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  • Os cavaleiros do Apocalipse
    A Sentinela — 1962 | 1.° de julho
    • num cavalo branco. Quem é êle? Jesus Cristo. Foi êle quem recebeu uma coroa de seu Pai junto com o mandamento de travar uma guerra justa, representada pelo cavalo branco. Êste quadro faz lembrar as palavras do salmista: “Cinge a tua espada à coxa, ó Valente, com a tua glória e tua majestade. E neste teu esplendor cavalga pròsperamente, pela causa da verdade, da mansidão e da justiça; e a tua destra te ensinará cousas terríveis. As tuas flechas são agudas no coração dos inimigos do Rei, e por elas os povos caíram debaixo de ti.” — Sal. 45:3-5, Al.

      Identificando ainda mais expli̇̀citamente o primeiro cavaleiro, acham-se as próprias palavras de João, registradas em Apocalipse 19:11, 13, 14, ALA: “Eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro, e julga e peleja com justiça . . . e o seu nome se chama o Verbo de Deus; e seguiam-no os exércitos que há no céu, montando cavalos brancos, com vestiduras de linho finíssimo, branco e puro.”

      Quando saiu êste cavaleiro para vencer? Segundo profecias cumpridas da Bíblia, foi no ano de 1914. Foi então que Jeová disse ao seu Filho: “Vai dominar no meio dos teus inimigos.” (Sal. 110:2) Isto demarcou o tempo em que o dragão e seus demônios guerrearam contra Miguel e seus anjos, logo após o nascimento do reino de Deus, representado pelo nascimento de um filho varão; tudo isto acontecia no céu, enquanto as ‘nações se iravam’ na terra, em 1914. — Apo. 11:18; 12:1-9.

      OS OUTROS CAVALEIROS

      O segundo cavaleiro montava um cavalo côr de fogo ou vermelho. Tinha uma grande espada e foi-lhe concedido que tirasse a paz da terra, resultando em grande mortandade entre os homens. O vermelho se associa com a guerra porque guerrear significa derramar sangue e o sangue é vermelho. Por isso os antigos fizeram de Marte um símbolo da guerra por causa de sua matiz avermelhada. Êste cavaleiro é mencionado na grande profecia de Jesus: “Nação se levantará contra nação e reino contra reino.” Não há dúvida de que a Primeira Guerra Mundial, que começou em 1914, tenha tirado a paz da terra e resultado em muitas mortes. — Mar. 13:8.

      O terceiro cavalo era prêto, e o seu cavaleiro levava uma balança. Foi seguido de um anúncio de alta de preços: uma medida de trigo e três medidas de cevada, cada coisa por um denário, um dia de salário. (A cevada era considerada ser tão inferior ao trigo, que às vêzes os soldados romanos eram punidos por dar rações de cevada em vez de trigo.) Êste cavaleiro prefigura a fome devido à guerra. O cavalo, de modo apropriado, é prêto, pois o negror é símbolo de fome: “Escureceu-se-lhes o aspecto mais do que a fuligem; não são conhecidos nas ruas; a sua pele se lhes pegou aos ossos.” Jesus, na sua grande profecia, também associou a guerra mundial à fome: “Nação se levantará contra nação, e . . . haverá falta de víveres.” — Lam. 4:8, ALA; Mar. 13:8.

      Ter o cavaleiro uma balança na mão também indica fome. Assim se disse a Ezequiel: “Filho do homem, . . . comerão o pão por pêso e com ansiedade beberão a água por medida e com espanto; porque lhes faltará o pão e a água.” — Eze. 4:16, 17, ALA.

      Quanto ao significado da instrução peculiar dada ao terceiro cavaleiro: “Não faças dano ao azeite de oliva e ao vinho”, a própria Palavra de Deus dá a chave, pois se nos diz em Provérbios 21:17 (ALA) que “quem ama o vinho e o azeite jamais enriquecerá”. O vinho e o azeite são símbolos de luxúria, e não serem danificados indica que os ricos, apesar de a fome afetar o povo em geral, teriam seu luxo e assim tem sido.

      O quarto cavaleiro que João viu, montado num cavalo pálido ou de aparência pálida, é um símbolo apropriado da peste, de modo que, mais uma vez deparamos com a profecia de Apocalipse paralelamente com a grande profecia de Jesus: “E haverá . . . num lugar após outro, pestes.” (Luc. 21:11) Êste quarto cavaleiro e sua montaria de fato prefigurou pestes ou pragas e outras coisas bastante destrutivas de vidas humanas, especialmente no período após-guerra. “E foi-lhes dado [à Morte e ao Hades] a autoridade sôbre a quarta parte da terra, para matar com uma espada comprida, e com escassez de víveres, e com peste e por meio das bêstas-feras da terra.”

      O que dizer a respeito das “bêstas-feras” mencionadas neste versículo (8)? Nos dias de Israel as bêstas-feras constituíam outra ameaça à vida. Nos tempos modernos, porém, isto acontece só nos lugares que ficam desolados. As bêstas-feras nos tempos modernos representariam, portanto, a maneira bestial em que as vidas foram destruídas pelos governos ou organizações, em face das condições criadas pela Primeira Guerra Mundial. Quanto à expressão “a quarta parte da terra”, pode ser um jeito simbólico de dizer os quatro cantos da terra, não cobrindo necessàriamente a terra inteira.

      O quinto que se vê é o Hades, adequado como último cavaleiro. Os três que saíram logo à sua frente representam as várias coisas que causaram a morte — guerra, fome, peste e bêstas-feras. Êste último cavaleiro, o Hades, representa apropriadamente o destino de tôdas as vi̇́timas dos três cavaleiros anteriores, a saber, o Hades ou a sepultura.

      O próprio Jesus Cristo proferiu tanto a grande profecia concernente a sua segunda presença, conforme registrada por Mateus, Marcos e Lucas, nos seus Evangelhos, como a dos cavaleiros registrada por João, no capítulo seis de Apocalipse. E assim como no registro dos Evangelhos Jesus associou a sua volta com guerras, fomes e pestes, assim também na profecia de Apocalipse, a presença de Cristo, conforme indicado pelo primeiro cavaleiro que sai a cavalgar, está associada com os outros cavaleiros, que representam guerra, fome e peste para encher o túmulo comum da humanidade. Ao notarmos quão belamente estas profecias se harmonizam e como têm-se cumprido, a nossa fé se fortalece e mais do que nunca dizemos: “Seja Deus achado verdadeiro”! — Rom. 3:4.

  • Duas revistas — quatro novas testemunhas
    A Sentinela — 1962 | 1.° de julho
    • Duas Revistas — Quatro Novas Testemunhas

      Certa senhora venezuelana obteve um exemplar de A Sentinela e de Despertai! de uma Testemunha que visitava as pessoas de casa em casa. Ela as pôs de lado e as esqueceu. Daí, certo dia, o marido dela as notou entre os seus discos e as leu. Gostou tanto daquilo que leu; que foi imediatamente fazer uma visita ao escritório filial da Sociedade, fêz assinatura de ambas as revistas e obteve outra literatura bíblica. Foi-lhe estendido um convite para assistir a uma conferência pública no Salão do Reino, e, algumas semanas mais tarde, êle veio com a espôsa. Apreciou muito o discurso e ficou bem impressionado com a amistosidade das Testemunhas.

      Foram feitos arranjos para se dirigir um estudo bíblico com êle no seu lar. Pouco tempo depois as suas duas cunhadas vieram das Ilhas Canárias e participaram também no estudo bíblico e em assistir às reuniões no Salão do Reino. Em questão de cinco meses, os quatro já participavam na pregação de casa em casa. Tudo começou com duas revistas.

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