acidental, de fórmulas corretas para o casamento, é como esperar que possa velejar sem um leme ou navegador e, por acidente, chegar ao destino certo. Poderia acontecer por acaso, mas não seria sábio contar com isso. Um barco com leme e um navegador experiente tem muito mais probabilidade de seguir um rumo exato e chegar a seu destino.

      Similarmente, qual preferiria: Guiar um veículo através de amplo deserto, por estradas perigosas e desconhecidas, sem um mapa rodoviário? Ou usar um mapa rodoviário preparado pelo engenheiro que construiu a estrada, mapa este que já se tivesse provado fidedigno para muitos outros que fizeram a mesma viagem?

      Deus é o grande Navegador do casamento, e proveu o leme de direção em sua Palavra. Ele é o grande Engenheiro do matrimônio, tendo feito uma estrada que conduz ao êxito. E ele preparou o mapa rodoviário fidedigno.

      Falha Fatal

      Muita gente crê que o casamento tenha origem humana, que o mesmo como que evoluiu através das eras a fim de satisfazer uma necessidade humana. Outros, ao passo que talvez afirmem que crêem num Criador, fazem muito pouco esforço, ou nenhum, para verificar qual é a Sua vontade.

      Por isso, a falha fatal de todo esse amplo número de pessoas é deixar que apenas a sabedoria humana guie seu casamento. Ignoram a sabedoria superior que provém daquele que sabe mais, o Originador do casamento.

      A pessoa que depende apenas da sabedoria humana como seu guia é assemelhada, na Bíblia, a “arbusto solitário no deserto”, no sentido de que “não verá quando vier o bem”. Mas aquele que se volta para seu Criador em busca de orientação é “como árvore plantada junto às águas, que estende suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se perturba nem deixa de dar fruto”. — Jer. 17:6, 8, Almeida, atualizada; Sal. 1:1-3.

      No entanto, muitos não desejam ter a Deus em sua vida. Desejam ‘seguir sozinhos’. Com efeito, afirmam, como fizeram os descritos em Jó 21:14-16: “Os iníquos pedem a Deus que os deixe em paz; não querem conhecer a vontade dele para as suas vidas. Imaginam que não há necessidade de servir a Deus, nem qualquer vantagem de se orar a ele. Afirmam que têm êxito em sua própria força.” — Today’s English Version.

      Mas, têm mesmo? Não quando vemos a sociedade humana apinhada de destroços dos fracassos conjugais. E tais destroços surgem de se ignorar a sabedoria provinda de Deus. É por isso que a Bíblia afirma: “Há um caminho que é reto diante do homem, mas o fim posterior dele são os caminhos da morte.” — Pro. 14:12.

      Ao invés, o conselho de Deus é: “Confia em Jeová de todo o teu coração e não te estribes na tua própria compreensão. Nota-o em todos os teus caminhos, e ele mesmo endireitará as tuas veredas.” Sim, “o temor de Jeová é o início da sabedoria.” — Pro. 3:5, 6; 9:10.

      Encare a Realidade

      A verdade sobre este assunto do êxito no casamento é conforme admitiu uma autoridade dum governo da África Ocidental: “Apenas o respeito pelos princípios bíblicos tornará bem sucedido o casamento.”

      É assim que nós, humanos, fomos criados. Se ignorarmos tais princípios, originados por Deus, as conseqüências serão péssimas. É como ignorar outros princípios, ou leis, que controlam os humanos. Por exemplo, caso ignoremos a lei da gravidade e saltemos dum lugar alto, o resultado será ferimentos ou morte. Se ignorarmos as leis físicas do corpo, que exigem a ingestão de alimento, água e ar, também pagamos certo preço. Similarmente, se ignorarmos os princípios do casamento que provêm de Deus — princípios que se ajustam ao modo em que fomos criados, mental, emocional e fisicamente — pagaremos o preço do fracasso.

      Colhemos o que semeamos. (Gál. 6:7)

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