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  • Eclesiastes
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    • com seus desejos vãos, da forma errada, e que será julgado por seus atos pelo verdadeiro Deus, mesmo desde sua juventude. — Ecl., cap. 11.

      Em vista de todas estas coisas, Salomão aconselha o jovem a lembrar-se de seu grandioso Criador enquanto consegue servir com vigor. Pois virá o tempo em que seu corpo se deteriorará, seus dentes terão caído, seus olhos se anuviarão, seu sono será leve e facilmente perturbado, terá membros trêmulos e ficará com medo de cair, seus cabelos ficarão brancos e perderá o apetite, suas mãos não conseguirão cuidar dele e, por fim, sua força de vida irá parar nas mãos do verdadeiro Deus, e seu corpo retornará ao pó. Então, o que poderá apresentar a Deus? — Ecl. 12:1-7.

      Depois de encarar todas essas coisas, Salomão chegou à conclusão de que tudo neste sistema de coisas é vaidade. Todavia, não ficou amargurado nem desanimado, pois trabalhou arduamente para manter o povo unido no temor de Deus, para lhe ensinar o conhecimento. Elaborou muitos provérbios através de pesquisa cabal dos assuntos e procurou encontrar palavras deleitosas e corretas de verdade. Ele nos conta que existe um só pastor que supre palavras sábias, e estas são algo seguro a que nós podemos apegar. A elas devemos dar atenção. Devotar nosso tempo a livros mundanos de sabedoria e de filosofia não será revigorante, como são as palavras do sábio, mas será fadiga para a carne. Todas as observações de Salomão podem ser concluídas na ordem: “Teme o verdadeiro Deus e guarda os seus mandamentos. Pois esta é toda a obrigação do homem.” A vida atual, portanto, não é o fim, se for vivida sabiamente, pois o próprio verdadeiro Deus trará toda sorte de obra a julgamento, em relação a cada coisa oculta, quanto a se é boa ou má. — Ecl. 12:8-14; veja o livro “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 107-110.

  • Ecrom
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    • ECROM

      [desarraigar]. Destacada cidade filisteia, pelo que parece, a sede mais ao N de um dos seus cinco senhores do eixo. (Jos. 13:3) É incerta a sua posição exata, mas dentre os modernos locais sugeridos, a saber, ‘Aqir, Qatra e Khirbet el-Muqanna, recentes escavações feitas nesta última, a uns 19 km a E-NE de Asdode, desenterraram a maior cidade de seu período, e fornecem base para a preferência atual dela como o sítio de Ecrom.

      A história de Ecrom (Acaron, BJ, PIB, So) é uma história de domínio constantemente mutável. A conquista de Josué não incluiu Ecrom. Não foi senão posteriormente que os de Judá a capturaram. (Jos. 13:2, 3; Juí. 1:18) Na divisão inicial da Terra Prometida, Ecrom estava na fronteira entre Judá e Dã, mas dentro da tribo de Judá. (Jos. 15:1, 11, 45, 46; 19:40-43) Já na época em que os filisteus capturaram a arca do pacto, Ecrom havia retornado a eles. A presença da Arca provocou “uma confusão mortífera” nesta cidade, e foi de Ecrom que a Arca foi por fim devolvida aos judeus. (1 Sam. 5:10-12; 6:16, 17) Depois de Ecrom passar outro período sob controle israelita, os filisteus aparentemente a dominavam de novo, na época em que Davi matou Golias. (1 Sam. 7:14; 17:52) Foi no início do século 10 A.E.C. que o faraó Sisaque, do Egito, afirmou ter conquistado Ecrom. Cerca de dois séculos mais tarde, segundo os Anais de Senaqueribe, Padi, rei de Ecrom, era leal aos assírios.

  • Éden
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    • ÉDEN

      [prazer, deleite]. Região em que o Criador plantou um parque ajardinado como lar original do primeiro casal humano. A declaração de que o jardim achava-se no “Éden, do lado do oriente”, indica aparentemente que o jardim ocupava apenas uma parte da região chamada Éden. (Gên. 2:8) No entanto, depois disso o jardim é chamado de “jardim do Éden” (Gên. 2:15), e, em textos posteriores, é mencionado como “Éden, jardim de Deus” (Eze. 28:13), e de “jardim de Jeová”. — Isa. 51:3.

      A Septuaginta traduziu a palavra hebraica para “jardim” (gan) pela palavra grega pa- rádeisos, palavra derivada do antigo persa pairi- daeza, que significa “jardim fechado”, e, mais tarde, “parque”, ou “campo de prazer”. A isto devemos nossa associação da palavra portuguesa “paraiso” com o jardim do Éden.

      Gênesis 2:15 declara que “Deus passou a tomar o homem e a estabelecê-lo no jardim do Éden”. Ao passo que isto parecería indicar que a criação do homem se deu fora do jardim, pode referir-se simplesmente a que Deus ‘tomou’ o homem no sentido de formá-lo e criá-lo dos elementos terrestres, e daí designá-lo a morar inicialmente no jardim, no qual foi criado. O cultivo e o cuidado do jardim era a designação de trabalho do homem. As árvores e as plantas do Éden incluíam todas as que lhe supriam beleza cênica, bem como as que lhe proviam alimento em ampla variedade. (Gên. 2:9, 15) Bastaria este fato para indicar que o jardim abrangia uma área de considerável tamanho.

      A fauna do jardim era dotada de grande variedade. Deus trouxe perante Adão “todos os animais domésticos e . . . criaturas voadoras dos céus, e . . . todo animal selvático do campo”, cujos nomes foram dados por Adão, como uma de suas primeiras tarefas. (Gên. 2:19, 20) O solo do Éden era regado, não pela chuva, mas pelas águas do rio que ‘saía do Éden’, bem como pela “neblina” que subia da terra. (Gên. 2:5, 6, 10) Em vista da nudez do homem, pode-se presumir que o clima era muito ameno e agradável. — Gên. 2:25.

      ACONTECIMENTOS NO ÉDEN

      Todas as árvores frutíferas do Éden estavam ali para que o homem delas comesse “à vontade”. (Gên. 2:16) Mas certa árvore, a do “conhecimento do que é bom e do que é mau”, foi ‘interditada’ para o casal humano. Eva citou a proibição de Jeová, dada ao marido dela, como incluindo até mesmo o ‘tocar’ nessa

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