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  • Tributo
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    • Israel (2 Reis 3:4, 5), receberam tributos de outros povos. No entanto, por causa de infidelidade, os israelitas ficavam, não raro, em posição inferior, e se viam obrigados a pagar tributo a outros. Já na época dos juízes, quando sob domínio do rei moabita, Eglom, eles pagavam tributo. (Juí. 3:12-17) Em anos posteriores, tanto o reino de Judá como o reino setentrional de Israel pagaram tributo ao ficarem sob o controle de potências estrangeiras. (2 Reis 17:3; 23:35) Em várias épocas, pagaram o que equivalia a uma forma de tributo quando “compravam” nações inimigas, ou subornavam outras, para obter ajuda militar. — 2 Reis 12:18; 15:19, 20; 18:13-16; para um estudo das palavras na língua original, veja TRIBUTAÇÃO (IMPOSTO) .

  • Trigo
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    • TRIGO

      Importante cereal cultivado que há muito tem fornecido ao homem valioso item de sua dieta alimentar, e, por vezes, até mesmo em tempos recentes, como antigamente, tem sido vendido ao dobro ou triplo do preço da cevada. (Compare com 2 Reis 7:1, 16, 18; Revelação 6:6.) O trigo, quer por si só, quer misturado a outros grãos, era comumente transformado em pão. (Êxo. 29:2; Eze. 4:9) Este cereal também podia ser comido cru (Mat. 12:1) e era transformado em sêmola pelo esmagamento de seus grãos. Especialmente as espigas verdes de trigo eram preparadas por tostamento. (Lev. 2:14; 2 Sam. 17:28) O trigo era exigido como tributo das tribos ou nações derrotadas (2 Crô. 27:5), e figurava nas ofertas apresentadas a Jeová. — 1 Crô. 23:29; Esd. 6:9, 10.

      A própria planta, quando jovem, assemelha-se à grama e é verde-brilhante. O trigo maduro, contudo, pode alcançar de 60 cm a 1,5 m de altura, e é castanho-dourado. Suas folhas são longas e delgadas, e o caule central termina numa espiga cheia de grãos. Uma variedade de trigo, cultivada no antigo Egito, e ainda encontrada ali, possui várias espigas em cada caule. (Compare com Gênesis 41:22, 23.) As variedades de trigo que têm sido comumente cultivadas na Palestina nos anos mais recentes, e provavelmente também nos tempos bíblicos, têm “barba”, isto é, possuem pêlos ásperos, espinhentos, nas cascas dos grãos.

      Fiel à promessa de Deus, os israelitas verificaram que a Palestina era uma terra de trigo e de cevada. (Deut. 8:8; 32:14; Sal. 81:16; 147:14) Não só dispunham de quantidade suficiente para eles mesmos como também conseguiam exportar grãos. (2 Crô. 2:8-10, 15) Nos dias de Ezequiel, produtos de Judá e de Israel, incluindo o “trigo de Minite”, eram comercializados em Tiro. — Eze. 27:17.

      O trigo era semeado na Palestina por volta da mesma época que a cevada, no mês bul (outubro-novembro), depois de as chuvas do início do outono setentrional terem amaciado suficientemente o solo para a aragem. (Isa. 28:24, 25) A colheita de trigo seguia a colheita da cevada (Rute 2:23; compare com Êxodo 9:31, 32), e estava ligada de perto à Festividade das Semanas ou Pentecostes, no mês de sivã (maio-junho), época em que se apresentavam dois pães fermentados de farinha de trigo como oferta movida a Jeová. (Êxo. 34:22; Lev. 23:17) Depois de o trigo ser debulhado, joeirado e peneirado, era amiúde estocado em buracos subterrâneos, prática a que talvez se faça alusão em Jeremias 41:8.

      A Bíblia também faz referências ilustrativas ao trigo. É utilizado para representar pessoas aceitáveis a Jeová, “os filhos do reino”. (Mat. 3:12; 13:24-30, 37, 38; Luc. 3:17) Tanto Jesus como o apóstolo Paulo mencionaram o trigo ao ilustrar a ressurreição. (João 12:24; 1 Cor. 15:35-38) E Jesus assemelhou a prova que viria sobre seus discípulos, em resultado das provações que ele mesmo estava prestes a enfrentar, ao peneiramento do trigo. — Luc. 22:31.

  • Trôade
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    • TRÔADE

      O principal porto marítimo da parte NO da Ásia Menor, de onde Paulo partiu em sua primeira visita à Macedônia, e ao qual voltou mais tarde, vez por outra. Achava-se situado a c. 32 km ao S do Helesponto (Dardanelos), e um pouco mais do que a metade desta distância ao S do local tradicional da antiga Tróia. Com efeito, Trôade deriva seu nome de Troad, o termo aplicado àquela parte da Mísia que circundava Tróia.

      A cidade de Trôade foi inicialmente edificada na última parte do século IV AEC por Antígono, um dos generais de Alexandre Magno. Em 133 AEC, veio a ficar sob controle romano, e, depois disso, a região da Mísia tornou-se parte da província romana da Ásia. Júlio César, por certo tempo, pensou em transferir a sede do governo romano para Trôade. O imperador Augusto favoreceu ainda mais tal cidade por fazer dela uma colonia, independente do. governador provincial da Ásia, e por isentar seus cidadãos tanto dos impostos sobre terras como do imposto por cabeça.

      Na segunda viagem de Paulo, provavelmente na primavera setentrional de 50 EC, e depois de atravessar a Frígia e a Galácia, o apóstolo e seus companheiros chegaram a Trôade, pois “o espírito de Jesus não lhes permitiu” penetrar na Bitínia. (Atos 16:6-8) Aqui em Trôade, Paulo teve uma visão incomum, a de um homem que o convocava: “Passa à Macedônia e ajuda-nos.” Imediatamente, concluíram “que Deus nos convocara para declarar-lhes as boas novas”. A ocorrência de “nos” neste texto (e do verbo na 1.a pessoa do plural nos versículos seguintes) tem de significar que foi aqui em Trôade que Lucas inicialmente se juntou ao grupo de Paulo e fez a viagem junto com eles, cruzando o mar Egeu até Neápolis. — Atos 16:9-12.

      Depois de partir de Éfeso em sua terceira viagem, Paulo parou em Trôade, e ali pregou as boas novas a respeito de Cristo, pois, como ele afirma, “se me abriu uma porta no Senhor”. Depois de um período não revelado de tempo, porém, o apóstolo ficou preocupado por Tito ainda não ter chegado, e, assim, partiu para a Macedônia, esperando encontrá-lo ali. — Atos 20:1; 2 Cor. 2:12, 13.

      Evidentemente Paulo passou aquele inverno na Grécia, antes de retornar a Trôade, na primavera setentrional de 56 EC. (Atos 20:2-6) Desta feita, Paulo permaneceu sete dias ministrando aos irmãos cristãos em Trôade, e edificando-os espiritualmente. Quando se reuniu com eles na noite antes de partir, e enquanto Paulo ‘prolongava as suas palavras até à meia-noite’, um rapaz chamado Êutico, que estava sentado na janela do terceiro pavimento, adormeceu por volta da meia-noite e despencou de lá, vindo a falecer. O apóstolo milagrosamente fez o rapaz retornar à vida e continuou conversando com a assembléia até o romper do dia. — Atos 20:6-12.

      É provável que Paulo visitasse Trôade de novo depois de ser solto, em 61 EC, de sua detenção doméstica em Roma. O apóstolo Paulo escreveu a Timóteo durante o seu segundo encarceramento em Roma, por volta do ano 65 EC, pedindo que Timóteo lhe trouxesse um manto e certos rolos e pergaminhos que Paulo havia deixado com Carpo em Trôade. Parece muito improvável que tal pedido fosse feito cerca de nove anos depois, como se daria se a última visita de Paulo ao lar de Carpo ocorresse em sua terceira viagem missionária, em 56 EC. — 2 Tim. 4:13.

  • Trombeta
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    • TROMBETA

      [Heb. , hhatsotseráh; gr. , sálpigx]. Antes de Israel ter levantado acampamento no deserto pela primeira vez, Jeová ordenou a Moisés que fizesse “duas trombetas de prata . . . obra batida”. (Núm. 10:1-10, 13) Embora não se forneça nenhuma outra descrição dos instrumentos, moedas em circulação na época dos Macabeus, bem como um relevo do Arco de Tito, representam as trombetas como tendo de uns 45 a 90 cm de comprimento, retas, e terminando num pavilhão. Josefo declara que havia ligeira expansão perto do bocal, e que o furo era só um pouco maior do que o duma flauta, o que provavelmente produziria um tom estridente, alto. Na inauguração do templo de Salomão, 120 trombetas soaram. — 2 Crô. 5:12.

      Descrevem-se três sinais, empregando-se dois métodos de toque: (1) o toque de ambas as trombetas convocava todos os homens representantes da inteira assembléia de Israel para a tenda de reunião; (2) o toque de uma só trombeta convocava apenas os maiorais, que eram cabeças de milhares; e (3) toques trêmulos assinalavam a ordem de levantar acampamento. — Núm. 10:3-7.

      Jeová orientou adicionalmente que, em épocas de guerra, as trombetas soassem um “toque de guerra”. (Núm. 10:9) Isto era feito, posteriormente, pelo sacerdote que acompanhava o exército. (Núm. 31:6) Abias, de Judá, quando procurava evitar a guerra com Jeroboão, de Israel, apontou para estas “trombetas para tocar o alarme de batalha” como garantia divina da vitória de Judá na guerra. Quando Jeroboão persistiu obstinadamente em sua agressão, suas forças foram derrotadas por um exército de Judá que fora muitíssimo encorajado pelos “sacerdotes [que] tocavam alto as trombetas”. — 2 Crô. 13:12-15.

      Jesus mandou que seus ouvintes não tocassem trombeta a fim de atrair atenção para os seus atos de caridade, em imitação dos hipócritas. (Mat. 6:2) Sugere-se em geral que, neste caso, a trombeta é empregada em sentido metafórico, Jesus avisando para se evitar a ostentação ao se fazerem dádivas de misericórdia.

  • Tronco
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    • TRONCO

      Antigo instrumento de confinamento e de punição, que consistia numa armação de madeira em que se prendiam os pés da vítima em posição sentada (2 Crô. 16:10; Jer. 20:2, 3), não raro enquanto ela ficava exposta à contemplação e ao ridículo públicos. O tronco romano possuía diversos olhais, de modo que, se desejado, as pernas pudessem ser amplamente distanciadas, aumentando o suplício. Em hebraico, o tronco para o confinamento dos pés é chamado de sadh (Jó 13:27; 33:11), e, uma vez que era feito de madeira, é designado pelo termo grego xy’lon (madeira). Enquanto estavam detidos em Filipos, Paulo e Silas foram confinados a troncos que lhes prendiam os pés. — Atos 16:24.

      Em outras partes das Escrituras Hebraicas, uma outra palavra, mahpékheth, é vertida “tronco”. Visto que continha a idéia de torcer, parece que a pessoa assim confinada era obrigada a contorcer-se ou ficar numa encurvada postura corporal. Este instrumento talvez prendesse os pés, as mãos e o pescoço, ou, talvez, pudesse ser empregado junto com outros meios para prender o pescoço e os braços. O tronco e o pelourinho talvez fossem combinados para prender as pernas, bem como o pescoço é os braços. — Jer. 29:26.

  • Trono
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    • TRONO

      [Heb., kissé’; gr., thrónos]. O termo hebraico kissé’ significa basicamente ‘assento’ (1 Sam. 4:13), “cadeira” (2 Reis 4:10), ou um assento de importância especial, tal como um “trono”. (1 Reis 22:10) Sua aplicação não se limita aos assentos dos monarcas governantes (1 Reis 2:19; Nee. 3:7; Ester 3:1; Eze. 26:16), nem se refere estritamente a um assento de costas altas (ou espaldar) e braços. Eli, por exemplo, enquanto se achava no Portão de Silo, caiu para trás de seu kissé’ , evidentemente um assento sem costas. — 1 Sam. 4:13, 18.

      O único trono dum governante de Israel que é descrito em pormenores é o que Salomão fez. (1 Reis 10:18-20; 2 Crô. 9:17-19) Parece que se localizava no “Pórtico do Trono”, um dos

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