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    • poderosos, cruéis e orgulhosos. (Sal. 66:12; compare com Isaías 51:23.) Os judeus adquiriram o costume de jurar por sua cabeça, prática que Jesus condenou. — Mat. 5:36, 37.

      REPRESENTA A PESSOA

      A cabeça, como membro governante do corpo, foi também usada para representar a própria pessoa. A cabeça dum nazireu estava sob um voto, seus cabelos compridos atestando esse fato. (Núm. 6:5, 18-20) Os pecados ou erros duma pessoa eram mencionados como estando sobre sua cabeça. (Esd. 9:6; Sal. 38:4; compare com Daniel 1:10.) Quando o julgamento sobrevêm ao iníquo, diz-se que ele é recompensado por voltar o mal ou a punição sobre sua própria cabeça. (Juí. 9:57; 1 Sam. 25:39; Jer. 23:19; 30:23; Joel 3:4, 7; Obd. 15; compare com Neemias 4:4.) Ser alguém culpado de sangue, ou ter sangue sobre sua cabeça significava que a pessoa que seguia um proceder errado, digno de receber a sentença de morte, era pessoalmente responsável pela perda de sua própria vida. (2 Sam. 1:16; 1 Reis 2:37; Eze. 33:2-4; Atos 18:6) Fazer voltar sobre sua cabeça o sangue daqueles a quem a pessoa havia matado significaria submetê-la a julgamento por culpa de sangue. (1 Reis 2:32, 33) Tendo significado similar, os pecados do povo eram confessados pelo sumo sacerdote de Israel, tendo as mãos sobre a cabeça do bode para Azazel (transferindo os pecados para o bode), após o que tal animal era levado para o deserto, a fim de levar tais erros para o esquecimento. (Lev. 16:7-10, 21, 22) Como mostram outros textos, Jesus Cristo pessoalmente ‘carregou nossas doenças e levou nossas dores’ e ‘levou os pecados de muitos’. — Isa. 53:4, 5; Heb. 9:28; 1 Ped. 2:24.

      EXALTAÇÃO, HUMILHAÇÃO, DESPREZO

      O favor, a orientação e a sabedoria de Deus são assemelhados a uma lâmpada que brilha sobre a cabeça e a uma grinalda de encanto sobre a cabeça. (Jó 29:3; Pro. 4:7-9) Quanto ao sábio, ele “tem os olhos na cabeça”, isto é, ele vê para onde vai. (Ecl. 2:14) O Rei Davi, curvado em humilhação e em dificuldades, voltou-se para Jeová como seu Escudo e como Aquele que ‘erguia sua cabeça’, habilitando-o a elevar de novo a cabeça. (Sal. 3:3; compare com Lucas 21:28.) Também mostrou apreço pela repreensão do justo, chamando-a de óleo que sua cabeça não gostaria de recusar. (Sal. 141:5) Curvar a cabeça era sinal de humildade ou de pranto (Isa. 58:5), e menear ou sacudir a cabeça era símbolo de zombaria, de desprezo ou de assombro. — Sal. 22:7; Jer. 18:15, 16; Mat. 27:39, 40; Mar. 15:29, 30.

      POSIÇÃO DOMINANTE

      “Cabeça” poderia referir-se ao membro principal de uma família, uma tribo, uma nação ou um governo. (Juí. 11:8; 1 Sam. 15:17; 1 Reis 8:1; 1 Crô. 5:24) “Patriarca” (Gr., patriárkhes) é, literalmente, “chefe (cabeça) de família”. (Atos 2:29; 7:8, 9; Heb. 7:4) Por isso, “à cabeça” era usado no sentido de liderança. (Miq. 2:13) O próprio Israel, se obediente a Deus, devia ficar à cabeça das nações, no topo, no sentido de que aquela nação seria livre e próspera, ficando até mesmo o povo de outras nações endividado a ela. (Deut. 28:12, 13) Se os israelitas desobedecessem, o residente forasteiro lhe emprestaria, tornando-se cabeça sobre eles. — Deut. 28:43, 44.

      A RELAÇÃO DE JESUS CRISTO COM A CONGREGAÇÃO CRISTÃ

      Na congregação cristã, Jesus Cristo é a Cabeça da congregação, que é seu “corpo” de 144.000 membros. (Efé. 1:22, 23; Col. 1:18; Rev. 14:1) Possuindo a imortalidade, ele é o elemento sempre vivo de ligação do corpo de cristãos gerados pelo espírito na terra, em qualquer época, suprindo-lhes todas as coisas necessárias para que cresçam espiritualmente e operem para a glória de Deus. (1 Cor. 12:27; Efé. 4:15, 16; Col. 2:18, 19) Assim como o templo material possuía uma “pedra de remate”, literalmente, “de cabeça” (Zac. 4:7), assim Jesus é a Pedra de Remate do templo espiritual (Atos 4:8-11; 1 Ped. 2:7), e o Cabeça de todo governo e de toda autoridade sob Deus, que é o Cabeça sobre todos. (Col. 2:10; 1 Cor. 11:3) A Bíblia assemelha a posição de Cristo qual Cabeça da congregação à dum marido para com sua esposa, para inculcar nos casais humanos a direção, o amor e o cuidado que o marido tem de exercer, e a sujeição que a esposa tem de demonstrar, na união marital. — Efé. 5:22-33; veja CABEÇA, SER (CHEFIA).

  • Cabeça, Ser (Chefia)
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    • CABEÇA, SER (CHEFIA)

      O princípio básico de chefia ou da posição como cabeça é delineado em 1 Coríntios 11:3: “A cabeça de todo homem é o Cristo; por sua vez, a cabeça da mulher é o homem; por sua vez, a cabeça do Cristo é Deus.”

      LUGAR DO HOMEM

      A primeira parte deste conselho sobre a posição de cabeça se aplica ao homem; ele não é independente e nem deixa de precisar reconhecer uma “cabeça”. Antes, é obrigado a seguir as orientações e o padrão fornecidos pelo seu cabeça, Cristo. (1 João 2:6) Isto se dá, não só quanto às suas atividades religiosas (Mat. 28:19, 20), mas também em suas atividades pessoais. Por exemplo, caso tenha família, então, por respeito ao seu próprio cabeça, Cristo, deve obedecer o conselho de morar com sua esposa segundo o conhecimento, ‘atribuindo-lhe honra como a um vaso mais fraco’, e deve fazer sério esforço de treinar corretamente os seus filhos. (1 Ped. 3:7; Efé. 6:4) Este conselho foi provido na Bíblia para todos na congregação de Cristo; assim, o respeito pela posição de cabeça está envolvido em um homem acatá-lo. — Efé. 5:23.

      Assim como o homem teve prioridade na criação humana, é-lhe dada prioridade de posição sobre a mulher. (1 Tim. 2:12, 13) A mulher foi feita duma costela tirada do homem, e era osso de seus ossos, e carne de sua carne. (Gên. 2:22, 23) Ela foi criada por causa do homem, e não o homem por causa dela. (1 Cor. 11:9) Portanto, a mulher, no arranjo de Deus para a família, sempre deveria estar sujeita ao seu marido, e não deveria usurpar a autoridade dele. (Efé. 5:22, 23; 1 Ped. 3:1) Também, na congregação cristã, a mulher não deveria ensinar a outros varões dedicados, nem exercer autoridade sobre eles. — 1 Tim. 2:12.

      Entre os hebreus dos tempos antigos, reconhecia-se a posição superior ocupada pelo homem na família e no arranjo tribal. Sara era submissa, chamando de “senhor” a Abraão, e é mencionada de modo favorável por tal reconhecimento da posição dele como cabeça. (Gên. 18:12; 1 Ped. 3:5, 6) Sob o pacto da Lei, sublinhava-se a posição prioritária do varão. Somente dos varões se exigia, por mandamento expresso, que se reunissem para as três festividades de Jeová, no local que Deus escolhera, embora as mulheres também comparecessem a elas. (Deut. 16:16) A mulher se tornava “impura” em sentido cerimonial por um período duplamente maior depois de dar à luz uma menina do que ao dar à luz um menino. — Lev. 12:2, 5.

      O LUGAR DA MULHER

      Nos tempos antigos, havia circunstâncias sob as quais a mulher colocava uma cobertura para a cabeça, para indicar submissão. (Gên. 24:65) Ao considerar o arranjo de chefia na congregação cristã, o apóstolo Paulo explicou que, se uma mulher orar ou profetizar na congregação, ocupando uma posição que Deus designou ao homem, ela deve ter a cabeça coberta. Ao fazer por algum tempo essas coisas, por não haver nenhum varão cristão dedicado presente para fazê-las, mesmo que ela tenha cabelos compridos, a mulher não deve argumentar que bastam seus cabelos compridos para indicar a sua sujeição. Antes, deve deixar que suas próprias ações demonstrem sua submissão e seu reconhecimento de que o homem o cabeça. A mulher cristã faz isso por usar uma cobertura para a cabeça, como “sinal de autoridade”. Isto deve ser feito “por causa dos anjos”, que observam as ações do cristão e que estão interessados na congregação cristã, como sendo aqueles que ministram a ela. Por usar uma cobertura para a cabeça quando necessário, por motivos espirituais, a mulher cristã reconhece o arranjo de cabeças, feito por Deus. — 1 Cor. 11:5-16; Heb. 1:14.

      Esta ordem teocrática correta na congregação e no arranjo familiar não estorva a mulher em seu serviço a Deus, nem restringe ou cerceia seus esforços de executar suas atividades e responsabilidades familiares. Concede-lhe liberdade plena e bíblica de servir em seu lugar, ao passo que ainda é agradável a Deus, em harmonia com o princípio: “Deus pôs . . . os membros no corpo, cada um deles assim como lhe agradou.” (1 Cor. 12:18) Muitas mulheres nos tempos antigos tinham excelentes privilégios, ao passo que reconheciam que o homem era o cabeça, e usufruíam uma vida feliz e satisfatória, entre elas, Sara, Rebeca, Abigail, e mulheres cristãs tais como Priscila e Febe.

      RESPONSABILIDADE

      O exercício da posição autorizada como cabeça concede certos direitos, mas também envolve deveres ou obrigações. ‘Cristo é cabeça da congregação’, e assim tem o direito de fazer decisões que a envolvem, e de demonstrar autoridade sobre ela. (Efé. 5:23) Mas a posição de cabeça também o obriga a aceitar o dever de cuidar da congregação e de assumir a responsabilidade por suas decisões. De modo similar, um marido que exerce sua posição como cabeça tem certos direitos, no que tange a fazer decisões finais e a prover supervisão. Além disso, porém, tem o dever de aceitar a responsabilidade por sua família. Ele tem a obrigação primária de fazer provisões materiais e espirituais para sua família. — 1 Tim. 5:8.

  • Cabelo (Pêlo)
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    • CABELO (PÊLO)

      Historicamente, os homens e as mulheres, em geral, consideravam seus cabelos como um ornamento, realçando sua atratividade, e como um sinal, em muitos casos, de força e de juventude. Por conseguinte, os cabelos têm merecido grandes cuidados.

      HEBREUS

      Desde o princípio, os homens hebreus costumavam deixar a barba crescer, mas ela era bem cuidada; e aparavam os cabelos em um comprimento moderado. Um exemplo disso era Absalão; embora seus cabelos crescessem com tamanha abundância que, quando ele os cortava, uma vez por ano, pesavam 200 siclos — cerca de dois quilos (sem dúvida se tornando mais pesados pelo uso de óleo ou de ungüentos). (2 Sam. 14:25, 26) A Lei de Deus ordenava que os varões israelitas não deviam ‘cortar curtas suas madeixas laterais (ou costeletas)’, nem destruir a “extremidade” de sua barba. Não se tratava duma injunção contrária a se aparar os cabelos ou a barba, mas isso visava, evidentemente, impedir que imitassem os costumes pagãos. (Lev. 19:27; Jer. 9:25, 26; 25:23; 49:32) Deixar de cuidar dos cabelos ou da barba, provavelmente não os aparando ou deixando-os descuidados, era sinal de pranto. (2 Sam. 19:24) Deus ordenou aos sacerdotes, em instruções fornecidas mediante o profeta Ezequiel, que eles aparassem, mas não rapassem, os cabelos de sua cabeça, e que não usassem cabelos soltos quando servissem no templo. — Eze. 44:15, 20.

      As mulheres hebréias cuidavam bem de seus cabelos, como sinal de beleza (Cân. 7:5), permitindo que ficassem bem compridos. (João 11:2) Cortar uma mulher os seus cabelos era sinal de pranto ou de aflição. (Isa. 3:24) Quando um soldado israelita capturava uma virgem numa cidade inimiga e desejava casar-se com ela, exigia-se que ela primeiramente rapasse a cabeça e cuidasse de suas unhas, e passasse

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