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  • Antioquia
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    • Metrópole do Império Romano”, e era ímpar por possuir um sistema regular de iluminação das ruas. Apesar desta exibição exterior de beleza e laboriosidade, granjeou a reputação de ser moralmente corrupta graças à prática conspurcadora de ritos orgíacos em nome da religião. Dizia-se que os antioquianos eram “notoriamente dissolutos”. Juvenal disse que ‘o rio Orontes tinha desaguado no rio Tibre, inundando Roma com a superstição e a imoralidade do Oriente’.

      CONEXÕES BÍBLICAS E HISTÓRIA POSTERIOR

      Josefo registra que os selêucidas encorajaram os judeus a se estabelecer em Antioquia e lhes deram plenos direitos de cidadania, assim estabelecendo numerosa população judaica. A primeira menção de Antioquia na Bíblia é em relação a Nicolau de Antioquia, que se tornou cristão depois de ser prosélito da religião judaica. (Atos 6:5) A atividade cristã direta começou ali quando alguns dos discípulos espalharam-se até Antioquia, devido à tribulação surgida após a morte de Estêvão. (Atos 11:19, 20) Quando a congregação em Jerusalém ouviu falar que muitas pessoas de língua grega se tornavam crentes, enviaram Barnabé até Antioquia e, quando este observou o interesse florescente ali, trouxe Paulo de Tarso para ajudá-lo. (Atos 11:21-26) Ambos moraram ali por um ano, ensinando as pessoas, e Paulo depois disso usou Antioquia como base doméstica para suas excursões missionárias. Foi em Antioquia que, por providência divina, os discípulos foram pela primeira vez chamados “cristãos”. (Atos 11:26) A generosidade da congregação foi expressa quando enviaram uma administração de socorros (Atos 11:29) pelas mãos de Paulo e Barnabé, para o corpo governante em Jerusalém, por volta de 46 E.C. Isto coincidiu com grande fome que ocorria no tempo de Cláudio, conforme profetizada por Ágabo. (Atos 11:27, 28) Depois que retornaram a Antioquia, o espírito santo orientou que Paulo e Barnabé fossem separados para um trabalho especial, de modo que foram enviados na primeira viagem missionária de Paulo, em 47-48 E.C. Antes de ele iniciar sua segunda viagem missionária, e quando estava em Antioquia, surgiu a questão da circuncisão para os gentios, em 49 E.C., e o decreto do corpo governante em Jerusalém foi entregue por Paulo e Barnabé à congregação em Antioquia. (Atos 15:13-35) A segunda viagem missionária de Paulo, de 49-52 E.C., iniciou-se e terminou similarmente em Antioquia, e foi também aqui que Paulo corrigiu a ação transigente de Pedro de fazer discriminação entre judeus e gentios. — Gal. 2:11, 12.

      2. Antioquia, na Pisídia, também foi fundada por Seleuco Nicátor, e assim chamada em honra ao pai dele, Antíoco. As ruinas da cidade se localizam perto de Ialvaque, na Turquia moderna. Situava-se na fronteira da Frígia e da Pisídia, e assim poderia ser reconhecida como sendo parte de uma ou de outra destas províncias, em épocas diferentes. Assim, o geógrafo grego, Estrabão, da primeira parte do primeiro século E.C., refere-se a ela como uma cidade da Frígia, voltada para a Pisídia, mas, como observa o New Standard Bible Dictionary (Novo Dicionário Bíblico Padrão), de Funk e Wagnalls (p. 51), “a maioria dos escritores falam dela como sendo da Pisídia”, assim como o faz Lucas. Esta identificação servia para distingui-la da Antioquia da Síria. (Veja PISÍDIA) Sob a regência romana, tornou-se uma cidade livre (189 A.E.C.), e Augusto mais tarde lhe conferiu a condição de colônia romana. Assim, tornou-se o centro da administração civil e militar no sul da Galácia. Em 39 A.E.C. Antioquia e toda a Pisídia foram dadas por Marco Antônio a Amintas, rei da Galácia, mostrando de novo a ligação da cidade com a Pisídia. Suas ruinas testificam que era uma cidade solidamente fortificada. Devido à sua localização, tornou-se parte da rota comercial entre a Cilícia e Éfeso, e continha uma população mista, incluindo muitos judeus, que estabeleceram ali uma sinagoga. Era uma cidade de língua grega, totalmente helenizada. Paulo a visitou duas vezes junto com Barnabé, em sua primeira viagem evangelizante, em 47-48 E.C., e pregou na sinagoga, encontrando muitos interessados. (Atos 13:14; 14:19-23) No entanto, ciumentos das multidões que ali compareciam, certos judeus atiçaram alguns dos principais homens e mulheres da cidade, e lançaram fora dela a Paulo e Barnabé. — Atos 13:45, 50; 2 Tim. 3:11.

  • Ântipas
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    • ÂNTIPAS

      Veja HERODES N.º 2.

  • Antipátride
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    • ANTIPÁTRIDE

      [pertence a Antípater]. Uma cidade reconstruída por Herodes, o Grande, em 9 A.E.C., e assim chamada em honra a seu pai, Antípater. É identificada como a Ras el Ain, numa área bem regada e fértil na planície de Sarom. Foi para cá que o corpo principal da escolta do exército romano conduziu Paulo, viajando cerca de 64 km, à noite, partindo de Jerusalém e descendo as montanhas. (Atos 23:31) Esta localidade situava-se num entroncamento das estradas militares romanas que partiam respectivamente de Jerusalém e de Lida para a capital romana de Cesaréia. De Antipátride, os setenta cavalarianos levaram Paulo no percurso restante de cerca de 40 km, atravessando a planície até Cesaréia.

      Crê-se que Antipátride seja o sítio da antiga cidade de Afeque, mencionada em 1 Samuel 4:1. Escavações feitas ali em 1946 parecem confirmar isto.

  • Antônia, Castelo De
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    • ANTÔNIA, CASTELO DE

      Uma estrutura fortificada de Jerusalém que servia tanto como residência oficial dos procuradores romanos como de alojamento de soldados. De acordo com Josefo, tinha apartamentos, banhos, barracas e pátios.

      O Castelo de Antônia situava-se no canto NO do pátio do templo e, evidentemente, ocupava o local em que Neemias anteriormente tinha construído o Castelo ou fortaleza mencionado em Neemias 2:8. Herodes, o Grande, executou serviços extensos e custosos de consertos nele, e aumentou suas fortificações. Anteriormente conhecido como Baris, Herodes o chamou de Antônia em honra a Marco Antônio. Assim como João Hircano, o sumo sacerdote e regente judeu, tinha feito antes dele, Herodes mandava guardar ali as vestes sacerdotais, aparentemente como meio de manter certa verificação ou controle sobre o sumo sacerdote.

      A fortaleza foi construída sobre uma elevação rochosa de cerca de 22 m de altura. Tinha muralhas de pedra de uns 18 m de altura, e quatro torres nos cantos, três das quais com mais de 22 m de altura, e a outra, no canto SE, que dava para a inteira área do templo, com mais de 30 m de altura. Antes da época de Herodes, a fortaleza servia primariamente contra as incursões do N, mas, depois disso, servia mormente como ponto de controle dos judeus e um meio de policiar as atividades na área do templo, à qual se tinha acesso direto da fortaleza.

      A disposição quadrada da fortaleza indicaria que ela possuía um pátio central. Alguns crêem que foi em tal pátio central deste castelo que Jesus compareceu perante Pilatos para ser julgado. (João 19:13) Sugere-se, assim, que um pavimento de pedra, encontrado nesta área, seja o mencionado como “Gabatá”. Outros, contudo, crêem que o julgamento de Jesus por Pilatos ocorreu diante do palácio de Herodes.

      Uma referência mais certa ao Castelo de Antônia é a registrada no relato de Atos 21:30-40, e 22:24. Paulo parece ter proferido sua defesa e testemunho diante duma turba religiosa nos degraus da fortaleza, e, depois disso, foi levado para ser examinado nos alojamentos dos soldados. Provavelmente Paulo foi levado de volta a este lugar depois da sessão tumultuada do Sinédrio, e foi aqui que seu sobrinho veio avisá-lo da conspiração tramada contra a vida dele. — Atos 23:10, 16.

      O Castelo de Antônia sofreu sua ruína final quando foi destruído junto com o templo e a cidade pelo general Tito, romano, em 70 E.C.

  • Apagadores
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    • APAGADORES

      Imagina-se que a palavra hebraica, traduzida de forma variada como “espevitadeiras” (PIB, ALA), “facas” (CBC) e “apagadores” (NM), derive-se de uma raiz (zamár) que significa “aparar, desbastar”. Por isso, alguns crêem que se tenha presente utensílios parecidos a tesouras, destinados a aparar as torcidas. No entanto, tudo que se sabe de forma definitiva sobre tais utensílios é que eram feitos de ouro ou de cobre, e eram usados com relação aos serviços do templo. — 1 Reis 7:50; 2 Reis 12:13; 25:14.

  • Aparição
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    • APARIÇÃO

      A palavra grega phántasma ocorre somente nos dois relatos de Jesus andar sobre as águas do mar da Galiléia até seus discípulos, que estavam num barco. (Mat. 14:26; Mar. 6:49) Cita-se os discípulos atemorizados como dizendo: “É uma aparição!” O significado da palavra phántasma é ‘simples imagem, uma irrealidade, uma visão espectral’. Ela é traduzida de forma variável como “espírito” (AV, em inglês), “fantasma” (ALA, Al, PIB, BLH), “falsa visão” (Lamsa, em inglês) e “aparição” (NM, Darby, ED, Douay, Knox, as últimas quatro em inglês).

      Uma aparição é uma ilusão; algo que realmente não está presente, mas em que se crê temporariamente devido à imaginação excitada, ou outra causa. Garantindo aos discípulos que este não era o caso, e que ele era real, Jesus disse: “Sou eu; não temais.” — Mat. 14:27; Mar. 6:50.

      Tratava-se, portanto, de uma situação diferente da ocasião em que o ressuscitado Jesus surgiu subitamente no meio de seus discípulos, fazendo com que imaginassem que contemplavam “um espírito [Gr., pneúma]”. (Luc. 24: 36, 37) As palavras de Jesus nesta situação evidentemente não visavam convencê-los simplesmente de sua realidade, mas assegurar-lhes de que estava aparecendo diante deles em forma humana carnal, e não em forma de espírito; por isso, ele lhes disse: “Apalpai-me e vede, porque um espírito não tem carne e ossos assim como observais que eu tenho.” (Luc. 24:38-43; compare com Gênesis 18:1-8; 19:1-3.) Não havia, portanto, nenhuma necessidade de eles temerem o efeito produzido em Daniel pela assombrosa aparição angélica duma natureza completamente diversa. (Compare com Daniel 10:4-9.) A situação também era, no caso deles, bem diferente do que no caso de Saulo de Tarso, que mais tarde foi cegado pelo aparecimento de Jesus a ele, na estrada para Damasco. — Atos 9:1-9; 26:12-14.

  • Apedrejamento
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    • APEDREJAMENTO

      Sob a Lei, um praticante do erro que merecesse a pena de morte era costumeiramente apedrejado até morrer. (Lev. 20:2) Isto visava ‘eliminar o mal do meio deles’. Todo Israel ouviria falar dessa punição e temeria que tal erro se instilasse em seu coração. (Deut. 13:5,  10,  11; 22:22,  23) Ao

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