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  • Eu era comunista
    Despertai! — 1970 | 8 de agosto
    • moral não era muito elevado. Às vezes surgiam brigas e dificuldades. Dizíamos um ao outro: ‘Com certeza isto não acontece com as Testemunhas em Copenhague.’ Tínhamos presente a boa conduta das Testemunhas que conhecíamos na Suécia. Notamos que não fumavam, nem ficavam bêbedas nem se empenhavam em imoralidade. Também pensávamos em sua firme posição neutra sobre a política.

      A recusa coerente das testemunhas de Jeová em participar na guerra causara profunda impressão em nós. Os comunistas não raro falavam dos horrores da guerra e, especialmente, da guerra nuclear. Mas, não raro perguntávamos a nós mesmos: Por que os próprios comunistas não rejeitam abertamente qualquer ligação com as guerras das nações, como fazem as Testemunhas? Por que se fala tanto em não matar pessoas com bombas nucleares quando os próprios comunistas aprendem a matar com fuzis? Que diferença faz isso para as vítimas? Durante a Semana do Mar Báltico, os comunistas falaram muito sobre o Mar Báltico como o “Mar da Paz”, e afirmavam que os países em torno do Mar Báltico deveriam constituir uma zona livre da energia nuclear. Mas, por que os russos naquela ocasião acompanhavam tal afirmação com detonações de bombas de hidrogênio superpoderosas em Novaya Zemlya, a apenas 1.600 quilômetros ao nordeste do Mar Báltico?

      As perguntas cresciam. Por certo, sabíamos que os comunistas tinham suas explicações, mas, por volta dessa época, queríamos mais do que explicações — queríamos evidência de que o modo comunista podia ajudar as pessoas a viver juntas em paz. Tal evidência era inexistente. Por outro lado, conhecíamos as circunstâncias desejáveis que prevaleciam entre as testemunhas de Jeová. Assim, ao voltarmos para casa, de Rostock, concordamos que havíamos estado no lugar errado. Deveríamos ter estado em Copenhague entre as testemunhas de Jeová.

      No outono setentrional de 1961, limpamos de nossa vida e de nosso lar todas as publicações políticas e atéias. O ano de 1961 foi um ano de grandes mudanças para nós, e terminamos o ano simbolizando nossa dedicação a Jeová Deus pelo batismo em água em 31 de dezembro. Desde então temos estado ativos em ensinar a outros — inclusive ao nosso filhinho — sobre a pacífica nova ordem de coisas de Deus.

      Durante os últimos cinco anos, temos tido o privilégio de servir como ministros de tempo integral, usando a maior parte de nosso tempo em pregar e ensinar a Bíblia. E, em agosto de 1969, quando as testemunhas de Jeová realizaram sua Assembléia Internacional “Paz na Terra” em Copenhague, Dinamarca, estávamos ali e aprendemos mais, não só a respeito da esperança de melhor sistema em que viver, mas também sobre o verdadeiro meio de se realizar isso — o reino de Deus sob o seu Rei reinante, Jesus Cristo. — Contribuído.

  • As cebolas e os coágulos sangüíneos
    Despertai! — 1970 | 8 de agosto
    • As cebolas e os coágulos sangüíneos

      ● A revista Time de 28 de março de 1969 noticiou um benefício incomum derivado de se comer cebolas. Um médico da Birmânia que efetuou testes com vinte e dois pacientes, verificou que a humilde cebola contêm algo que opera contra os coágulos sangüíneos. Descobriu que, quando quatorze pacientes comiam um desjejum que continha uns oitenta e cinco gramas de gordura, sua proteção sangüínea contra os coágulos decrescia rapidamente. Em outro dia, quando se lhes deu o mesmo desjejum com pouco mais de cinqüenta gramas de cebolas fritas, seus níveis de fatores anticoagulantes subiram ao invés de caírem. Isto aconteceu apesar da gordura extra usada na fritura. Os testes com outros oito pacientes foram feitos com cebolas cozidas, e os resultados foram quase os mesmos.

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