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    A Sentinela — 1969 | 1.° de janeiro
    • detraia de nenhum modo da dignidade ou da efetividade da mensagem que levam. (2 Cor. 6:3, 4) Nos anos recentes, em muitos países a barba comprida ou cabelos compridos no homem atraem de imediato a atenção e podem, na mente da maioria, qualificar tal pessoa indesejavelmente como parte dos extremistas ou dos rebeldes contra a sociedade. Os ministros de Deus desejam evitar causar uma impressão que desviaria a atenção de seu ministério ou que impediria que alguém desse ouvidos à verdade. Sabem que as pessoas observam os verdadeiros cristãos de forma mui crítica e que, em grande medida, julgam a inteira congregação e as boas novas pela aparência do ministro como representante da congregação.

      No paraíso restaurado na terra, não seria fora de ordem se os homens voltassem a usar barbas compridas, em estilo perfeito, como Adão no Éden.

      • O que deve fazer a esposa cristã se o seu marido descrente lhe pedir que visite a família dele para tomarem uma refeição num feriado do mundo? — B. S., EUA.

      Isto coloca a esposa cristã em situação difícil, porque estão em jogo uma série de fatores. Provavelmente ela pensará de imediato em dois fatores que envolvem sujeição. Ela tem a obrigação bíblica de estar sujeita a seu marido. (Tito 2:4, 5) Todavia, tem também a responsabilidade de ser obediente a Jeová, que exerce a suprema chefia sobre ela. — Heb. 12:9.

      A posição cristã sobre feriados do mundo tais como o Natal é bem clara. O único dia de guarda especial no que toca aos cristãos é o aniversário da morte de Cristo. (Luc. 22:19, 20) Seria errado participar em celebrações religiosas que, embora sejam associadas com eventos bíblicos, acham-se saturadas de paganismo, tais como o Natal e a Páscoa. (2 Cor. 6:14-18) Mas, enquanto vivermos neste velho sistema de coisas, provavelmente teremos algum contato com pessoas que celebram feriados baseados na adoração pagã. (1 Cor. 5:10) Estas talvez incluam parentes.

      Se, a pedido do marido, a esposa cristã realmente o acompanhe numa visita a parentes num feriado do mundo, a conduta dela deixaria sem dúvida bem claro que ela não celebrava o feriado. Os parentes talvez a saudassem com uma saudação especial do feriado, mas ela não proferiria uma saudação do feriado em resposta. Talvez utilizassem a visita como ocasião de dar presentes, mas ela não daria presentes. Com efeito, ela nem sequer compartilharia do espírito festivo da época de festas. Assim, tornar-se-ia evidente que a visita dela para compartilhar uma refeição não era algo especial da parte dela, por causa do feriado.

      Se ela falasse com jeito e respeito ao marido de antemão, explicando a situação embaraçosa que talvez surgisse se os parentes realmente programassem atividades festivas e ela não compartilhasse destas com eles, ele talvez decidisse programar a visita para outro dia. (1 Ped. 3:15) Uma vez que ele entendesse plenamente a posição bíblica dela, ele talvez ficasse mais inclinado a se decidir em favor de um proceder que seria mais apropriado para todos os envolvidos.

      Se, depois de ouvir a explicação dela, ele ainda insistisse em que ela o acompanhasse, a esposa teria de fazer uma decisão pessoal quanto a se ela deveria ou não fazer isso. Ela talvez concluísse que, como cabeça da família, ele tem a responsabilidade de prover alimento para a família. (Col. 3:18) Neste caso, o cabeça dela, seu marido, talvez estivesse fazendo arranjos para a refeição dela deste modo, na casa da família dele, porque ambas as famílias estão livres do trabalho secular e torna-se possível uma visita. Só porque é a data de um feriado mundano não torna errado compartilhar uma refeição com os parentes da pessoa. Ela poderia testemunhar durante tal refeição.

      Note o princípio em 1 Coríntios 8:8: “Não é a comida que nos recomendará a Deus; se não comermos, não seremos faltosos, e, se comermos, não teremos mérito para nós mesmos.” O alimento não fica contaminado só porque é comido num feriado do mundo. O cristão o consideraria como uma refeição comum; ela não compartilharia em nenhuma saudação, cânticos, brindes do feriado, e assim por diante. Assim, simplesmente comer a refeição não seria pecado.

      Outro fator a ser considerado, porém, é o efeito que compartilhar tal refeição teria nos outros. O apóstolo Paulo adicionou em 1 Coríntios 8:9: “Sede vigilantes, porém, para que esta autoridade vossa não se torne de algum modo uma pedra de tropeço para os que são fracos.” Ao passo que o apóstolo considerava o alimento sacrificado aos ídolos, realmente sublinha a possibilidade de que outros, que venham a saber de ela visitar parentes do mundo naquele dia, talvez tropecem. — 1 Cor. 10:23, 24.

      Também, ela enfrenta perigos quanto a manter sua integridade cristã se a família fizer pressão para que ela transija. O desejo de evitar qualquer embaraço talvez exerça poderosa influência sobre ela e a leve a participar em alguma atividade religiosa apóstata. Por certo, ela se arrependeria se fizesse algo que desagradasse a Jeová. Assim, seria importante pensar no assunto bem de antemão, levando estes fatores em consideração quando se faz a decisão.

      Em última análise, ela pode pesar os fatores e então fazer uma decisão individual. (Gál. 6:5) Ela faria bem em decidir de modo a reter uma consciência cristã limpa, de poder dizer, como disse Paulo: “Exercito-me continuamente para ter a consciência de não ter cometido ofensa contra Deus e homens.” — Atos 24:16.

      • Por que diferem certas traduções da Bíblia quanto à numeração dos Salmos, e exatamente em que lugar diferem? — J. C., EUA.

      Ao passo que geralmente se concorda que o livro de Salmos continha originalmente 150 salmos, há certa incerteza quanto a como estavam divididos. Isto é ilustrado quando a pessoa compara os Salmos na Versão Almeida (Al) com os Salmos na Versão Soares (So), católico-romana. Ambas têm 150 salmos, mas sua numeração não é a mesma.

      A Versão Almeida segue o arranjo do texto hebraico Massorético (M). Visto que a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas (NM) foi traduzida diretamente das línguas originais para o inglês, segue também a numeração hebraica. No entanto, a antiga tradução das Escrituras Hebraicas para o grego, chamada de Versão dos Setenta, grega, (LXX), dispõe alguns dos salmos de forma diferente. Une os Salmos 9 e 10, bem como os Sal 114 e Sal 115 e divide tanto o Sal 116 como o Sal 147. Todavia, o total é o mesmo. A Vulgata latina (Vg) mantém as divisões encontradas no grego. Visto que a Soares e muitas outras traduções católicas se baseiam primariamente na Vulgata, a numeração em tais traduções é diferente da que se encontra em traduções que seguem o texto hebraico.

      Há razões oferecidas em apoio de ambos os lados da questão, quanto a se é ou não correta a Versão dos Setenta, grega. E é preciso admitir que não há nenhum homem atualmente que possa estar absolutamente certo de como estes salmos controversiais estavam originalmente dispostos. Muitos peritos, porém, reconhecem o peso de autoridade do texto Massorético. Mesmo que não seja tão antigo como as cópias ainda existentes da Versão dos Setenta, não é uma tradução para outra língua, como é o caso da Versão dos Setenta.

      A seguinte tabela apresenta os dois arranjos mais comuns:

      M, NM, Al etc. LXX, Vg, So, etc.

      Salmo Salmo

      1-8 1-8

      9, 10 9

      11​-​113 10​-​112

      114, 115 113

      116 114, 115

      117-146 116-145

      147 146, 147

      148-150 148-150

      Depreende-se do acima que, se a pessoa estiver acostumada a usar uma tradução que segue o arranjo hebraico, talvez tenha dificuldades em localizar certo salmo na Versão Soares ou em outra tradução que siga o arranjo da Versão dos Setenta. Como guia geral, poderia tentar olhar o salmo que tenha o número logo abaixo. Se usasse comumente a Soares, poderia adicionar uma unidade ao número quando procurasse a maioria dos salmos nas traduções que seguem o arranjo hebraico.

      Outra variação digna de nota em certas traduções envolve os números dos versos. Algumas traduções às vezes numeram os cabeçalhos ou observações introdutórias para certos salmos como sendo o verso um em tais salmos. Assim, se a pessoa localizasse o salmo correto, mas o verso parecesse estar errado, o certo bem que poderia ser o verso seguinte nessa tradução. Talvez fosse até dois versos depois, se o título ou cabeçalho fosse longo e fosse contado como versos um e dois daquele salmo, tal como no Salmo 52 (Salmo 51 na Versão Soares).

  • A juventude não é obstáculo
    A Sentinela — 1969 | 1.° de janeiro
    • A juventude não é obstáculo

      • Ao passo que a Bíblia é reconhecida como o grande manancial de sabedoria e a personificação da correta doutrina religiosa, não é necessariamente preciso a idade avançada e muita experiência para depreender algumas de suas verdades fundamentais. Como disse certa vez o homem jovem Eliú: “Não são os mais velhos que são sábios, nem os anciãos que discernem o que é justo.” (Jó 32:9, CBC) Isto foi exemplificado pela experiência relatada numa recente assembléia de circuito das testemunhas de Jeová. Uma mocinha de onze anos disse:

      “Sempre quis ter pelo menos uma pequena parte em fazer discípulos de pessoas de todas as nações. Mas, desde o meu batismo, desejava mais — desejava

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