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    • recusar-se a permitir que ela brilhe dele como se fora duma lâmpada.

      OUTROS EMPREGOS FIGURADOS

      Aquilo de que alguém depende para iluminar seu caminho é simbolizado por uma lâmpada. Com tal figura de retórica, o provérbio contrasta o justo e o iníquo, dizendo: “A própria luz dos justos alegrar-se-á; mas a lâmpada dos iníquos — ela será apagada.” (Pro. 13:9) A luz do justo se torna cada vez mais brilhante, mas, não importa quão brilhante pareça ser a lâmpada do iníquo, e quão próspero pareça ser seu caminho, em resultado disso, Deus se certificará de que ele termine nas trevas, onde seus pés certamente tropeçarão. Tal resultado é o que aguarda a pessoa que invoca o mal sobre seu pai e a sua mãe. — Pro. 20:20.

      ‘Extinguir-se a lâmpada’ duma pessoa também significa que não há futuro para ela. Outro provérbio afirma: “Porque se mostrará não haver futuro para quem é mau; a própria lâmpada dos iníquos será apagada.” — Pro. 24:20.

      Bildade, dando a entender que Jó ocultava alguma iniqüidade secreta, disse sobre o iníquo: “A própria luz se há de escurecer na sua tenda, e nela a sua própria lâmpada se apagará.” Mais adiante em seu argumento, Bildade acrescenta: “Não terá progênie nem posteridade entre seu povo.” À luz do fato que se disse que Salomão, filho de Davi, era uma lâmpada que Deus lhe tinha dado, a extinção da lâmpada da pessoa pode transmitir a idéia de que ela não terá nenhum descendente que assuma sua herança. — Jó 18:6, 19.

      O OLHO

      O olho da pessoa, em sentido figurado, é uma “lâmpada”. Jesus disse: “A lâmpada do corpo é o olho. Se, pois, o teu olho for singelo [simples; voltado em uma só direção; focalizado; generoso], todo o teu corpo será luminoso; mas, se o teu olho for iníquo, todo o teu corpo será escuro.” (Mat. 6:22, 23; veja NM, nota da ed. 1950, em inglês.) O olho é como uma lâmpada, porque, com ele, o corpo pode andar sem tropeçar ou sem bater em algo. Jesus, naturalmente, tinha presente os ‘olhos do coração’ (Efé. 1:18), como indicam suas palavras no contexto.

      ESPOSA

      Às vezes se conservavam certas lâmpadas acesas o dia todo para que pudessem ser acesos facilmente alguns fogos. Também, algumas ardiam a noite toda. Provérbios 31:18, ao dizer sobre a boa esposa: “Sua lâmpada não se apaga à noite”, pode estar usando uma expressão figurada, que significa que ela trabalha laboriosamente à noite, e até mesmo se levanta antes do amanhecer, para fazer outros serviços. — Compare com Provérbios 31:15.

      O FÔLEGO DA PESSOA

      De acordo com Provérbios 20:27, “O fôlego do homem terreno é a lâmpada de Jeová, fazendo uma busca cuidadosa em todas as partes mais intimas do ventre”. Aquilo que uma pessoa “exala” ou dá vazão, as expressões boas ou más, revela ou elucida a sua personalidade ou o seu íntimo. — Compare com Atos 9:1.

  • Lança (Tipos De)
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    • LANÇA (TIPOS DE)

      Veja Armas, Armadura.

  • Lanceiros
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    • LANCEIROS

      Estes soldados antigamente constituíam uma divisão da infantaria leve, e eram apoiados por arqueiros e fundibulários. Ou aurigas e cavalarianos amiúde carregavam lanças. Os lanceiros faziam parte das forças de ocupação romanas na Palestina, 200 deles sendo incluídos na escolta secreta de Paulo para fora de Jerusalém. — Atos 23:23.

  • Laodicéia, Laodicenses
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    • LAODICÉIA, LAODICENSES

      [talvez, julgamento do povo]. Cidade situada na parte O da Ásia Menor, cujas ruínas ficam perto de Denizli, a mais de 145 km a E de Éfeso. Conhecida anteriormente como Dióspolis e Rhoas, é provável que Laodicéia tenha sido novamente fundada no século III AEC pelo governante selêucida Antíoco II, e assim chamada em honra à esposa dele, Laódice. Situada no fértil vale do rio Lico (tributário do Meandro [Menderes]), Laodicéia ficava no entroncamento de grandes vias comerciais e estava ligada, por meio de estradas, a cidades tais como Éfeso, Pérgamo e Filadélfia.

      Laodicéia usufruía grande prosperidade como cidade manufatureira e como centro bancário. Um indício da grande afluência desta cidade é que, quando sofreu extensivos danos causados por um terremoto, no reinado de Nero, ela conseguiu reconstruir-se sem qualquer ajuda financeira de Roma. [Anais, de Tácito, Livro XIV, seção 27, Clás. Jackson] A lã negra e lustrosa de Laodicéia, e as roupas fabricadas com ela, eram amplamente conhecidas. Sendo sede de uma famosa escola de medicina, esta cidade provavelmente também produzia o remédio para os olhos conhecido como “pó frígio”. Assim sendo, é compreensível que uma das principais deidades veneradas em Laodicéia fosse Esculápio (Asclépio), um deus da medicina.

      Esta cidade apresentava também grande desvantagem. Dessemelhante das cidades vizinhas do vale do Lico — Hierápolis, com suas fontes termais, famosas pelas suas propriedades curativas, e Colossos, com sua revigorante água fria — Laodicéia não dispunha de um suprimento permanente de água. A água tinha de ser trazida, encanada, de considerável distância, até Laodicéia, e provavelmente chegava morna à cidade. Na primeira parte do trajeto, a água era transportada por um aqueduto, e, depois, quando chegava mais perto da cidade, por meio de blocos cúbicos de pedra, perfurados ao meio e cimentados juntos.

      No primeiro século EC, havia uma congregação cristã em Laodicéia, e, pelo visto, esta se reunia na casa de Ninfa, uma irmã cristã que morava ali. Sem dúvida os esforços de Epafras contribuíram para o estabelecimento daquela congregação. (Col. 4:12, 13, 15) É também provável que o efeito da obra de Paulo em Éfeso tenha alcançado Laodicéia. (Atos 19:10) Embora não ministrasse ali pessoalmente, Paulo, não obstante, preocupava-se com a congregação laodicense e até mesmo escreveu uma carta para ela. — Col. 2:1; 4:16.

      A congregação de Laodicéia era uma das sete da Ásia Menor às quais o glorificado Jesus Cristo, numa revelação fornecida a João, dirigiu mensagens pessoais. (Rev. 1:11) Naquele tempo, perto do fim do primeiro século EC, a congregação laodicense tinha pouca coisa que a recomendasse. Embora fosse materialmente rica, era espiritualmente pobre. Em vez do ouro literal, manipulado pelos banqueiros laodicenses, em vez das roupas de lã negra e lustrosa, fabricadas localmente, em vez do remédio oftálmico sem dúvida produzido pela classe médica laodicense, em vez das ferventes águas termais e medicinais da vizinha Hierápolis, a congregação laodicense precisava de coisas assim em sentido espiritual. Precisava de “ouro refinado pelo fogo”, a fim de enriquecer sua personalidade (compare com 1 Coríntios 3:10-14; 1 Pedro 1:6, 7), roupas exteriores brancas, para lhe dar uma irrepreensível aparência cristã, sem quaisquer características não-cristãs, que eram tão vergonhosas quanto a nudez física. (Compare com Revelação 16:15; 19:8.) Precisava do espiritual “ungüento para os olhos”, a ser aplicado para remover-lhe a cegueira quanto à verdade bíblica e às responsabilidades cristãs. (Compare com Isaías 29:18; 2 Pedro 1:5-10; 1 João 2:11.) Ela podia comprar estas coisas de Cristo Jesus, Aquele que batia à porta, se o acolhesse hospitaleiramente. (Compare com Isaías 55:1, 2.) Precisava tornar-se estimulantemente quente (compare com Salmo 69:9; 2 Coríntios 9:2; Tito 2:14) ou revigorantemente fria (compare com Provérbios 25:13, 25), mas não devia continuar morna. — Rev. 3:14-22.

  • Laquis
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    • LAQUIS

      Cidade judéia da Sefelá. (Jos. 15:21, 33, 39) Identifica-se geralmente Laquis com Tel ed-Duweir, um aterro artificial cercado de vales e situado a c. 24 km a O de Hébron. Antigamente, este sítio ocupava uma posição estratégica na principal estrada que ligava Jerusalém com o Egito. Em certa época, a cidade abrangia uma área de c. 7 hectares, e possuía, talvez, uma população entre 6.000 e 7.500 pessoas.

      Na época da conquista de Canaã por Israel, Jafia, rei de Laquis, juntou-se a outros quatro reis numa ofensiva militar contra Gibeão, cidade que tinha firmado paz com Josué. (Jos. 10:1-5) Em resposta ao pedido de ajuda de Gibeão, o exército israelita empreendeu uma marcha forçada, por toda a noite, desde Gilgal. Com a ajuda de Jeová, derrotou a aliança cananéia, e os próprios reis ficaram enredados numa caverna, sendo depois executados. (Jos. 10:6-27; 12:11) Mais tarde, a cidade de Laquis foi tomada em menos de dois dias de luta, e seus habitantes foram mortos. Também, Horão, rei de Gezer, que veio ajudar Laquis, sofreu derrota. — Jos. 10:31-35.

      Alguns arqueólogos ligam a campanha de Israel contra Laquis com uma grossa camada de cinza que foi escavada em Tel ed-Duweir, em que se encontrou, entre outras coisas, um escaravelho de Ramsés. A Bíblia, porém, não declara que tal cidade foi incendiada, como o faz no caso de Jericó (Jos. 6:24, 25), Ai (Jos. 8:28) e Hazor. (Jos. 11:11) Antes, Josué 11:13 parece indicar que os israelitas raramente incendiavam “as cidades que estavam sobre os seus próprios montes de terra”. Assim, não existe base bíblica para se situar na época de Josué a destruição que provocou a camada de cinza, daí datando a conquista israelita de Canaã de acordo com isso. É também digno de nota que não se pode estabelecer de forma definitiva a que Ramsés pertencia o escaravelho. Pelo menos um arqueólogo atribuiu o escaravelho a Ramsés III, e aventou a idéia de que Laquis fora destruída pelos filisteus no século XII AEC.

      Durante o reinado de Roboão (997-980 AEC), Laquis foi fortificada militarmente. (2 Crô. 11:5-12) Mais tarde, em 829 AEC, o Rei Amazias fugiu para Laquis, a fim de escapar de conspiradores, mas foi perseguido e morto ali. — 2 Reis 14:19; 2 Crô. 25:27.

      SITIADA POR SENAQUERIBE 

      Laquis foi sitiada pelo rei assírio, Senaqueribe, em 732 AEC. Dali, ele mandou Rabsaqué, Tartã e Rabe-Saris, com poderosa força militar, a Jerusalém, no esforço de mover o Rei Ezequias a render-se. Por meio de seu principal porta-voz, Rabsaqué, Senaqueribe desafiou a Jeová, e, mais tarde, mandou mensageiros a Jerusalém, com cartas que continham mais zombarias e ameaças, destinadas a provocar a rendição de Ezequias. Este desafio a Jeová Deus levou, por fim, à aniquilação de 185.000 guerreiros assírios, em uma só noite, pelo anjo de Deus. — 2 Reis 18:14,  17-35; 19:8-13, 32-35; Isa. 36:1-20; 37:8-13, 33-36. 

      Uma representação do sítio de Laquis, obtida do palácio de Senaqueribe em Nínive, indica que tal cidade era cercada por uma muralha dupla, contendo torres a intervalos regulares, e que palmeiras, videiras e figueiras floresciam na área colinosa circunvizinha. A cena que apresenta Senaqueribe recebendo os despojos de Laquis é acompanhada pela seguinte inscrição: “Senaqueribe, rei do mundo, rei da Assíria, sentado sobre um trono-nimedu e passando em revista o despojo (tomado) de Laquis (La-ki-su).”

      CAPTURADA PELOS BABILÔNIOS

      Quando os babilônios, sob Nabucodonosor, venceram de enxurrada Judá (609-607 AEC), Laquis e Azeca foram as duas últimas cidades fortificadas a cair, antes de Jerusalém ser tomada. (Jer. 34:6, 7) O que é conhecido como

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