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    • demonstram que suas vestes continham excelentes bordados. Até mesmo os arreios dos cavalos acham-se altamente decorados com borlas (de passamanaria) e gravuras. (Compare com os colares dos camelos dos midianitas; Juizes 8:21, 26.)

      ORNAMENTAÇÃO HEBRÉIA E CRISTÃ

      A Bíblia dá ênfase máxima à beleza espiritual, em vez de ao adorno material. A disciplina parental é “uma grinalda de encanto” para a cabeça da pessoa, “e um fino colar” para o pescoço, uma “coroa de beleza”; “os lábios de conhecimento são vasos preciosos”, superior a quaisquer vasos de ouro dum artesão; “como maçãs de ouro em esculturas de prata é a palavra falada no tempo certo para ela”, e “arrecada de ouro e ornamento de ouro especial é o sábio repreendedor sobre o ouvido atento”. (Pro. 1:9; 4:9; 20:15; 25:11, 12) A mulher linda, mas desprovida de sensatez, é assemelhada a “uma argola de ouro, para as narinas, no focinho dum porco”. (Pro. 11:22) Estes textos, ao passo que exaltam qualidades espirituais, também mostram que os escritores bíblicos e os que liam seus escritos estavam bem familiarizados com todos esses ornamentos.

      Incentiva-se a moderação, especialmente nas Escrituras Gregas Cristãs. As mulheres deviam ‘adornar-se em vestido bem-arrumado, com modéstia e bom juízo, não com estilos de trançados dos cabelos, e com ouro, ou pérolas, ou vestimenta muito cara, mas dum modo próprio das mulheres que professam reverenciar a Deus, a saber, por intermédio de boas obras’. (1 Tim. 2:9, 10) Pedro podia evocar exemplos dos tempos pré-cristãos ao instar com as mulheres para que procurassem a beleza da “pessoa secreta do coração, na vestimenta incorruptível dum espírito quieto e brando, que é de grande valor aos olhos de Deus”, apontando mulheres tais como Sara, que se adornavam desse modo, “sujeitando-se aos seus próprios maridos”. (1 Ped. 3:1-6) Assim, se forem seguidas, as Escrituras fornecem orientação para uma avaliação correta dos enfeites e das jóias, e para o bom equilíbrio em seu uso.

      ORNAMENTAÇÃO NAS PROFECIAS

      Devido a que Sua bênção pairava sobre Jerusalém, Jeová assemelhou esta capital de Judá a uma mulher vestida de roupas custosas, ricamente enfeitada e cheia de jóias. A perda de espiritualidade da parte dela e sua prostituição espiritual com as nações resultaram em ser despojada de seus enfeites e deixada como que nua. (Eze. 16:2, 10-39) Tal despojamento ocorreu, não só em sentido espiritual, mas também literal, à medida que seus cobiçosos conquistadores tomaram a riqueza da cidade, inclusive as manilhas, as fitas para a cabeça, os ornamentos em forma de lua, os pingentes, os braceletes, os véus, as coberturas para a cabeça, as correntinhas para os pés, as faixas para o busto, as ‘casas da alma’ (referindo-se, talvez, aos frascos de perfume), as ornamentais conchas zunzunantes, os anéis, e as argolas para o nariz que “as filhas de Sião” usavam. (Isa. 3:16-26) Seria um tempo de pesar, pois, no pesar, costumeiramente se removiam os enfeites. — Êxo. 33:4-6.

      No entanto, quando Jeová recomprasse Sião do cativeiro babilônico, ele figurativamente a construiria com um alicerce de safira, com ameias (parapeitos) de rubis e portas de pedras fulgurosas, isto por causa da paz e da justiça que Ele lhe traria (Isa. 54:7, 8, 11-14), e ela se revestiria de atavios e enfeites como os duma noiva. (Isa. 49:14-18; compare com 61:10.) Este último quadro se assemelha um pouco à descrição da Nova Jerusalém, com suas portas de pérolas e seus alicerces semelhantes a pedras preciosas, como estando preparada qual “noiva adornada para seu marido”. (Rev. 21:2, 9-21) De novo, torna-se evidente que os enfeites e adornos se relacionam com qualidades e bênçãos espirituais que resultam da aprovação e do favor de Deus.

      Em contraste, Babilônia, a Grande, a mulher simbólica que comete fornicação com os reis da terra, adorna-se de roupas e enfeites régios, e vive em vergonhosa luxúria, mas será despojada de todos os seus maravilhosos adereços, sendo deixada nua e destruída. A beleza dela é enganosa, e ela ‘se glorifica’; assim, seus enfeites não representam a bênção e o favor divinos, mas, ao invés, as próprias pretensões dela, e os benefícios que seu proceder meretrício lhe traz, no sentido de poder e de riquezas. — Rev. 17:3-5, 16; 18:7-20.

  • En-gedi
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    • EN-GEDI

      [fonte do cabritinho]. Nome duma cidade e do deserto circunvizinho no território de Judá. (Jos. 15:62; 1 Sam. 24:1) Tal cidade usualmente é identificada com Tel ej-Jurn, próxima do moderno povoado de ‘Ain Jidi, a aproximadamente 39 km a SE de Jerusalém, nas margens do mar Morto.

      A jovem sulamita fez alusão à frutividade dessa região, referindo-se a um “cacho de hena . . . entre os vinhedos de En-Gedi”. (Cân. 1:14) Isto, contudo, só descreve parcialmente a rica vida vegetal que floresce ali, até mesmo hoje em dia. A localização especial de En-Gedi na depressão da região do mar Morto propicia o crescimento de vegetação semitropical, de palmeiras e balsameiras, além duma variedade de frutos, tornando En-Gedi um oásis que se destaca do vizinho e grandemente desolado Deserto de Judá. — Veja Judá, Ermo de.

      Não só esta vegetação abundante, mas também a inacessibilidade da região de En-Gedi a tornaram um esconderijo ideal para Davi quando ele estava sendo perseguido pelo Rei Saul. Assim, a Bíblia fala de certos “lugares de difícil acesso em En-Gedi”. (1 Sam. 23:29) Os visitantes da atualidade têm, similarmente, descrito os desfiladeiros rochosos perigosos e cheios de precipícios naquela área. A hostilidade de partes da região também é indicada pela referência às “rochas calvas dos cabritos monteses”. (24:2) Alguns peritos consideram isto como sendo um nome próprio, “Rochas das Cabras Monteses” (V. 3, BJ; CBC; PIB, nota), referindo-se a determinada localidade em que provavelmente as cabras se congregavam, assim como fazem nos tempos modernos na região de En-Gedi. No entanto outros consideram este termo como simples frase descritiva dos montes e das cordilheiras escarpados e cônicos da região, habitados por cabras. As rochas de En-Gedi acham-se cheias de espaçosas cavernas. Davi e seus homens talvez se tenham ocultado em uma delas. (24:3) Alguns sugerem que os “redis de pedra para ovelhas”, onde Saul parou, talvez se refiram a estas cavernas, que possuem rústico muro erguido na frente para as proteger das intempéries. — 24:2-10.

  • Enigma
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    • ENIGMA

      Uma declaração intrigante. Os enigmas são contrastados com a linguagem clara que pode ser facilmente entendida. (Núm. 12:8) Essa palavra às vezes é usada como expressão paralela dum provérbio, porque um enigma bem que pode ser uma declaração prenhe de significado, mas que é expressa em linguagem obscura. (Sal. 49:4) A mesma palavra hebraica traduzida “enigmas”, também, num contexto diferente, é vertida “perguntas difíceis”. (2 Crô. 9:1) É preciso uma mente arguta para formular um enigma, que amiúde envolve uma analogia obscura, porém exata, e desvendar tal enigma exige a habilidade de ver as coisas em sua relação umas com as outras; assim, a Biblia se refere aos enigmas como produto de pessoas sábias e como algo a ser discernido por um homem de entendimento. — Pro. 1:5, 6.

      A própria Biblia contém enigmas que envolvem os propósitos de Jeová. (Sal. 78:2-4) São declarações que, de início, podem deixar o leitor perplexo; talvez sejam propositalmente obscuras, empregando comparações significativas que não se visava fossem entendidas pelas pessoas do tempo em que foram escritas. Para exemplificar: Em Zacarias 3:8, Jeová se refere de modo profético a “meu servo Renovo”, mas não explica ali que este é um renovo ou descendente da linhagem real de Davi; que, na realidade, este é o próprio Filho de Deus que então estava nos céus e que nascería duma virgem que descendia do Rei Davi. E Revelação 13:18 afirma que se diz que o “número da fera” é “seiscentos e sessenta e seis”, mas não explica ali o significado desse número.

      Às vezes se usaram enigmas, não para aturdir aqueles que os ouviam, mas, pelo que parece, para suscitar interesse e tornar mais vivida a mensagem transmitida. Este foi o caso do enigma das duas águias e a videira, que o profeta Ezequiel propôs à casa de Israel. (Eze. 17:1-8) Logo depois de apresentar este enigma, Jeová instruiu Ezequiel que indagasse do povo se o haviam entendido, e então o explicasse a eles.

      Alguns enigmas foram propostos para serem adivinhados pelos homens, e amiúde em verso, como se deu com o enigma que Sansão propôs aos filisteus. (Juí. 14:12-18) Ele utilizou de forma deliberada comparações que não seriam facilmente percebidas, ao dizer: “Do comedor saiu comida, e do forte saiu o doce.” Seu enigma se baseava numa experiência pessoal que tivera pouco antes disso, quando removeu o mel da carcaça dum leão, aonde tinha sido depositado por um enxame de abelhas. — Juí. 14:8, 9.

  • En-mispate
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    • EN-MISPATE

      Veja Cades, Cades-Barnéia.

  • Enoque
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    • ENOQUE

      [iniciado, dedicado]. O filho que nasceu a Jarede quando este já tinha 162 anos; o sétimo homem na genealogia de Adão. Em adição a Metusalém, que lhe nasceu quando tinha 65 anos, Enoque teve outros filhos e filhas. Enoque era um dentre a “tão grande nuvem de testemunhas” que constituíram exemplos notáveis de fé, nos tempos antigos. “Enoque andou com o verdadeiro Deus.” (Gên. 5:18, 21-24; Heb. 11:5; 12:1) Como profeta de Jeová, predisse a vinda de Deus, junto com Suas santas miríades para executar julgamento contra os iníquos. (Judas 14, 15) É bem provável que tenha sido perseguido por causa de sua profecia. No entanto, Deus não permitiu que os oponentes matassem Enoque. Antes, Jeová “o tomou”, isto é, abreviou sua vida numa idade muito inferior à da maioria de seus contemporâneos. Enoque foi “transferido”, no sentido de que, pelo que parece, não sofreu as agonias da morte, embora morresse com 365 anos. (Gên. 5:24; Heb. 11:5, 13) No entanto, não foi levado para o céu, em vista da expressa declaração de Jesus, em João 3:13. Parece que, como se deu no caso do corpo de Moisés, Jeová dispôs do corpo de Enoque, pois “não foi achado em parte alguma”. — Deut. 34:5, 6; Judas 9.

      Enoque ou Henoc (BJ, CBC, PIB, So) não é o escritor do “Livro de Henoc”. Trata-se dum livro apócrifo, não-inspirado, escrito muitos séculos depois, provavelmente em algum tempo durante o segundo e o primeiro séculos A.E.C.

  • Enos
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    • ENOS

      (ENÓS, BJ, PIB) [homem]. Filho de Sete, que lhe nasceu quando tinha 105 anos. Enos tinha 90 anos quando se tornou pai de Quenã, e viveu um total de 905 anos. (Gên. 5:6- 11) Seu nome também está alistado nas genealogias registradas em 1 Crônicas 1:1 e em Lucas 3:38. Em seus dias, “se principiou a invocar o nome de Jeová”. (Gên. 4:26) Não se tratava, como é evidente, de uma invocação de Jeová com fé e em adoração pura, como Abel fizera mais de 105 anos antes do nascimento de Enos. Os peritos hebreus contendem que o texto devia rezar “começaram profanamente”, ou “então começou a profanação”. Com referência aos dias de Enos, o Targum of Palestine (Targum da Palestina) afirma: “Essa foi a geração em cujos dias começaram a errar, fazendo para si mesmos ídolos, e dando sobrenomes a seus 

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