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Por que estudar na escola?A Sentinela — 1972 | 15 de junho
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sua associação. Isto lhe servirá de proteção.
Por outro lado, se for conhecido como verdadeiro cristão, fazendo bom empenho no seu trabalho escolar, poderá dar um bom exemplo. Isto lhe dará boa reputação, bem como aos seus pais e ao Deus que adora. Poderá ser como Daniel e seus três amigos, que se esforçaram no sistema educativo da antiga Babilônia e foram elogiados pela sua diligência. Ao mesmo tempo, também tinham de lidar com pessoas sem princípios, mas colocaram em primeiro lugar sua adoração a Deus e não transigiram quanto às suas elevadas normas.
Os jovens cristãos devem achar grande estímulo e incentivo no seguinte: grande parte da habilidade e perícia que agora adquirem por fazerem empenho lhes serão mais úteis do que apenas durante o breve tempo do atual sistema de coisas. Por quê? Porque todo este sistema está chegando ao seu fim. Dentro em breve será substituído pela nova ordem justa de Deus, em que as pessoas de coração sincero poderão usufruir a vida eterna. (1 João 2:15-17) Naquela nova ordem se cumprirá a promessa de Deus: “Meus escolhidos usufruirão plenamente o trabalho das suas próprias mãos.” (Isa. 65:22) Portanto os bons hábitos de estudo e de trabalho que os jovens adquirem agora lhes darão satisfação e prazer para sempre na nova ordem de Deus.
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Verificou que a Bíblia tinha razãoA Sentinela — 1972 | 15 de junho
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Verificou que a Bíblia tinha razão
● Muitos católicos portugueses, devotos e praticantes, percebem prontamente que estamos no dia de salvação de Jeová. Um publicador colocou um folheto com uma senhora católica, que mais tarde mostrou o folheto a seu marido. Na primeira revisita, a Testemunha pôde falar com o dono da casa, bem como ler diversos textos bíblicos. O homem expressou muita dúvida de que tais textos existissem na Bíblia católica e reafirmou que sua família era católica praticante. Alguns dias depois desta primeira revisita, o homem não pode mais conter sua curiosidade. Foi a uma livraria católica e comprou “uma legítima Bíblia católica”. Pela primeira vez na vida começou a ler a Bíblia e verificou que o publicador lhe tinha dito a verdade. Iniciou-se logo um estudo bíblico. Dentro de quatro meses, este homem simbolizou sua dedicação a Jeová pelo batismo em água.
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1972 | 15 de junho
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Perguntas dos Leitores
● É correto para os cristãos celebrarem seu aniversário de casamento? — D. Y., Venezuela.
Não é antibíblico comemorarem os casados de modo razoável e modesto o aniversário de seu casamento. Mas tampouco é isso necessário.
Basicamente, um aniversário é o retorno anual do dia de um acontecimento no passado. Há aniversários de toda espécie. Os povos pagãos observavam aniversários de eventos especiais. Mas os servos de Deus também. (Êxo. 12:14, 24-27; João 10:22, 23; 1 Cor. 11:23-26) Naturalmente, tais aniversários ou comemorações registrados na Bíblia envolviam diretamente certos aspectos da adoração verdadeira. Todavia, podemos assim ver que nem todos os aniversários são proscritos como objecionáveis. Tudo depende do que se comemora e como.
É evidente que o cristão evitaria celebrações que envolvem práticas religiosas falsas ou antibíblicas. (João 4:24) Hoje em dia, normalmente, porém, o aniversário de casamento não é uma cerimônia religiosa. Mas, origina-se o costume de comemorar o casamento da antiga religião pagã? Evidentemente não. A Encyclopedia Americana (ed. 1971) diz: “O costume familiar de celebrar aniversários de casamento parece ter surgido na Europa ocidental. A referência mais antiga na literatura inglesa é do século dezessete.” — Vol. 28, p. 564.
Em alguns países é agora costume o marido e a esposa observarem de modo especial o aniversário de seu casamento. Alguns casais cristãos fazem isso também. Acham de boa consciência que podem fortalecer seu vínculo marital por refletirem tranqüilamente e em particular sobre o acontecimento alegre quando se tornaram marido e mulher. No seu aniversário, talvez pensem no progresso que fizeram em desenvolver um matrimônio feliz e renovem sua resolução de continuar nesta direção.
Outros casais talvez tenham prazer em partilhar sua felicidade no seu aniversário com alguns amigos cristãos e parentes, incluindo seus filhos. Quando se faz isso, certamente convém pensar em cautelas equilibrantes.
Em qualquer reunião social ou celebração é preciso ter cuidado de que não se perca a linha. Até mesmo uma celebração modesta pode tornar-se desregrada ou levar a conduta imprópria, conforme parece ter acontecido algumas vezes entre os judeus do primeiro século. (João 2:10) Sem dúvida, isto seria errado para os cristãos. (1 Ped. 4:3, 4) Tampouco seria próprio que os celebrantes dessem honras excessivas a humanos, como se o casal que celebra o aniversário devesse ser venerado. A Bíblia mostra claramente que a veneração pertence ao Criador, não a qualquer coisa criada na terra, quer animal, quer humana. (Rom. 1:24, 25) Se o casal foi bem sucedido no casamento, muito bem! Outros podem corretamente sentir-se felizes com eles. Mas, não devia isso também estimular o louvor agradecido ao Autor do casamento? Deve-se pensar nele e tudo o que se faz deve dar honra a Ele.
Ao fazermos estes comentários, não estamos recomendando que os casais que não têm este costume comecem agora e celebrar seu aniversário de casamento. Na realidade, não estamos nem encorajando, nem desencorajando aniversários de casamento. Cada casal pode decidir pessoalmente o que fazer, sem ser criticado pelos outros. A situação ou a consciência de um casal talvez o induza a não fazerem caso especial da ocasião. Outro casal, porém, talvez comemore o aniversário de seu casamento. Neste caso, o modo de se fazer isso deve ser decidido à luz do conselho: “Quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa, fazei todas as coisas para a glória de Deus.” — 1 Cor. 10:31.
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