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Pode-se ter fé nesta era de dúvidas?A Sentinela — 1984 | 1.° de dezembro
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incorretas que porventura tenha ouvido a respeito dela, e descubra por si mesmo o que este livro surpreendente realmente ensina.
Por exemplo, as profecias bíblicas estavam muito além da capacidade de qualquer homem ou grupo de homens idealizar. Contudo, essas profecias, às vezes escritas com centenas ou até milhares de anos de antecedência, cumpriram-se com precisão tão surpreendente que constituem evidência convincente de que a Bíblia procede de Deus e de que as promessas nela contidas realmente ocorrerão.
Há muito tempo, após anos de experiência com os modos de Deus, o idoso Josué disse aos israelitas: “Vós bem sabeis, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma, que não falhou nem uma única de todas as boas palavras que Jeová, vosso Deus, vos falou. Todas elas se cumpriram para convosco. Nem uma única palavra delas falhou.” — Josué 23:14.
Ademais, o valor da Bíblia é provado na prática. Quando os conselhos da Bíblia são aplicados, a vida das pessoas melhora e sua personalidade se modifica. Ajuda as pessoas de caráter violento e briguento a desenvolver a brandura e o autodomínio. Se alguém duvida disso, deve estudar a Bíblia. A influência que a verdade contida nela poderá ter na vida dele talvez o surpreenda. — Gálatas 5:19-23; Efésios 4:20-32.
Em vez de se tornar presa do cepticismo nesta era de dúvidas, você poderá adquirir genuína fé. Deveras, a Bíblia pode ajudá-lo a desenvolver fé sólida e vitalizadora. Mas, de que forma pode ela fazer isso?
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A família num mundo cépticoA Sentinela — 1984 | 1.° de dezembro
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A família num mundo céptico
A Bíblia tem muito a dizer a respeito da família. Declara que esta deve basear-se no amor e que está envolvido o comprometimento permanente entre duas pessoas, e para com os filhos. (Mateus 19:4-6) Mesmo em sociedades que não conheciam a Bíblia nem seguiam seus princípios, 6.000 anos de experiência humana provaram o valor da família.
Mas, muitos jovens, observando o que sai nos jornais, nos livros e na televisão, chegaram a duvidar do valor do casamento hoje. Alguns consideram o casamento restritivo, e acham que ser moralmente fiel a outra pessoa limita sua “liberdade”. Duvidando das normas morais antigas, defendem uma “nova” moralidade — que nada mais é do que a antiga imoralidade com um novo nome. Coabitam com alguém sem na verdade se comprometerem em edificar uma vida de amor, confiança e união.
O tempo passa. Eles envelhecem. Daí, quando realmente necessitam da lealdade e do apoio que deviam ter desenvolvido, muitas vezes se acham rejeitados, sós e inconsoláveis. Só então é que se dão conta de que a outra pessoa tampouco se comprometeu e não tinha intenção de restituir o tempo, o amor e a devoção quando estes realmente fossem necessitados.
Deus conhece nossa constituição. Sabe o que é melhor para nós. Seus princípios morais não podem ser desconsiderados ou rejeitados sem que haja sérias conseqüências. Isto é um fato, não importa o que o mundo céptico diga.
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