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  • O único remédio para as dificuldades das cidades
    Despertai! — 1976 | 22 de junho
    • limpeza de todos os vestígios do modo de este decadente sistema fazer as coisas. A terra será administrada de forma tão diferente que a profecia bíblica representa a sociedade humana mudada como sendo uma inteiramente “nova terra” Afirma que “não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram”. — 2 Ped. 3:7, 13; Rev. 21:1-5.

      Podemos estar seguros de que, entre as causas anteriores de clamor e dor que passarão, estão as gigantescas metrópoles que apinham as pessoas em uma fileira após outra de edifícios de apartamentos de muitos andares, negando-lhes a luz solar, o ar fresco e a privatividade, e cercando-as de ruído e de irritação. Embora não saibamos a medida em que a vida comunitária prevalecerá naquela “nova terra”, deveras sabemos que jamais se permitirá que se torne de novo uma causa de opressão. Há alguns indícios disto através dos tratos passados de Deus com os humanos.

      Depois de a terra ser purificada pelo dilúvio dos dias de Noé, Deus repetiu sua declaração original de intenções quanto aos humanos na terra: “Sede fecundos e tornai-vos muitos, e enchei a terra.” Mais tarde, esse propósito foi testado quando os homens decidiram, ao invés, concentrar-se numa grande cidade. “Construamos para nós uma cidade”, disseram, e “façamos para nós um nome célebre para que não sejamos espalhados por toda a superfície da terra”. Deus registrou seu desacordo com esse modo de fazer as coisas por meio de ações que deveras espalharam os perspectivos construtores da cidade “por toda a superfície da terra”. — Gên. 9:1; 11:4, 8.

      Adicionalmente, a lei inspirada que mais tarde governou a nação de Israel continha provisões que não incentivavam o modo de vida das grandes cidades. Qualquer pessoa que morasse nos pequenos povoados, sem muros, de Israel e que vendesse sua casa, talvez devido à necessidade econômica, sempre tinha o imutável direito de comprá-la de novo. E, se o vendedor não pudesse comprar de novo sua casa, ela voltava para a família, de qualquer modo, quando chegasse o ano do Jubileu, a cada cinqüenta anos. Por outro lado, os que viviam nas cidades muradas maiores retinham o direito de compra por apenas ano, depois do que o novo dono tinha todos os direitos sobre a propriedade. Assim, a localidade mais rural era vantajosa. — Lev. 25:29-34.

      Em vista de tais expressões do ponto de vista de Deus, um modo de vida mais agrícola sem dúvida predominará na “nova terra” que em breve se concretizará. A profecia bíblica ilustra o tipo de existência que Deus pode prover, nas seguintes palavras:

      “Hão [certamente] de construir casas e as ocuparão; e hão [certamente] de plantar vinhedos e comer os seus frutos. . . . Meus escolhidos usufruirão plenamente o trabalho das suas próprias mãos.” — Isa. 65:17, 21, 22.

      Daí, também, até mesmo as atitudes das pessoas refletirão seu novo meio ambiente e as normas de procedimento de seu governo justo, quando Deus ‘fizer novas todas as coisas’. Prevalecerão a confiança e o respeito mútuos, “pois a terra se encherá do conhecimento da glória de Jeová assim como as próprias águas cobrem o mar”. Este é o único remédio verdadeiro para as atribuladas grandes cidades da atualidade. — Rev. 21:5; Hab. 2:14.

  • A água que bebe
    Despertai! — 1976 | 22 de junho
    • A água que bebe

      ‘ÁGUA POTÁVEL’, escreveu certa vez Leonardo da Vinci, ‘pode ser saudável, insalubre, laxativa, sulfurosa, lamuriosa, irada, vermelha, amarela, verde, preta, azul, oleosa, gorda e magra’.

      A água que bebe hoje provavelmente tem poucas destas qualidades. Mas, mesmo em nossos dias, cerca de meio milhão de pessoas, segundo se diz, ficam constantemente doentes por causa da água que bebem. Dez milhões delas podem morrer cada ano.

      Surpreendentemente, até mesmo as nações desenvolvidas, que se orgulham de sua água “segura”, têm problemas agora. A lavoura e a indústria modernas introduzem crescente lista de substâncias químicas difíceis de remover e potencialmente perigosas nas fontes de água potável. “Parece que tudo que torna a vida mais fácil torna a água mais suja”, comentou um perito dos EUA, em audiências do Senado sobre esse problema.

      A Vida Depende Dela

      Apesar desses problemas, a água permanece sendo uma das substâncias mais maravilhosas e absolutamente essencial que se conhece. A própria existência da vida mesma na terra se baseia nela. Com efeito, a água constitui o ingrediente principal da maioria das coisas vivas. O corpo humano tem sido descrito como “virtual saco ambulante de fluidos precariamente contidos”. Cerca de dois terços de seu peso total é constituído de água, ao passo que até três quartos de seu cérebro e músculos o são.

      Disto torna-se óbvio que a vida funciona

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