BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Tabernáculo
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • Gibeão. (1 Crô. 21:29) Quando Davi levou a Arca do pacto para Sião, ela não tinha estado no tabernáculo já por muitos anos. Mas, até que o templo foi construído por Salomão, os sacrifícios ainda eram oferecidos no tabernáculo em Gibeão, sendo chamado de “o grande alto”. (1 Reis 3:4) Após a construção do templo, Salomão fez com que o tabernáculo fosse trazido e, pelo visto, ali guardado. — 1 Reis 8:4; 2 Crô. 5:5; veja ARCA DO PACTO; LUGAR SANTO; SANTÍSSIMO; TEMPLO.

      EMPREGO FIGURADO

      O apóstolo Paulo elucida o significado pictórico do tabernáculo. Num contexto que considera o modelo representado pelo tabernáculo e os ofícios ali executados, fala de Jesus Cristo como “servidor público do lugar santo e da verdadeira tenda, que Jeová erigiu, e não algum homem”. (Heb. 8:2) Ademais, ele afirma: “Cristo veio como sumo sacerdote das boas coisas que se realizaram por intermédio da tenda maior e mais perfeita, não feita por mãos, isto é, não desta criação.” (Heb. 9:11) A tenda no deserto era um arranjo estabelecido por ordem de Deus para se ter acesso a Ele em verdadeira adoração — um arranjo para a remoção típica de pecados. Sendo uma ilustração (Heb. 9:9), podia prefigurar o arranjo que Deus estabeleceu, em que podia servir o grande Sumo Sacerdote, Jesus Cristo, comparecendo no céu perante seu Pai com o valor do seu sacrifício, o qual pode realmente remover os pecados. (Heb. 9:24-26) Por meio deste arranjo, homens fiéis podem gozar de verdadeira aproximação a Deus. (Heb. 4:16) A celeste “tenda do testemunho”, ou tabernáculo, foi observada em visão pelo apóstolo João. — Rev. 15:5.

      O apóstolo Pedro, sendo filho de Deus, gerado pelo espírito, e tendo a esperança de vida celeste em associação com Cristo Jesus, falou do seu corpo carnal como sendo um “tabernáculo”. Era uma ’habitação’, mas era apenas temporária, uma vez que Pedro sabia que sua morte estava próxima e a sua ressurreição não seria na carne, e sim no espírito. — 2 Ped. 1:13-15; 1 João 3:2; 1 Cor. 15:35-38, 42-44.

  • Tabor
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • TABOR

      [possivelmente elevação, lugar alto]. Notável monte do território de Issacar, em sua fronteira N. (Jos. 19:17, 22) Em árabe, é chamado de Jebel et-Tor. Acha-se situado a c. 19 km a O da ponta S do mar da Galiléia, e c. 8 km E-SE da cidade de Nazaré.

      Isolado de outros montes, o Tabor ascende abruptamente do vale de Jezreel a uma altitude de 562 m acima do nível do mar. Visto do O-NO, parece-se a um cone truncado, e, do SO, como o segmento duma esfera. De seu cume se tem magnífica vista em todas as direções. O impressionante destaque deste monte provavelmente explica por que o salmista menciona o Tabor e o monte Hermom juntos como notáveis exemplos da arte majestosa do Criador. (Sal. 89:12) Jeová também empregou a notável qualidade maciça do Tabor — que se ergue sozinho no vale de Jezreel — para ilustrar a qualidade impressionante da força que Nabucodonosor trazia contra o Egito. — Jer. 46:13, 18.

      O Tabor tornou-se especialmente famoso quando Baraque, sob a orientação de Deus, congregou 10.000 homens das tribos de Naftali e Zebulão contra Sísera e seu exército, que incluía 900 carros com “foices de ferro”. A um dado sinal, Baraque e suas forças se lançaram do Tabor encosta abaixo, e, depois que Jeová pôs os cananeus em confusão, os israelitas obtiveram decisiva vitória sobre as forças fugitivas de Sísera. — Juí. 4:4-16.

      Alguns anos depois, o Tabor testemunhou a matança dos irmãos de Gideão por Zeba e Zalmuna, reis de Midiã. (Juí. 8:18, 19) Em meados do século VIII AEC, as infiéis casas sacerdotal e régia de Israel eram “como uma rede estendida sobre Tabor”, utilizando possivelmente esse monte a O do Jordão como centro de idolatria, a fim de engodar os israelitas; Mispá pode ter sido assim utilizada a E do Jordão. — Osé. 5:1.

      O cume do Tabor, uma área plana um tanto elíptica com c. 400 m de largura de N a S, e o dobro do comprimento de E a O, fornecia uma posição de controle e um local muitíssimo apropriado para uma cidade fortificada. As ruínas mostram que tal cidade floresceu ali antes e depois do primeiro século EC. Isto fornece motivo para se questionar a tradição de que Tabor foi o local da transfiguração de Jesus, pois os relatos afirmam que Jesus e seus três companheiros achavam-se no monte “à parte”, “a sós”. O monte Hermom é, mais provavelmente, aquele “alto monte”, e acha- se próximo de Cesaréia de Filipe, nas cabeceiras do Jordão, onde Jesus se encontrava pouco antes da transfiguração. — Mat. 17:1, 2; Mar. 8:27; 9:2.

  • Tadmor
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • TADMOR

      [pelo visto, de tamár, palmeira]

      Uma localidade do deserto, onde Salomão realizou construção algum tempo depois de 1017 AEC. (2 Crô. 8:1,  4) Tadmor é identificada comumente com a cidade conhecida pelos gregos e romanos como Palmira. Suas ruínas se situam num oásis na beirada N do deserto da Síria, a c. 209 km a NE de Damasco. Um povoado próximo ainda é chamado de Tudmur pelos árabes. Se for corretamente identificada como Palmira, Tadmor pode ter servido como cidade-guarnição para defender a distante fronteira N do reino de Salomão, e também como importante parada de caravanas.

      A Tamar (“Tadmor”, leitura marginal do Texto Massorético; ALA; IBB, nota), mencionada em 1 Reis 9:18 como estando “no país”, talvez seja a mesma que Tadmor. Estar ela situada “no país” pode simplesmente significar que Tamar era parte do domínio de Salomão (1 Reis 9:19), e, por conseguinte, Tamar podia ser a Palmira. No entanto, caso a frase “no país” seja mais restritiva, então os nomes de “Tamar” e “Tadmor” podem designar duas localidades diferentes, Palmira (Tadmor), no N, e uma cidade de Judá, no S (Tamar); ou ambos os nomes podiam aplicar-se a uma Tamar de Judá. — Compare com Ezequiel 47:19; 48:28.

  • Tafnes
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • TAFNES

      [talvez, mansão do núbio]. Cidade do Egito que é mencionada com regularidade, junto com outras cidades do Egito setentrional (Baixo), tais como Nofe (Mênfis). Om (Heliópolis) e Pi-Besete (Bubástis).

      A Septuaginta grega verte Tafnes como Táphnas, e crê-se em geral que este nome coincide com o de uma importante cidade fortificada na fronteira oriental do Egito chamada de Dafne pelos escritores gregos do período clássico. Por este motivo, a maioria dos geógrafos identificam Tafnes com Tel Defené, c. 48 km ao S-SO de Port Said e c. 35 km a SO de Pelúsio, o sítio sugerido de Sin.

      Durante os últimos anos do reino de Judá, o profeta Jeremias coerentemente soou o aviso para não fazerem alianças políticas com o Egito e nem confiarem no Egito como proteção contra o poder ascendente de Babilônia. Nofe (Mênfis), a capital egípcia, e Tafnes (Tahoanhes, VB; Tapanes, IBB; Táfnis, BJ; BV; CBC; PIB) são mencionadas como ‘se alimentando de [Judá e de Jerusalém], no alto da cabeça’, devido à apostasia dos judeus. Qualquer apoio recebido do Egito era, sem dúvida, obtido a um elevado custo para os lideres régios de Judá; mas, eles ficariam envergonhados do Egito, assim como se tinham envergonhado da Assíria. — Jer. 2:1, 2, 14-19, 36.

      Depois da conquista babilônia sobre Judá, em 607 AEC, e o subseqüente assassínio de Gedalias, o restante dos judeus desceu ao Egito, levando com eles o profeta Jeremias. O primeiro local mencionado em que eles chegaram (ou se fixaram) no Egito é Tafnes. (Jer. 43:5-7) Isto evidentemente situaria Tafnes (Tapanes, IBB) na região oriental do delta, isto é, no canto NE do Baixo Egito. Alguns dos refugiados se fixaram em Tafnes. (Jer. 44:1, 7, 8) Ao chegar a Tafnes, Jeremias encenou um quadro profético orientado por Jeová, colocando pedras na argamassa do “terraço de tijolos à entrada da casa de Faraó, em Tafnes”, na presença de outros judeus. Daí, fez a proclamação de que Nabucodonosor viria e colocaria seu trono bem em cima destas mesmíssimas pedras, estendendo sua tenda estatal bem em cima delas. — Jer. 43:8-13; compare com 46:13, 14.

      Na distante cidade de Babilônia (no vigésimo sétimo ano do primeiro exílio, isto é, em 591 AEC), o profeta Ezequiel também predisse que Nabucodonosor conquistaria o Egito e que, “em Tafnes [Tehaphnehes, VB] o dia realmente ficará escuro”, pois Jeová quebraria ali as cangas e o orgulho da força do Egito. Esta declaração e a referência de Ezequiel às “aldeias dependentes” de Tafnes, indicam que a cidade era importante e tinha considerável tamanho. — Eze. 29:19; 30:1, 2, 10-18.

  • Tagarelice, Calúnia
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • TAGARELICE, CALÚNIA

      Tagarelice é fútil conversa pessoal; um rumor infundado. A calúnia é difamação, em geral maliciosa, seja oral seja escrita.

      TAGARELICE

      Nem toda tagarelice é má ou prejudicial, embora possa sê-lo. Por vezes, pode ser laudatória sobre uma pessoa ou várias; ou pode ser o simples relato de algo trivial ou não-objetável sobre outros, por interesse humano. Mas é fácil degenerar-se numa conversa prejudicial e problemática, pois a tagarelice é conversa fútil. As Escrituras aconselham a se evitar a linguagem fútil, indicando que a língua é difícil de domar e que “constitui um mundo de injustiça entre os nossos membros, pois mancha todo o corpo e incendeia a roda da vida natural”. A sua destrutividade é adicionalmente sublinhada no sentido de que o escritor bíblico prossegue, “e é incendiada pela Geena”. (Tia. 3:6) Muitas vezes se ressalta o perigo da conversa solta e fútil, o falante sendo ligado à estupidez ou tolice (Pro. 15:2), e tal linguagem constituindo um laço e lhe trazendo a ruína. (Pro. 13:3; 18:7) “Na abundância de palavras não falta transgressão”, afirma o provérbio, aconselhando que manter os lábios sob controle significa agir com discrição. (Pro. 10:19) “Quem guarda a sua boca e a sua língua está guardando a sua alma das aflições”, é um aviso contra o falar sem pensar, às soltas e de modo fútil. — Pro. 21:23.

      O apóstolo Paulo deu forte admoestação ao superintendente Timóteo quanto à conduta dás viúvas jovens que não tinham famílias para cuidar e que não se ocupavam no ministério. Disse ele: “Aprendem também a estar desocupadas, vadiando pelas casas; sim, e não somente desocupadas, mas também tagarelas e intrometidas nos assuntos dos outros, falando de coisas de que não deviam.” (1 Tim. 5:13) Tal ação significa conduta desordeira. O mesmo apóstolo falou sobre alguns na congregação de Tessalônica que estavam “andando desordeiramente entre vós, não trabalhando nada, mas intrometendo-se no que não lhes diz respeito”. (2 Tes. 3:11) Pedro coloca um “intrometido nos assuntos dos outros” em péssima companhia — junto com o assassino, o ladrão e o malfeitor. — 1  Ped. 4:15.

      Por outro lado, não é tagarelice ou calúnia, e não é errado, relatar condições que influem sobre uma congregação àqueles que têm a autoridade e a responsabilidade de superintender e de corrigir os assuntos. Isto é demonstrado no registro bíblico sobre a congregação cristã

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar