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  • Hebreus, Carta Aos
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    • A. Não se chega a um monte literal, mas à Sião celeste e a Jerusalém, à assembléia de anjos, à congregação dos primogênitos, a Deus, o Juiz de todos, e a Jesus, o Mediador (12:18-24)

      B. Deus abalará tanto a terra como o céu para remover coisas abaláveis (12:25-27)

      C. Cristãos recebem reino que não pode ser abalado (12:28, 29)

      VII. Exortações e comentários finais (13:1-25)

      A. Conselhos sobre amor fraterno, hospitalidade, conservar honroso o casamento, e confiar em Jeová (13:1-6)

      B. Imitem a fé dos que lideram; evitem deixar-se levar por ensinos estranhos (13:7-9)

      C. Sofram o vitupério de Cristo, aguardando a cidade que virá (13:10-14)

      D. Ofereçam sacrifícios de louvor, façam o bem, partilhem com outros (13:15, 16)

      E. Sejam submissos aos que lideram (13:17)

      F. Escritor solicita orações dos irmãos, promete visitar Jerusalém, termina com cumprimentos (13:18-25)

      Veja o livro “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 232-237.

  • Hébron
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    • HÉBRON

      [associação, liga]. Uma cidade antiga, da região montanhosa de Judá, construída sete anos antes de Zoã, no Egito. (Núm. 13:22) Hébron está situada a c. 31 km a S-SO de Jerusalém, e jaz a aproximadamente 915 m acima do nível do mar. Goza da distinção de ser um dos locais mais antigos ainda habitados do Oriente Médio. O nome antigo de Hébron, “Quiriate-Arba” (cidade de Arba) parece ter-se derivado de Arba, seu fundador anaquim. (Gên. 23:2; Jos. 14:15) A cidade e suas colinas próximas há muito são famosas por seus vinhedos, romãzeiras, figueiras, oliveiras, damasqueiros, macieiras e nogueiras. Abençoada com numerosas fontes e poços, Hébron acha-se cercada por quilômetros e mais quilômetros de verde.

      Os patriarcas Abraão, Isaque e Jacó passaram parte de sua residência como forasteiros em Hébron. (Gên. 13:18; 35:27; 37:13, 14) Sara morreu ali, e foi sepultada numa caverna da adjacente Macpela. Esta caverna, comprada de Efrom, o hitita, por Abraão, junto com o terreno adjacente, tomou-se um cemitério familiar, onde Abraão, Isaque, Rebeca, Léia e Jacó também foram enterrados. — Gên. 23:2-20; 49:29-33; 50:13.

      Na ocasião em que Moisés enviou os doze espias à Terra Prometida, Hébron era habitada pelos descendentes gigantescos de Anaque. (Núm. 13:22, 28, 33) Cerca de quarenta anos depois, Hoão, rei de Hébron, uniu-se a outros quatro reis numa ofensiva contra Gibeão, cidade que fizera a paz com Josué. Os israelitas responderam ao apelo de ajuda de Gibeão e, auxiliados por Jeová, derrotaram os exércitos dos cinco reis que subiram contra Gibeão. Depois disso, estes cinco reis, que se haviam escondido numa caverna, foram executados e seus cadáveres foram pendurados em estacas até à noite. — Jos. 10:1-27.

      Ao prosseguir a campanha de Israel no S de Canaã, os habitantes de Hébron, inclusive seu rei (evidentemente o sucessor de Hoão), foram devotados à destruição. (Jos. 10:36, 37) Não obstante, embora os israelitas sob Josué rompessem o poder dos cananeus, parece que eles não estabeleceram de imediato guarnições para manter suas conquistas. Evidentemente enquanto Israel estava guerreando em outra parte, os anaquins restabeleceram-se em Hébron, tornando necessário que Calebe (ou, os filhos de Judá, sob a liderança de Calebe) recapturassem a cidade do controle deles, algum tempo depois. (Jos. 11:21-23; 14:12-15; 15:13, 14; Juí. 1:10) Sendo originalmente consignada a Calebe, da tribo de Judá, a Hébron foi, posteriormente, concedida a condição sagrada de cidade de refúgio. Também servia como cidade sacerdotal. Entretanto, o “campo de Hébron” e seus povoados constituíam a possessão hereditária de Calebe. — Jos. 14:13, 14; 20:7; 21:9-13.

      Em Hébron, cerca de quatro centúrias depois, os homens de Judá ungiram Davi como rei. Ele governou dali por sete anos e meio, tornando-se, no ínterim, pai de seis filhos, Amnom, Quileabe (Daniel), Absalão, Adonias, Sefatias e Itreão. — 2 Sam. 2:1-4, 11; 3:2-5; 1 Crô. 3:1-4.

      Anos depois, Absalão, filho de Davi, retornou a Hébron e ali iniciou sua tentativa mal- sucedida de usurpar a realeza de seu pai. (2 Sam. 15:7-10) Foi provavelmente graças à importância histórica de Hébron, como sendo outrora a capital de Judá, bem como por ser natural dessa cidade, que Absalão escolheu tal cidade como ponto de partida de sua tentativa de obter o trono. Mais tarde, o neto de Davi, o Rei Roboão, reconstruiu Hébron. (2 Crô. 11:5-10) Depois da desolação de Judá pelos babilônios e a volta dos exilados judeus, alguns dos judeus repatriados se fixaram em Hébron (Quiriate-Arba). — Nee. 11:25.

      [Imagem na página 728]

      Representação da Hébron moderna. A grande estrutura vista na parte central é uma mesquita construída sobre o local que se presume ser a caverna de Macpela, onde Abraão foi sepultado.

  • Heli
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    • HELI

      Veja ELI, II.

  • Hemorróidas
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    • HEMORRÓIDAS

      Inchações das veias do ânus, acompanhadas com freqüência de perda de sangue. Nesta afecção muitas vezes dolorosa, há formações varicosas abaixo da membrana mucosa do reto, quer no esfíncter externo (hemorróidas internas), quer no seu lado externo (hemorróidas externas), ou em ambos. As hemorróidas achavam-se entre as afecções que Jeová avisou os israelitas que estes sofreriam, se desobedientes. (Deut. 28:15, 27) Ele afligiu os filisteus de Asdode e seus territórios, de Gate e de Ecrom, com hemorróidas, enquanto a Arca sagrada estava na posse deles. — 1 Sam. 5:6-12.

  • Hena
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    • HENA

      A palavra hebraica kópher é geralmente considerada como sendo a “hena”, e é assim traduzida em muitas traduções modernas da Bíblia. Este arbusto, mencionado apenas em O Cântico de Salomão (1:14; 4:13; 7:11), ainda cresce de forma silvestre na Palestina. Comumente, a hena atinge uma altura máxima de cerca de 3 m. Apresenta cachos de pequenas flores de cor creme, de quatro pétalas, nas pontas de seus ramos, os povos do Oriente Médio apreciando especialmente sua fragrância forte. Não raro uma vergôntea da hena é colocada em buquês, e as mulheres a usam nos cabelos e junto ao colo.

      Desde os tempos antigos, a hena tem sido empregada como vista ampliada de suas cosmético. As folhas flores, de quatro pétalas, pulverizadas da planta são combinadas com água quente a fim de formar uma pasta, aplicada à parte do corpo a ser tingida e então isto é deixado usualmente durante a noite toda. Quando se remove a pasta de hena, por lavagem, permanece a mancha, comumente de cor laranja ou avermelhada. Dura cerca de três semanas, após o que se exige outra aplicação. A hena tem sido usada para tingir as unhas dos dedos das mãos e dos pés, as pontas dos dedos, as mãos e os pés, barbas, cabelos, e até mesmo as crinas e rabos de cavalos, bem como peles e couro. Testemunhando seu uso antigo há as descobertas de múmias egípcias com unhas tingidas. Também, a raiz hebraica, da qual se pensa que kópher se deriva, tem sido definida como “besuntar”, aparentemente indicando seu uso qual corante.

      [Foto na página 729]

      Ramo do arbusto hena; vista ampliada de suas flores, de quatro pétalas, é mostrada à direita.

  • Herança
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    • HERANÇA

      Qualquer propriedade que passe, com a morte do seu dono, ao herdeiro ou aos que têm direito à sua linha de sucessão; qualquer coisa recebida dos progenitores ou predecessores como se fosse pela sucessão. Em Israel, a herança se aplicava primariamente aos bens fundiários, embora fosse usada com respeito também aos bens móveis. A Bíblia também fala da herança de coisas de natureza espiritual. Chama-se os cristãos gerados pelo espírito de “deveras, herdeiros de Deus, mas co-herdeiros de Cristo”. Aguardam, se permanecerem fiéis, a “herança eterna”. — Rom. 8:17; Heb. 9:15.

      PERÍODO PATRIARCAL

      Os fiéis patriarcas hebreus, Abraão, Isaque e Jacó não possuíam nenhuma terra, exceto o campo, junto com a caverna, usado como local de sepultamento, e o campo perto de Siquém, comprado por Jacó. (Gên. 23:19, 20; 33:19) Concernente à residência de Abraão em Canaã, disse Estêvão, o mártir cristão: “Contudo, não lhe deu nela nenhuma propriedade transmissível por herança, não, nem mesmo da largura de um pé; mas prometeu dar-lha como propriedade, e depois dele, ao seu descendente, quando ainda não tinha filho.”

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