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    • USO FIGURADO

      Em sentido figurado, a Bíblia usa o termo “chave” para simbolizar autoridade, governo e poder. Eliaquim, elevado a uma posição de confiança e de honra, tinha “a chave da casa de Davi” sobre o seu ombro. (Isa. 22:20-22) No Oriente Médio, em tempos mais recentes, uma chave grande sobre o ombro dum homem o identificava como pessoa de relevo ou importância. Antigamente, o conselheiro dum rei, a quem se confiara o poder das chaves, talvez tivesse a supervisão geral das câmaras reais e talvez também decidisse a respeito de quaisquer candidatos para servir ao rei. Na mensagem angélica proferida à congregação de Filadélfia, o exaltado Jesus Cristo disse possuir a “chave de Davi”, e ele é aquele “que abre de modo que ninguém feche, e fecha de modo que ninguém abra”. (Rev. 3:7, 8) Como Herdeiro do pacto feito com Davi para o reino, foi confiado a Jesus Cristo o governo da família da fé e ser o cabeça do Israel espiritual. (Luc. 1:32, 33) Com sua autoridade, simbolizada pela “chave de Davi”, ele pode abrir ou fechar, de modo figurado, “portas” figurativas ou oportunidades e privilégios. — Compare com 1 Coríntios 16:9; 2 Coríntios 2:12, 13.

      “Chaves do reino”

      Jesus disse a Pedro: “Eu te darei as chaves do reino dos céus, e tudo o que amarrares na terra, será a coisa amarrada nos céus, e tudo o que soltares na terra, será a coisa solta nos céus.” (Mat. 16:19) A identificação destas chaves precisa logicamente basear-se em outras informações bíblicas. Jesus fez outra referência ao assunto de chaves ao falar sobre os líderes religiosos, versados na Lei, que “tirastes a chave do conhecimento; vós mesmos não entrastes e impedistes os que estavam entrando!” (Luc. 11:52) Uma comparação desse texto com Mateus 23:13 indica que o ‘entrar’ mencionado relaciona-se à entrada no “reino dos céus”. Assim, temos aqui um uso simbólico da palavra “chave”, numa relação comparável à que se encontra na declaração de Jesus a Pedro. Diferente dos líderes religiosos hipócritas daquele tempo, sem dúvida Pedro usou o conhecimento divinamente provido para ajudar pessoas a ‘entrar no reino’. — Atos 2:1-41; 8:14-25; 10:1-48.

      Mateus 16:19 pode ser traduzido de forma gramaticalmente correta: “Tudo o que amarrares na terra, será a coisa [ou, terá sido] amarrada [o] nos céus, e tudo o que soltares na terra, será a coisa [ou, terá sido] solta[o] nos céus.” A tradução The New Testament (Novo Testamento), de C. B. Williams, reza aqui: “Seja o que for que proibirdes na terra tem de ser o que já é proibido no céu, e seja o que for que permitirdes na terra, tem de ser o que já é permitido no céu.” A tradução literal do perito em grego, Robert Young, reza: “Seja o que for que possais ligar na terra, já terá sido ligado nos céus, e seja o que for que possais soltar na terra, já terá sido solto nos céus.” Visto que outros textos tornam claro que o ressuscitado Jesus permaneceu sendo o único Cabeça verdadeiro da congregação cristã, torna-se óbvio que a sua promessa feita a Pedro não queria dizer que Pedro ditasse ao céu o que deveria ou não ser solto, mas, ao invés, que Pedro seria usado como instrumento do céu para destrancar ou soltar determinadas coisas especificas. — 1 Cor. 11:3; Efé. 4:15, 16; 5:23; Col. 2:8-10.

      “Chave do abismo”

      Em Revelação 9:1-11, apresenta-se a visão duma “estrela” caída do céu, a quem é dada a “chave da cova do abismo”, e que abre tal cova e libera uma nuvem de gafanhotos, o rei deles sendo o “anjo do abismo”. Visto que o abismo, em Romanos 10:6, 7, evidentemente corresponde ao Hades, parece que a “chave da cova do abismo” está incluída nas, ou é comparável às, “chaves da morte e do Hades”, possuídas pelo ressuscitado Jesus Cristo, conforme declarado em Revelação 1:18. Tais “chaves”, sem dúvida, simbolizam a autoridade de Jesus de ressuscitar pessoas de modo literal livrando-as das restrições da sepultura, bem como de libertar pessoas duma condição de morte figurativa. (João 5:24-29; compare com Revelação 11:3-12.) O último uso registrado da “chave do abismo” acha-se em Revelação 20:1-7, onde a visão descreve um anjo, que possui esta chave, lançando Satanás no abismo fechando-o e selando-o sobre ele por mil anos No fim desse período, Satanás é liberto de sua “prisão”, evidentemente pelo uso da “chave” de autoridade.

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    • CHIBATEAR

      Veja BATER (Espancar).

  • Chibolete
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    • CHIBOLETE

      [uma espiga de cereal; ou, um riacho]. Os efraimitas que fugiam, durante seu conflito com Jefté, traíram-se diante das sentinelas gileaditas nos vaus do Jordão por pronunciarem errado o som inicial “ch” desta senha. (Juí. 12:4-6) Assim, é evidente que existia uma variação da pronúncia entre as tribos, assim como, em épocas posteriores, os galileus tinham um modo de falar diferente do modo dos judeus. — Compare com Mateus 26:73; Lucas 22:59.

  • Chicote
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    • CHICOTE

      Este instrumento, geralmente sendo uma corda flexível ou uma tira de couro com um cabo, tem sido usado desde os tempos antigos para chicotear humanos (2 Crô. 10:11, 14) e para enxotar e dirigir animais. — Pro 26:3; Naum 3:2.

      O Rei Roboão jactou-se de que, ao passo que Salomão, seu pai, tinha castigado os israelitas com “chicotes”, ele o faria com “azorragues” Embora a expressão de Roboão fosse figurada os azorragues a que aludiu podem ter sido tiras com pontas afiadas, visto que a palavras hebraica (‘aqrabbím) para “azorragues” significa literalmente “escorpiões”.

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