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  • O que significou para mim aceitar a Jesus
    A Sentinela — 1968 | 1.° de julho
    • ali do que se eu permanecesse em casa, e que benção espiritual teria perdido! Sinto-me tão grata a Jeová e a meus irmãos e irmãs cristãs pelo amor que demonstram para comigo por tornarem possível a minha viagem a Baltimore para a assembléia.

      Quando rememoro os anos em que tenho servido a Jeová, sinto-me muito contente. Quando começamos a seguir o exemplo de Jesus pela pregação, ficamos pensando como poderíamos alcançar todas as pessoas na cidade de Nova Iorque com a mensagem. Que alegria tem sido, com o passar dos anos, ver como a bênção de Jeová tem estado sobre os esforços de suas testemunhas e como Ele tem suscitado tantas pessoas para realizar a obra que Ele deseja que seja feita! No decorrer dos anos, fomos privilegiados a ajudar muitas pessoas a adquirir conhecimento da verdade de Deus, e os filhos de algumas dessas pessoas com quem estudamos são agora superintendentes de distrito, de circuito e de congregação. Quando os visito, é como ir à casa de minhas famílias. Certamente uma das muitas bênçãos que tenho recebido como resultado de aceitar a Jesus e da minha dedicação a Jeová, tem sido meus “filhos” e meus “netos” no Senhor. — Mar. 10:29, 30.

      Tenho verificado que, quando temos amor a Jeová e fé nele, se fizermos o esforço, Jeová fará o resto. Sei que, se a pessoa não tem obrigações bíblicas que a impeçam, não há maior alegria do que participar no ministério de pioneiro com plena fé em Jeová e em suas promessas, tais como a de Malaquias 3:10: “Ponde-me à prova, diz o Senhor [Jeová] dos exércitos, se não vos abrirei as eclusas do céu e se não derramarei sobre vós a bênção até não quererdes mais!” (PIB) Assim, embora fosse judia natural, sem entendimento de Jesus Cristo, e com pouco conhecimento de Deus, quão grata sou de ter tido a oportunidade de vir a conhecer a Jeová, e quão alegre me sinto de ter aceito sua mais graciosa provisão, seu Filho, Jesus Cristo, e imitado o exemplo que deixou para nós! — 1 Ped. 2:21.

      (A irmã Helen Griffiths morreu na sexta-feira, 4 de novembro de 1966, ao se aproximar dos oitenta e cinco anos. O oficio fúnebre foi realizado no domingo, 8 de novembro, e mais de 185 pessoas estavam presentes para ouvir o discurso proferido por um amigo íntimo dela, Russell Kurzen, membro da família de Betel de Brooklyn. A irmã Griffiths era um dos seguidores ungidos do Senhor Jesus Cristo, cuja esperança de felicidade celeste é mencionada como a promessa contida em Revelação 14:13.)

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1968 | 1.° de julho
    • Perguntas dos Leitores

      ● Se a Bíblia ensina que o céu está “para cima” (Atos 1:9), não transmite ela a ignorância quanto à rotação da terra e à estrutura do universo? — C. P., EUA.

      O relato bíblico da ascensão de Jesus declara que, ao passo que seus discípulos “olhavam, foi elevado e uma nuvem o arrebatou para cima, fora da vista deles”. Continuaram olhando para o céu até que os anjos os aconselharam a não fazê-lo, anjos estes que os informaram de que “Jesus, que dentre vós foi acolhido em cima, no céu, virá assim da mesma maneira em que o observastes ir para o céu”. (Atos 1:9-11) Alguns têm suscitado objeções ao relato da ascensão, dizendo que transmite o conceito primitivo de que o céu está “para cima” da terra. No entanto, a fim de satisfazer a tais críticos seria preciso, com efeito, eliminar virtualmente as palavras “para cima”, “acima”, e assim por diante, da linguagem humana. Até mesmo nesta era espacial, ainda lemos a respeito de os astronautas que estavam em órbita da terra como tendo “subido até 739 milhas náuticas” acima da terra (Times de Nova Iorque de 16 de setembro de 1966), ao passo que sabemos que, tecnicamente, “afastaram-se” tal distância da superfície da terra.

      É interessante que o relato da delegação angélica que anunciou em coro o nascimento de Jesus relata que, ao terminar sua missão, “os anjos se afastaram deles para o céu”. (Luc. 2:15; compare-se com Atos 12:10.) Assim, a ascensão de Jesus, ao passo que começou com um movimento em direção ao alto, conforme relacionada à localidade terrestre em que estavam os discípulos dele, poderá ter seguido, depois disso, qualquer direção exigida para levá-lo à presença celeste do seu Pai. Foi uma ascensão, não só em sentido direcional, mas também, o que é mais importante, quanto à esfera de atividade e nível de existência no domínio espiritual e na sublime presença do Deus Altíssimo, domínio que não é governado por dimensões ou direções humanas. — Compare-se com Hebreus 2:7, 9.

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