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  • Efésios, Carta Aos
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • Gentios tornam-se co-herdeiros e membros do corpo ou congregação de Cristo, um “templo santo para Jeová” (2:19 a 3:7)

      D. Os modos de Deus lidar com a congregação revelam sua sabedoria, mesmo aos em lugares celestiais (3:8-13)

      E. Oração a favor dos efésios, para que adquiram profundeza de entendimento da provisão de Deus por meio de Cristo (3:14-21)

      F. Deus provê todas as coisas necessárias para a união em Cristo (4:1-16)

      1. Um só espírito, uma só esperança, uma só fé, um só batismo, um só corpo sob o um só Senhor e o um só Deus e Pai (4:1-6)

      2. Dádivas em homens como resultado da ascensão de Cristo (4:7-16)

      a. Para instruir em direção à madureza, estabilidade (4:11-14)

      b. Para o crescimento e a edificação (4:12, 15, 16)

      II. A nova personalidade (4:17 a 5:20)

      A. Não as nações, mas Cristo é o exemplo (4:17-21)

      B. Seja feito novo na força que ativa a mente e revista-se da nova personalidade (4:23, 24)

      1. Pratique o autodomínio, a honestidade, a generosidade, e a conversa veraz e edificante; aja em harmonia com o espírito de Deus (4:25-30)

      2. Remova a maldade, a ira, a gritaria e a injúria; substitua-as pela benignidade e o perdão (4:31, 32)

      3. Imite a Deus; siga a Cristo (5:1, 2)

      4. Demonstre uma moral e um modo de falar limpos (5:3-5)

      5. Esteja alerta para distinguir as obras da escuridão; repreenda os malfeitores por andar na luz (5:6-14)

      6. Vigie estritamente a conduta; compre tempo, use-o para louvar a Jeová (5:15-20)

      III. Sujeição correta (5:21 a 6:9)

      A. O relacionamento marido-esposa, análogo ao de Cristo e a congregação (5:21-33)

      B. O relacionamento entre pais e filhos (6:1-4)

      C. O relacionamento amo-servo (6:5-9)

      IV. Os cristãos lutam, não com homens, mas contra espíritos iníquos (6:10-17)

      A. Revista-se da armadura espiritual (6:10-17)

      B. Esteja alerta para usar toda forma de oração, em todas as ocasiões, lembrando-se dos outros santos, inclusive de Paulo (6:18-24)

      Veja o livro “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 211-213.

  • Éfeso
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    • ÉFESO

      Antigamente, era importante centro religioso e comercial situado na costa O da Ásia Menor, quase defronte da ilha de Samos. Éfeso fora construída nas encostas e no sopé de várias colinas, as principais das quais eram o mte. Pion e o mte. Koressos. Este porto situava-se escarranchado na principal rota comercial que ia de Roma para o Oriente. Sua localização próxima do estuário do rio Caister, com acesso às bacias dos rios Hermus (Gediz) e Menderes (Meandro), colocava a cidade na junção das rotas comerciais terrestres da Ásia Menor. Havia estradas que ligavam Éfeso às principais cidades do distrito da Ásia.

      Os escritos do autor romano do primeiro século, Plínio, o Velho, e do antigo geógrafo grego, Estrabão, deram origem ao conceito de que, outrora, um golfo do mar Egeu se estendia até Éfeso, mas que a faixa costeira gradualmente avançou na direção do mar, pois agora as ruínas da cidade acham-se a vários quilômetros para o interior. No entanto, o escavador J. T. Wood, à base de suas descobertas em Éfeso, concluiu que a cidade antigamente jazia a 6, 4 km do mar Egeu. Se isto for correto, então, no tempo de Paulo, os navios devem ter subido até o estuário do rio Caister e chegado a uma baía interiorana que era mantida navegável por meio de constante dragagem. No decorrer dos séculos, contudo, a baía e o estuário do rio ficaram assoreados de sedimentos depositados pelo Caister.

      TEMPLO DE ÁRTEMIS

      O prédio mais notável da cidade era o templo de Ártemis, classificado pelos antigos como uma das sete maravilhas do mundo. O templo que existia no primeiro século E.C., quando o apóstolo Paulo visitou Éfeso, tinha sido reconstruído segundo o projeto do anterior templo jônico que se diz ter sido incendiado por Eróstrato em 356 A.E.C.

      Segundo J. T. Wood, que escavou o sítio na última metade do século 19, o templo foi erguido sobre uma plataforma que media 127 m de comprimento por c. 73 m de largura. O próprio templo tinha aproximadamente 105 m de comprimento por 50 m de largura. Continha 100 colunas de mármore, cada uma elevando-se a c. 16, 80 m. As colunas mediam c. 1, 80 m de diâmetro na base, e, pelo menos algumas delas, eram esculpidas até uma altura de c. 6 m. Imagina-se que o santuário interior do templo, que media c. 32 m de comprimento e 21 m de largura fosse a céu aberto. O altar ali contido tinha aproximadamente 6 m de cada lado, e a imagem de Ártemis poderia estar situada bem atrás desse altar.

      Os fragmentos que foram encontrados indicam que cores e esculturas brilhantes adornavam o templo. Grandes blocos de mármore branco recobriam o telhado. Ao invés de argamassa, diz-se que se usou ouro para juntar os blocos de mármore.

      ESTÁDIO; TEATRO

      Cerca de 1, 6 km a SO do templo de Ártemis havia um estádio que fora reconstruído sob Nero (54-68 E.C.). Este era provavelmente o lugar das competições atléticas, e, possivelmente, das lutas de gladiadores.

      O teatro onde os efésios se amotinaram, instigados por Demétrio, localizava-se a uns 800 m ao S do estádio. Este teatro se situava numa depressão do mte. Pion. (Atos 19:23-41) Sua fachada era adornada de pilares, de nichos e de excelentes estátuas. Os assentos de mármore para os espectadores estavam dispostos em um semicírculo de 66 fileiras; nestes, segundo calculado, cabiam 25.000 pessoas sentadas. As propriedades acústicas do teatro eram excelentes. Mesmo hoje, uma palavra proferida em tom baixo, no local do palco, pode ser ouvida nos assentos bem no topo.

      Em frente ao teatro havia uma larga estrada pavimentada de mármore que ia direto para a baía. Esta avenida tinha cerca de 800 m de extensão e c. de 10, 70 m de largura. Colunatas que se estendiam por uma área de mais de 4, 60 m perfilavam-se em ambos os lados desta avenida, e, por trás delas, havia lojas e outros prédios. Monumental portal ocupava cada extremo da avenida.

      MINISTÉRIO DE PAULO EM ÉFESO

      Foi em Éfeso, encruzilhada do mundo antigo, que chegou o apóstolo Paulo, acompanhado de Áquila e de Priscila, provavelmente em 52 E.C. Paulo imediatamente dirigiu-se à sinagoga judaica para ali pregar. No entanto, embora lhe solicitassem que permanecesse por mais tempo, o apóstolo partiu de Éfeso, declarando que voltaria, se fosse a vontade de Jeová. (Atos 18:18-21) Áquila e Priscila, que permaneceram em Éfeso, encontraram Apolo, um judeu de Alexandria, no Egito, que só estava a par do batismo de João, e “expuseram-lhe mais corretamente o caminho de Deus”. — Atos 18:24-26.

      Quando Paulo retornou a Éfeso, provavelmente lá pelo inverno setentrional de 52/53 E.C., encontrou vários homens batizados com o batismo de João. Ao esclarecer a questão do batismo a eles, foram rebatizados. (Atos 19:1-7) Desta vez, Paulo ensinou na sinagoga judaica por três meses. Mas quando surgiu oposição, orientou os que se tornaram crentes a irem para o auditório da escola de Tirano, onde discursou diariamente por dois anos. — Atos 19:8-10.

      A pregação de Paulo, acompanhada das curas miraculosas e da expulsão de demônios, moveu muitos efésios a se tornarem crentes. Também, a tentativa malsucedida de exorcizar, feita pelos sete filhos de certo sacerdote principal judeu, chamado Ceva, suscitou muito interesse. Ex-praticantes das artes mágicas queimaram publicamente seus livros, que tinham um valor total de 50.000 peças de prata. (Atos 19:11-20) Éfeso era tão renomada pelas artes mágicas que os escritores gregos e romanos se referiram aos livros ou rolos de fórmulas e encantações mágicas como “escritos efésios”.

      Visto que muitos efésios abandonaram a adoração de Ártemis, o prateiro Demétrio indicou a seus colegas artífices que a pregação de Paulo constituía uma ameaça para sua profissão, e também punha em perigo a adoração de Ártemis. Enraivecidos, os prateiros bradaram: “Grande é a Ártemis dos efésios!” A cidade ficou conturbada, culminando com um motim de duas horas no teatro. — Atos 19:23-41.

      Depois disso, Paulo partiu de Éfeso. Mais tarde, de Mileto, mandou vir os anciãos da congregação de Éfeso, recapitulou seu próprio ministério entre eles e lhes forneceu instruções sobre como cuidar dos seus deveres. (Atos 20:1, 17-38) Sua referência, naquela ocasião, aos “três anos” gastos em Éfeso deve ser, evidentemente, considerada como número redondo. — Atos 20:31; compare com Atos 19:8, 10.

      Com o passar dos anos, os cristãos em Éfeso tiveram de suportar muita coisa. No entanto, alguns deveras perderam o amor que tinham no início. — Rev. 2:1-6; veja ÁRTEMIS; ESCRIVÃO DA CIDADE.

      [Foto na página 477]

      Moeda em honra da Diana de Éfeso.

  • Éfode
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    • ÉFODE

      Uma veste sacerdotal. O éfode especial a ser usado pelo sumo sacerdote acha-se descrito de forma pormenorizada nas instruções que Deus forneceu a Moisés. Era, pelo que parece, uma veste tipo avental, feita de “ouro, de linha azul e de lã tingida de roxo, fibras carmíneas [da cochonilha] e de linho fino retorcido, trabalho de bordador”. Consistia nas partes da frente e de trás, estas sendo feitas de modo a unir-se nos ombros. Um cinto do mesmo material ficava ‘sobre’ ele, talvez preso ao éfode, segurando-o apertado na cintura. Sobre as peças dos ombros havia duas pedras de ônix, cada uma gravada com os nomes de seis dos filhos de Israel. Dos engastes de ouro destas pedras se pendurava o peitoral, por meio de correntes de ouro que tinham o formato duma corda. Nos cantos inferiores do peitoral um fio azul passava por argolas de ouro presas ao éfode, pouco acima do cinto. O éfode, pelo que parece, ia até um pouco abaixo da cintura, talvez não chegando aos joelhos. — Êxo. 28:6-14, 22-28.

      O sumo sacerdote usava o éfode por cima da túnica sem manga, azul, chamada de ‘túnica do éfode’, a qual, por sua vez, ficava sobre a veste de linho. (Êxo. 29:5) Este éfode não era usado em todas as ocasiões. Quando era necessário inquirir a Jeová sobre um assunto importante para a nação, o sumo sacerdote usava o éfode e o peitoral que continha o Urim e o Tumim. (Núm. 27:21; 1 Sam. 28:6; Esd. 2:63) No anual Dia da Expiação, depois de apresentar as ofertas pelo pecado, o sumo sacerdote se lavava e trocava de roupa, tirando as roupas impecavelmente

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