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  • A adoração verdadeira significa ação

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  • A adoração verdadeira significa ação
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1966
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1966
w66 1/3 pp. 149-153

A adoração verdadeira significa ação

1. (a) Que perguntas deve a pessoa fazer a si mesma sobre a sua religião? (b) O que deve significar para a pessoa a sua religião, e o que deve fazer se for adorador do verdadeiro Deus?

O QUE significa para o leitor a sua religião? Será que considera a religião como algo bom de se ter, mas que não atinge em grande medida as suas outras atividades, tais como os assuntos comerciais ou sociais? Acha que é parte dum bom espírito comunitário freqüentar a igreja aos domingos e contribuir para a igreja ou para algumas atividades sociais que realize e talvez empenhar-se de tempos a tempos em algum esforço comunitário que a igreja patrocine? Se considerar assim a sua religião, há algo de errado com sua adoração. Se a sua religião não o absorver completamente, moldando cada fase das atividades de sua vida, vinte e quatro horas por dia, e motivando-o à atividade real, vívida, então, há algo que falta, pois a verdadeira adoração do Deus Todo-poderoso é vibrante, revigorante, adoração de ação constante. Sabe o leitor que se for adorador genuíno de Deus, tem de ser um publicador, e tal publicação deve ser a sua principal preocupação?

2. (a) Do que tem o verdadeiro adorador de ser publicador? (b) Qual é um dos modos de termos ideia do que Jeová exige de nós, atualmente?

2 Do que é publicador o adorador verdadeiro, e até que ponto tem de ser feita a publicação? É proclamação do mais amplo sentido, pelo uso de todo meio correto, de maneira amorosa para com toda a criação. (Col. 1:23) A publicação do nome do Todo-poderoso, o Criador do céu e da terra, tem de ser feita, e tem de ser feita duma forma que torne corretamente conhecido o Seu nome. Este Deus, cujo nome é Jeová, era o Deus dos antigos hebreus, o Deus que enviou Jesus à terra e o Deus dos cristãos nestes dias. Os tratos de Jeová com seu povo da antiguidade foram norma em pequena escala do que exige de seu povo nesta época, e foram escritos para nosso conforto e instrução. Ao aprendermos a respeito da obra de publicação que ele exigiu de seu povo lá naquele tempo, temos alguma ideia da obra que deve ser feita atualmente, apenas em escala muito maior. — Rom. 15:4; 1 Cor. 10:11.

ALERTA PARA DISCERNIR BOAS NOVAS

3. (a) Que resultados obteve o povo antigo de Deus quando se esqueceram de seu nome? (b) O que fez Jeová para alegrar o coração dos cativos? (c) Que parte fez que Isaías desempenhasse, figuradamente?

3 Houve tempo em que o povo de Deus se esqueceu do Seu nome, isto é, esqueceu-se de avaliar o que representava, e, como resultado, perdeu o privilégio de publicar tal nome e foi para o cativeiro a uma potência mundial pagã, a Babilônia. Jeová deu a seu povo o aviso antecipado, antes que fossem para o cativeiro e, para alegrar os corações dos sinceros entre eles, predisse seu livramento e descreveu a ação que deveriam tomar ao serem libertos. Fez isto mediante seu profeta Isaías, a quem usou para falar como uma sentinela de visão aguda situada no local desolado da cidade de Sião, que ficaria desolada por setenta anos. A sentinela aguardaria ardorosamente o livramento e a volta dos judeus para reconstruírem o templo de Jeová e a cidade de Sião. Podemos imaginar-nos nesse lugar desolado, ouvindo a sentinela exclamar: “Quão lindos sobre os montes são os pés daquele que traz boas novas, aquele que faz ouvir a paz, aquele que traz boas novas de algo melhor, aquele que faz ouvir a salvação, aquele que diz a Sião: ‘Teu Deus tornou-se rei!’” — Isa. 52:7.

4. Que novas publicou o mensageiro, e que efeito tiveram sobre os que amavam Sião?

4 Da posição de Sião, ou Jerusalém, cerca de 600 metros acima do nível do Mar Mediterrâneo, podia-se ver o mensageiro que se aproximava, à distância, trazendo as novas eletrizantes. Quais eram as novas que publicava? Eram as novas do propósito pacífico de Jeová para com Sião, sua boa vontade, o fim do seu desfavor sobre seu povo. Aos cativos em Babilônia, que amavam a adoração de Deus, e que amavam a Sião, eram novas eletrizantes, boas novas. Eram algo de que precisavam — um deleite, uma alegria para eles.

5. Expliquem como as novas publicadas pelo mensageiro tinham que ver com o domínio e o nome de Jeová.

5 Qual era o conteúdo da mensagem? Tinha que ver com o domínio e o nome de Jeová. Durante os setenta anos de cativeiro, Jerusalém, a cidade do “trono de Jeová”, sobre o qual se sentavam os reis da linhagem de Davi, ficou desolada, vazia de todo o povo de Deus, que estava cativo. Não havia nenhum habitante na terra de Judá. Por conseguinte, parecia que, ao invés de Jeová ser o verdadeiro Rei invisível, Marduque, o principal deus de Babilônia, era rei. No entanto, trocaram-se as posições e, restabelecida a “cidade do grande Rei”, com seu templo, podia-se dizer novamente a Jerusalém: “Teu Deus tornou-se rei!” Muito embora os reis da linhagem de Davi não fossem restabelecidos no trono, todavia, o povo de Jeová estava livre e podia reconstruir a cidade de Sião. Assim, em certo sentido, a queda de Babilônia significou o estabelecimento do reino de Deus. Os pés do mensageiro que vinha com estas novas maravilhosas, embora poeirentos e cansados, pareceriam lindos aos que amavam a Sião e a Jeová Deus.

MENSAGEIROS DOS DIAS MODERNOS

6. (a) De quem foi figura o mensageiro profético? (b) Como é que sabemos que é correta esta aplicação da profecia?

6 Este mensageiro profético das boas novas era figura de algo maior, assim como Babilônia era figura duma Babilônia muito mais ampla, mencionada em Revelação como “Babilônia, a Grande”, que é o império mundial da religião falsa. O mensageiro maior é primariamente o Messias prometido, o Ungido da profecia, o Cristo, como o chamavam os judeus de fala grega. Os seguidores ungidos de suas pisadas têm de imitá-lo e seguir nas suas pisadas; portanto, também têm de se tornar mensageiros das boas novas, junto com ele como seu líder. Que tal aplicação é correta se prova pela declaração do apóstolo Paulo em Romanos 10:13-15: “Pois ‘todo aquele que invocar o nome de Jeová será salvo’. No entanto, como invocarão aquele em quem não depositaram fé? Por sua vez como depositarão fé naquele de quem não ouviram falar? Por sua vez como ouvirão, se não houver quem pregue? Por sua vez, como pregarão, a menos que tenham sido enviados? Assim como está escrito: ‘Quão lindos são os pés daqueles que declaram boas novas de coisas boas!’”

7. (a) Quem eram as sentinelas mencionadas em Isaías 52:8, e o que fazem? (b) Como se pode dizer que viram “face a face”?

7 Isaías continua a visão, como se houvesse sentinelas em Jerusalém a espera deste mensageiro glorioso, e diz, em Isaías 52:8: “Ouve! As tuas próprias sentinelas levantaram a sua voz. Continuam a clamar alegremente em uníssono, pois verão face a face quando Jeová voltar a Sião.” Assim, as sentinelas de Jerusalém seriam aqueles israelitas que ouvissem as novas sobre a restauração de Sião na frente dos outros e que se tornassem responsáveis de transmitir as novas aos demais filhos de Sião. Eram os que deveriam levantar juntos a voz, com alto brado. Bradariam em uníssono, de modo que outros soubessem das novas alegres de que Deus se tornara Rei! Quando Babilônia caiu, em 539 A. E. C., os fiéis judeus sabiam, pela profecia de Jeremias, que logo chegaria o tempo de sua libertação. (Jer. 25:11-14) Quando realmente viram Babilônia cair nas mãos de Ciro, não havia dúvida de que era obra de Jeová. Não foi Ciro, o Persa, quem fez isso pelo seu próprio poder, embora fosse general hábil. Foi somente o próprio Jeová Deus que pôde abrir as portas de Babilônia e libertá-los desta pujante potência mundial. Assim, era justamente como se as sentinelas vissem a Jeová face a face, ou olho a olho, isto é, como se tivessem os olhos voltados um para o outro, como se os olhos delas estivessem encarando os olhos dele, assim estabelecendo um contato íntimo, pessoal. — Núm. 14:14.

TEMPO PARA AÇÃO VIGOROSA

8. (a) A libertação dos israelitas da Babilônia era ocasião para o quê? (b) De que forma Jeová ‘desnudou seu santo braço diante dos olhos de todas as nações’, e com que resultado?

8 Portanto, não era tempo de lamúria, nem tempo para indiferença ou indolência. Era tempo de ação. Prossegue Isaías: “Alegrai-vos, clamai alegremente em uníssono, vós, lugares devastados de Jerusalém, pois Jeová tem consolado o seu povo; ele tem comprado de volta a Jerusalém. Jeová desnudou o seu santo braço diante dos olhos de todas as nações, e todos os confins da terra têm de ver a salvação de nosso Deus.” (Isa. 52:9, 10) Sim, era tempo de júbilo, tempo de alegria, e, portanto, tempo de publicar estas boas novas para todos que quisessem ouvir. Jeová tinha, por assim dizer, enrolado as mangas e desnudado seu braço, de modo a trabalhar em salvar a seu povo de Babilônia. Não fez isto de forma inconspícua ou em segredo, mas diante de todos, e os que moravam nas extremidades da terra habitada tinham de ouvir e ver que Deus realmente libertara seu povo. Isto significava que o nome de Deus seria exaltado e seria; aceito pelos homens como o Deus vivo e verdadeiro, e o Soberano Universal.

9. (a) Como deveriam ter distribuição internacional as novas do mensageiro? (b) O que apoiava o testemunho dos que declaravam as novas?

9 Na ocasião em que isto aconteceu, houve muitos dos judeus que moravam em partes diferentes da terra habitada. Estes judeus da Diaspora, ou dispersão, tinham de ouvir e dariam testemunho a outros sobre sua salvação e poderiam dizer deveras: “Este é o nosso Deus.” Dando mais peso a este testemunho internacional, havia o próprio fato de Sião ser restabelecida e reconstruída, provando verdadeiras as suas palavras a respeito do poder e da força de seu Deus.

10. Será que tudo o que os israelitas deveriam fazer era falar, ou o que mais?

10 Além de falar, havia ação a ser tomada da parte dos exilados em Babilônia. Isaías mostra-lhes profeticamente a sua responsabilidade, afirmando: “Desviai-vos, desviai-vos, saí dali, não toqueis em nada imundo; saí do meio dela, mantende-vos imaculados, vós, que carregais os utensílios de Jeová. Pois saireis sem nenhum pânico, e não saireis em fuga. Pois Jeová irá até mesmo adiante de vós, e o Deus de Israel será a vossa retaguarda.” — Isa. 52:11, 12.

É ESSENCIAL LIMPAR-SE DA RELIGIÃO FALSA

11. Quando é que os exilados tinham de agir, e que ação ordenavam as palavras de Deus em Isaías 52:11, 12?

11 Isto exigia ação pronta e positiva. Quando o decreto de Ciro foi expedido em 537 A. E. C., tinham de agir de imediato e desviar-se de Babilônia e sair deste lugar imundo de adoração falsa. Entenderam que Deus dizia, efetivamente: ‘Livrem-se de toda a imundície religiosa babilônica. Não deixem que nenhuma parte dela se lhes apegue. Voltem para a adoração pura de Deus. Saiam do meio dela e de sua atmosfera idólatra, difamadora de Deus. Vão para o lugar em que possam servir a Deus e limpar-se religiosamente — o lugar da adoração de Jeová.’

12. (a) Qual era a principal razão para que os repatriados fossem limpos? (b) Que motivos não tinham os que retornavam, e qual era seu principal motivo?

12 A principal razão desta admoestação de limpar-se religiosa e moralmente era que estes israelitas levariam de volta os santos utensílios que foram roubados por Nabucodonosor do templo de Jeová. Ciro permitira que estes também fossem soltos, e os que os levavam tinham de purificar-se de qualquer mancha da religião imunda da Babilônia. Isto não se deveria dar apenas de forma exterior, cerimonial, mas primariamente no coração. Os que se afastassem de Babilônia tinham de retornar santos para restabelecer a adoração de Jeová; e, isto tinha de ser assim, visto que Jerusalém estava desolada naquele tempo e os que retornavam eram apenas os que estavam inteiramente devotados e plenamente absortos em verificar que o nome de Jeová fosse exaltado. Não havia motivos políticos ou materialísticos.

13. (a) Quem obtém o crédito para a libertação dos cativos? (b) Como foi que a partida de Babilônia se comparou com a fuga do Egito nove séculos antes?

13 O povo de Jeová sabia o que fazia. Sabia que Ele os livrara e estava com ele. Assim, ao passo que abandonarem Babilônia foi algo feito rapidamente, não houve fuga em pânico. Não houve tentativa da parte deles de estabelecer sua liberdade. Esperaram até que Deus fizesse cair a Terceira Potência Mundial babilônica. Assim, nem eles nem Ciro foram dignos do crédito pela libertação deles. Verificamos que não foi como a sua partida, 976 anos antes, da terra do Egito, quando Faraó instou com eles para que saíssem, empurrou-os para fora, conforme Jeová predissera. Ao passo que não houve desordem na fuga do Egito, ainda assim os israelitas passaram por algumas dificuldades por causa da pressa, conforme Êxodo 12:30-34, 39, declara; foram expulsos do Egito e não puderam demorar-se. Não tiveram tempo de preparar provisões para si próprios. Até chegaram a levar sua massa de farinha antes que levedasse, e suas amassadeiras atadas em seus mantos, sobre os ombros. Todavia, a partida foi ordeira, conforme descrita em Êxodo 13:18: “Mas, foi em formação de batalha que os filhos de Israel subiram da terra do Egito [isto é, como um exército dividido em cinco partes, com uma vanguarda, uma retaguarda, o corpo principal e duas asas].” (Margem, da edição de 1953) Diversamente, para a partida de Babilônia, poderiam fazer preparações de antemão mais cabais, e, tendo a Jeová como sua retaguarda e seu protetor, partiram com dignidade, ordem e coragem calma.

14. Como foi que as sentinelas viram “face a face” quando Jeová reajuntou a Sião, e como foi que os repatriados se sentiram quando viram a colina onde antes estivera o templo de Salomão?

14 Os que deixaram a Babilônia foram assegurados de que poderiam alcançar Sião seguramente, muito embora percorressem uma rota deserta que se estendia por centenas de quilômetros. Tendo a Jeová adiante deles qual líder, as sentinelas poderiam, por assim dizer, ver face a face com Jeová, ao ajuntá-los de novo a Sião. Que ocasião alegre deve ter sido para os repatriados, quando surgiu em vista a colina de Jerusalém ou Sião, visto ser ela uma vista alegre para as sentinelas, quando viram vir o mensageiro da libertação. — Isa. 52:8.

MAIS DO QUE NUNCA SE REQUER AÇÃO DOS CRISTÃOS

15. Que aplicação desta profecia faz o apóstolo Paulo aos cristãos?

15 Que tudo isto foi profético para os cristãos é indicado pelo apóstolo Paulo, quando cita de Isaías 52:11, e amplia a explicação destas palavras, dizendo: “Não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos. Pois, que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão? Além disso, que harmonia há entre Cristo e Belial? Ou que quinhão tem o fiel com o incrédulo? E que acordo tem o templo de Deus com os ídolos? Pois nós somos templo dum Deus vivente; assim como Deus disse: ‘Residirei entre eles e andarei entre eles, e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo: ‘“Portanto, saí do meio deles e separai-vos”, diz Jeová, “e cessai de tocar em coisa impura”.’” — 2 Cor. 6:14-17.

16. (a) Quem são as sentinelas de Deus, atualmente, e o que vêem? (b) Que verificação deve a pessoa fazer de sua religião e de sua organização? (c) Se verificar que sua religião não é de ação em publicar o nome de Jeová, o que deve fazer, com que recompensa?

16 Atualmente, há ação para os que são cristãos. Há vasta obra de publicação a fazer, não só por pequena área do mundo, mas por toda a terra habitada. (Mat. 24:14) O povo de Deus são sentinelas. Vêem que Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa, já caiu. Acha-se exposta. Suas doutrinas falsas e o temor do homem, que uma vez os capturava, não pode mais restringi-los ou a qualquer pessoa honesta que deseje sair para a gloriosa liberdade que vem aos que adoram ao verdadeiro Deus, Jeová. Em breve, a Babilônia, a Grande, será inteiramente destruída. Portanto, urge que todo aquele que pretenda ser adorador de Deus examine sua religião e veja se tem estas boas novas para publicar. Deve também verificar se sua organização publica ou não estas boas novas, na máxima medida possível, a saber, até aos confins da terra. E tem, como tiveram os judeus fiéis ao retornarem a Sião, de absorver todo o coração, toda a mente e toda a alma na publicação destas informações a outros. Se a sua religião não é religião de ação em publicar o nome de Jeová, é mortífera. Fuja dela como sendo parte da moderna Babilônia, a Grande. Não é lugar para os adoradores do verdadeiro Deus. Venha para a posição alegre de proclamar as boas novas de que Jeová Deus se tornou Rei. Em breve, seu reino abençoará aqueles que ouvem e são movidos à ação quais publicadores das boas novas, com a vida numa terra embelezada com a paz e a prosperidade que somente o Criador dela pode conceder.

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