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  • Façamos a nossa parte para promover uma vida feliz em família
    A Sentinela — 1978 | 15 de abril
    • também das relações maritais, mencionadas pelo apóstolo Paulo, como dar cada um ao cônjuge o que lhe é devido, na vida íntima deles. (1 Cor. 7:3-5) Será de interesse considerar esses assuntos, e, por isso, o artigo que segue tratará destes pontos em maiores pormenores, para o nosso benefício.

  • Cooperação para a união da família
    A Sentinela — 1978 | 15 de abril
    • Cooperação para a união da família

      1. (a) Que espécie de expressões e atitudes devem querer evitar as famílias cristãs? (b) Que bom conselho dá Colossenses 4:6?

      “EU NÃO LHE DISSE?” ‘‘Você nunca me escuta!” “Não lhe falei que isso ia acontecer?” Tais expressões, demasiadas vezes, tornam-se parte das discussões em família, entre os cônjuges, e entre eles e os filhos. São proferidas num tom de aborrecimento quando algo saiu errado e fora idéia do cônjuge. O sábio escreveu: “Melhor é morar numa terra deserta do que com a mulher rixosa e iracunda.” (Pro. 21:19, Almeida, atualizada) O mesmo se pode dizer a respeito de viver com um marido rixoso e iracundo. O dicionário define a palavra “rixoso” como: “Dado a rixas, briguento, provocador.” Esta forma de irritação certamente não deve existir no lar cristão. Ambos os cônjuges no arranjo marital precisam precaver-se contra isso. Um bom conselho para todos nós é encontrado nas palavras do apóstolo à congregação de Colossos: “Vossa pronunciação seja sempre com graça, temperada com sal, para que saibais como responder a cada um.” (Col. 4:6) Este tipo de resposta ao cônjuge certamente será uma bênção para ambos.

      2. Que informação oportuna sobre a benignidade foi dada aos leitores desta revista, há pouco tempo atrás?

      2 Há pouco tempo, apareceu nas páginas desta revista um artigo sobre a benignidade. Entre outras coisas, dizia o seguinte: “Aqueles que professam ser cristãos devem cuidar-se de que sua benignidade não seja inferior à benignidade . . . às vezes demonstrada por aqueles que não professam ser servos de Deus. . . . Lemos sobre atos de extraordinário humanitarismo, os quais, pelo contraste, podem revelar menos benignidade da parte de alguns que professam ser servos dedicados de Deus.” Quão lastimável seria se nós, no nosso círculo familiar de adoradores dedicados de Jeová, deixássemos de mostrar benignidade nos tratos entre nós.

      3. Como se aplica o termo “da mesma maneira” ao modo em que o marido deve lidar com a esposa?

      3 Aos maridos, o apóstolo Pedro dá excelente conselho sobre mostrarem a devida preocupação com sua esposa: “Vós, maridos, continuai a morar com [suas esposas] da mesma maneira, segundo o conhecimento, atribuindo-lhes honra como a um vaso mais fraco, o feminino, visto que sois também herdeiros com elas do favor imerecido da vida, a fim de que as vossas orações não sejam impedidas.” (1 Ped. 3:7) A “mesma maneira”, mencionada por Pedro, é delineada nas suas palavras precedentes, começando no capítulo dois de sua carta, onde ele dá conselho sobre a devida sujeição e assuntos relacionados. Falando sobre o Senhor Jesus Cristo, Pedro escreveu que este havia deixado uma norma a ser observada pelos seus seguidores. Ele disse sobre Jesus: “Quando estava sendo injuriado, não injuriava em revide. Quando sofria, não ameaçava, mas encomendava-se àquele que julga justamente.” (1 Ped. 2:23) Este realmente era um proceder benigno, um exemplo verdadeiramente digno a ser seguido da mesma maneira pelos maridos.

      4. Como devem as esposas “da mesma maneira” mostrar benignidade?

      4 Naturalmente, Pedro tinha também algum conselho sábio a ser acatado pelas esposas, “da mesma maneira”. Falou sobre as mulheres terem um “espírito quieto e brando, que é de grande valor aos olhos de Deus”. Este, deveras, é o modo benigno a ser adotado pelas esposas que professam ser servas de Jeová e de Cristo Jesus. — 1 Ped. 3:1-4.

      5. Mostre como o conselho de Pedro se aplica a todos quanto a ser benigno.

      5 Mas, não é só isso. No que se refere a mostrar um espírito benigno no círculo familiar, os pais não são os únicos que devem refrear-se de ser rixosos e reclamadores. As palavras adicionais de Pedro foram: “Finalmente, sede todos da mesma mentalidade, compartilhando os sentimentos, exercendo amor fraternal, ternamente afetuosos, humildes na mente.” Pedro falou sobre a bela recompensa que resulta de se acatar este conselho, dizendo, apenas alguns versículos mais adiante: “Porque os olhos de Jeová estão sobre os justos e os seus ouvidos estão atentos às súplicas deles.” — 1 Ped. 3:8, 12.

      A DEVIDA PREOCUPAÇÃO COM OS FILHOS

      6. (a) Na preocupação com os filhos, de que modo devem tanto o pai como a mãe assumir responsabilidade? (b) Que conselho bíblico temos a respeito da educação dos filhos?

      6 Depois, há a questão da edificação dos filhos no círculo familiar. No artigo precedente, sobre este assunto, lemos a respeito

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