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  • Baal-zebube
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • Médio. Visto que o fornecimento de oráculos estava ligado a Baal-Zebube, outros partilham o conceito de que Baal-Zebube era um deus considerado como provendo oráculos pelo vôo ou zumbido duma mosca. — 2 Reis 1:2.

      A designação “Beelzebube” ou “Belzebu” (possivelmente significando “senhor da habitação” ou “senhor do excremento”), que aparece nas Escrituras Gregas Cristãs com referência ao regente dos demônios, pode ser uma alteração de “Baal-Zebube”. — Mat. 12:24.

  • Baasa
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • BAASA

      [destemido; ofensivo]. Terceiro rei do reino de dez tribos de Israel, filho de Aijá, da tribo de Issacar, tendo antecedentes insignificantes. Usurpou o trono por matar seu predecessor, Nadabe, após o que exterminou toda a casa de Jeroboão, como tinha sido profetizado. (1 Reis 15:27-30; 14:10) Baasa, contudo, deu continuidade à adoração dos bezerros de Jeroboão, e, por causa disso, prometeu-se que a sua própria casa também seria exterminada. (1 Reis 16:1-4) Quando travou guerra contra Judá, Asa induziu o rei da Síria a fustigar Baasa pelo N. A cidade fortificada de Ramá, que Baasa estava edificando, foi então devastada por Asa. (1 Reis 15:16-22; 2 Crô. 16:1-6) Depois de ter regido por 24 anos (975-952 A.E.C.), Baasa morreu e foi sepultado em sua capital, Tirza. Elá, filho dele, foi seu sucessor, mas, em questão de dois anos, Zinri rebelou-se e exterminou a casa de Baasa, cumprindo o decreto de Jeová. — 1 Reis 16:6-13.

  • Babel
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    • BABEL

      [confusão]. Uma das primeiras cidades a ser edificada após o Dilúvio. Ali Deus “confundiu . . . o idioma de toda a terra”. (Gên. 11:9) O nome se deriva do verbo balál, que significa “mesclar, misturar, confundir, desordenar”. Os cidadãos locais, imaginando sua cidade como sendo a sede do governo de Deus, afirmavam que o nome se compunha de Bab (Porta) e de El (Deus), significando “Porta de Deus”. Desde a antiguidade, a palavra “Bab” (“Porta”) é a designação dada no Oriente Médio à sede dum governo.

      O começo do reino do iníquo Ninrode, o “poderoso caçador em oposição a Jeová”, foi aqui em Babel, “na terra de Sinear”, na planície aluvial formada pelo aluvião dos inundantes rios Eufrates e Tigre. (Gên. 10:9, 10) Não havia pedras disponíveis para construção, de modo que os edificadores utilizaram grandes depósitos de argila. “Façamos tijolos e cozamo-los por um processo de queima”, disseram. Devido à ausência de cal, a argamassa consistia em betume, provavelmente transportada pelo Eufrates abaixo desde os seus depósitos naturais em Hit, a 225 km a NO. — Gên. 11:3.

      O programa de Babel, que desafiava a Deus, centralizava-se na construção duma torre religiosa “com o seu topo nos céus”. Não foi construída para a adoração e louvor de Jeová, mas foi dedicada à religião falsa, inventada pelo homem, com a motivação de fazer um “nome célebre” para os construtores. — Gên. 11:4.

      O tempo aproximado de tal edificação pode ser deduzido da seguinte informação: Pelegue viveu de 2269 a 2030 A.E.C. Seu nome significava “divisão; parte”, pois “nos seus dias foi dividida a terra” [isto é, “a população da terra”]; Jeová “os espalhou dali por toda a superfície da terra”. (Gên. 10:25; 11:9) Um texto de Skarkalisharri, rei de Agade (Acade) nos tempos patriarcais, menciona sua restauração duma torre-templo em Babilônia, subentendendo que tal estrutura já existia antes de seu reinado.

  • Babilônia (Cidade)
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    • BABILÔNIA (CIDADE)

      [confusão]. O nome posteriormente dado a Babel. Esta cidade renomada localizava-se junto ao rio Eufrates, nas planícies de Sinear, região mais tarde chamada Babilônia, a aproximadamente 870 km a E de Jerusalém, e cerca de 80 km ao S da moderna Bagdá. — Veja BABILÔNIA (PAÍS).

      Ninrode, que viveu na última parte do terceiro milênio A.E.C., fundou a cidade de Babilônia como a capital do primeiro império político do homem. A construção desta cidade, contudo, teve um fim súbito quando se deu a confusão das comunicações. (Gên. 11:9) Gerações posteriores de reconstrutores vieram e passaram. Hamurábi ampliou e fortificou a cidade, e a tornou a capital do Império Babilônico sob a regência semítica.

      Sob o controle da Potência Mundial Assíria, a cidade de Babilônia figurou em várias contendas e revoltas. Daí, com o declínio do segundo império mundial, o caldeu Nabopolassar fundou nova dinastia em Babilônia, por volta de 645 A.E.C. Seu filho, Nabucodonosor II, que concluiu a restauração e levou a cidade à sua maior glória, jactou-se: “Não é esta Babilônia, a Grande, que eu mesmo construí?” (Dan. 4:30) Em tal glória, continuou sendo a capital da terceira potência mundial sob os sucessivos reinados do filho de Nabucodonosor, Evil-Merodaque (Amel-Marduque), de seu genro Neriglissar e do filho de Neriglissar, Labashi-Marduque, e, por fim, tendo a Nabonido, genro de Nabucodonosor, no trono. Belsazar, filho de Nabonido, regia junto com seu pai como co-regente até a noite de 5/6 de outubro de 539 A.E.C. (calendário gregoriano), quando Babilônia caiu diante dos exércitos invasores dos medos, persas e elamitas, sob o comando de Ciro, o Grande.

      Nessa noite fatídica, na cidade de Babilônia, Belsazar realizava um banquete para mil de seus grandes. Nabonido não estava ali presente para ver a ominosa escrita na parede de argamassa: “MENE, MENE, TEQUEL e PARSIM.” (Dan. 5:5-28) Os registros históricos antigos indicam o que se seguiu. Depois de sofrer a derrota às mãos dos persas, ele se refugiara na cidade de Borsipa, ao SO.

      Nem estava o exército de Ciro dormindo em seu acampamento ao redor dos muros inexpugnáveis de Babilônia naquela noite de 5/6 de outubro. Para eles, era uma noite de grande atividade. Numa estratégia brilhante, os engenheiros do exército de Ciro desviaram o poderoso rio Eufrates de seu curso através da cidade de Babilônia. Daí, descendo o leito do rio, os persas avançaram, subindo pelas margens do rio, para tomar a cidade de surpresa, penetrando pelas portas ao longo do cais. Percorrendo rapidamente as ruas, matando a todos que resistiam, capturaram o palácio e mataram Belsazar. Tudo havia terminado. Em uma só noite, Babilônia havia caído, terminando séculos de supremacia semitica; o controle de Babilônia passou a ser ariano, e cumpriu-se a palavra profética de Jeová. — Isa. 44:27; 45:1, 2; Jer. 50:38; 51:30-32; veja CIRO.

      Desde aquela data memorável, 539 A.E.C., a glória de Babilônia começou a fenecer, à medida que a cidade declinava. Por duas vezes ela se revoltou contra o imperador persa, Dario I (Histaspes), e, na segunda ocasião, foi desmantelada. Uma cidade parcialmente restaurada rebelou-se contra Xerxes I (c. 482 A.E.C.) e foi saqueada. Alexandre Magno tencionava fazer de Babilônia a sua capital, mas morreu subitamente em 323 A.E.C. Nicátor conquistou a cidade em 312 A.E.C., e transportou grande parte de seus materiais para as margens do Tigre, a fim de usá-los na construção de sua nova capital, Selêucia. No entanto, a cidade e um povoado de judeus permaneciam nos tempos cristãos iniciais, fornecendo ao apóstolo Pedro motivo para visitar Babilônia, conforme observado em sua carta. (1 Ped. 5:13) Inscrições ali encontradas mostram que o templo de Bel em Babilônia existia até mesmo em 75 E.C. Por volta do quarto século da E.C., parece que a cidade deixou de existir. Tornou-se nada mais que “montões de pedras”. (Jer. 51:37) Atualmente, mesmo tais pedras se desfizeram em pó e nada resta senão montículos de terra e ruínas, verdadeiro ermo, em que nada cresce. Conforme André Parrot, curador-chefe dos Museus Nacionais Franceses, que visitou as ruínas por diversas vezes entre 1930 e 1950, comenta: “A impressão que sempre me causou era de completa desolação.” [Prefácio do Babylone et l’ancien testament (Babilônia e o velho testamento), conforme traduzida para o inglês por B. E. Hooke.] Por certo, sua condição desolada atesta o pleno cumprimento de profecias tais como Isaías 13:19-22; 21:9; 47:1-3; 48:14; Jeremias 50:13, 23; 51:41-44, 64.

      A RELIGIÃO DE BABILÔNIA

      A cidade de Babilônia era um lugar muitíssimo religioso; foram descobertos os remanescentes de nada menos que 53 templos. O deus da cidade imperial era Marduque. Seu templo era a E-sagila, que significa “Casa Sublime”; sua torre a E-teme-nanki, significando “Casa da Fundação do Céu e da Terra”. Marduque é chamado Merodaque na Bíblia, e várias autoridades identificam Ninrode como o deus Marduque; era costume antigo uma cidade deificar seu fundador. Tríades de deidades eram também proeminentes na religião babilônica. Uma delas, constituída de dois deuses e uma deusa, compunha-se de Sin (o deus-lua), Xamaxe ou Sarnas (o deus-sol) e Istar; dizia-se que estes eram os regentes do Zodíaco. E ainda outra tríade era composta dos diabos Labartu, Labasu e Akhkhazu. A idolatria se evidenciava por toda a parte. Babilônia era deveras “uma terra de imagens entalhadas”, de imundos “ídolos sórdidos [de excremento]”. (Jer. 50:1, 2, 38) Os babilônios criam na imortalidade da alma humana. Nergal era seu deus do submundo, a “terra sem retorno”, e sua esposa, Eres-Quigal era sua soberana.

      Os babilônios desenvolveram a pseudociência da astrologia, no esforço de descobrir o futuro do homem nas estrelas. (Veja ASTRÓLOGOS.) A magia, a feitiçaria e a astrologia desempenhavam parte destacada em sua religião. (Isa. 47:12, 13; Dan. 2:27; 4:7) Muitos corpos celestes, por exemplo, os planetas, receberam nomes segundo os deuses babilônios. No quarto século E.C., Epifânio opinou que foi ‘Ninrode quem estabeleceu as ciências da magia e da astronomia’. A adivinhação continuou a ser um componente básico da religião babilônica nos dias de Nabucodonosor, que a usava para fazer decisões. — Eze. 21:20-22.

      MILENAR INIMIGA DE ISRAEL

      A Bíblia tece muitas referências à cidade de Babilônia, começando com o relato de Gênesis sobre a cidade original de Babel. (Gên. 10:10; 11:1-9) Incluído no despojo tomado de Jericó por Acã havia “um manto oficial de Sinear”. (Jos. 7:21) Depois da queda do reino setentrional de Israel, em 740 A.E.C., foram trazidas pessoas de Babilônia para substituir os cativos israelitas. (2 Reis 17:24, 30) Ezequias cometeu o erro de mostrar aos mensageiros de Babilônia os tesouros de sua casa; estes mesmos tesouros, bem como alguns dos “filhos” de Ezequias, foram mais tarde levados para Babilônia. (2 Reis 20:12-18; 24:12; 25:6, 7) O Rei Manassés (716-661 A.E.C.) também foi levado cativo para Babilônia, mas, por se ter humilhado, Jeová o restaurou ao seu trono. (2 Crô. 33:11) Sob Nabucodonosor, Babilônio, era um “copo de ouro”, na mão de Jeová, para derramar sua indignação contra as infiéis Judá e Jerusalém. O Rei Nabucodonosor levou os preciosos utensílios da casa de Jeová para Babilônia, junto com milhares de cativos. — 2 Reis 24:1 a 25:30; 2 Crô. 36:6-20; Jer. 25:17; 51:7.

      No livro de Daniel se recontam as experiências de Daniel e de seus três companheiros no cativeiro babilônico, inclusive a interpretação dos sonhos do rei e o recebimento de visões. Os livros de Esdras e de Neemias contam como cerca de 50.000 saíram do cativeiro junto com Zorobabel e Jesua, em 537 A.E.C., e sobre outros 1.800 junto com Esdras, em 468. Os utensílios do templo foram restaurados a Jerusalém. (Esd. 2:64-67; 8:1-36; Nee. 7:6, 66, 67) Em 455 A.E.C. o rei persa Artaxerxes I, também chamado de “rei de Babilônia”, comissionou Neemias a ir a Jerusalém como governador e reconstruir suas muralhas. (Nee. 2:7, 8) Mordecai era descendente de um benjamita que foi levado cativo para Babilônia. — Ester 2:5, 6.

      As Escrituras Gregas Cristãs contam como Jeconias (Joaquim), levado prisioneiro para Babilônia, foi um elo na linhagem até Jesus. (Mat. 1:11, 12, 17) A primeira carta canônica do apóstolo Pedro foi escrita de Babilônia. (1 Ped. 5:13) Esta “Babilônia” era a cidade às margens do Eufrates, e não Roma, conforme alguns afirmam. — Veja PEDRO, CARTAS DE.

      “Babilônia, a Grande” acha-se incluída entre os simbolismos do livro de Revelação. Ali, ela é descrita como “a mãe das meretrizes e das coisas repugnantes da terra” (17:5) e como fazendo “todas as nações beber do vinho da ira da sua fornicação”. (14:8) É-lhe dado o “copo do vinho da ira” do furor de Deus (16:19); “numa só hora” chega seu julgamento (18:10); os dez chifres da fera cor de escarlate desmontam-na da fera, desnudam-na, comem suas partes carnudas e a queimam por completo. (17:16) Ela é lançada para baixo num lance rápido, como uma grande mó. (18:21) Assim, a desolação de “Babilônia, a Grande” torna-se tão completa como a daquela iníqua cidade nas margens do rio Eufrates. — Veja BABILÔNIA, A GRANDE.

      [Mapa na página 185]

      (Para o texto formatado, veja a publicação)

      BABILÔNIA

      ROSA DOS VENTOS DE BABILÔNIA

      PARA BIT HABBEN

      TEMPLO DO FESTIVAL DO NOVO

      ACADE

      PORTA DE SIN

      FORTIFICAÇÕES EXTERIORES

      PORTA DE ISTAR

      CIDADELA N

      MUSEU

      FORTALEZA

      PALÁCIO DA CIDADE

      FOSSO DO PALÁCIO

      TEMPLO DE NINMA

      JARDINS SUSPENSOS

      SUBÚRBIO, PORTA DE LUGALGIRRA

      PORTA DE LUGALGIRRA

      TEMPLO DE BELIT NINÂ

      TEMPLO DE HADAD(?)

      PORTA DE HADAD

      RUA DE HADAD

      SUBÚRBIO NUKHAR

      CANAL DA CIDADE NOVA

      KUMARI

      CIDADE NOVA

      JARDIM

      MARGEM DO EUFRATES

      Rio Eufrates

      MARGEM DE ARACHUT

      CEMITÉRIO DE BABILÔNIA

      MAUSOLÉU (?)

      RUA DE XAMAXE

      TEMPLO DE XAMAXE(?)

      PORTA DE XAMAXE

      PARA AKUSZ

      LARSA

      SUBÚRBIO DE TUBA

      CANAL DE BORSIPA

      DILBAT BORSIPA

      SUBÚRBIO DE LITAMU

      BÌT CHACHÙRU

      PARA NIPUR

      SUBÚRBIO DÚRU-SHA-KARRAB

      NOVO CANAL(?)

      SUBÚRBIO DA CIDADE DO NOVO CANAL

      MURALHA EXTERNA DE NABUCODONOZOR

      PORTA DE ENLIL

      RUA DE ENLIL

      RUA DE SIN

      PORTA DE URAXE

      RUA DE NABU

      TEMPLO DE GULA

      TEMPLO DE NINURTA

      MÃO DO CÉU

      BOSQUE DA VIDA

      TEMPLO DE MARDUQUE

      TORRE

      ESAGILA

      CASA SAGRADA

      PORTA SAGRADA

      AVENIDA DAS PROCISSÕES

      CIDADE INTERIOR

      TEMPLO DA ISTAR DE ACADE

      PORTA DE DEUS

      CANAL DE BANITU

      RUA DE ZABABA

      PORTA DE ZABABA (NINURTA)

      KISH

      SUSÃ(?)

      KASSIRI TEE KULLAB

      RUA DE MARDUQUE (NERGAL)

      TEATRO GREGO

      CIDADE DE BANITUM

      MURO EXTERNO DE NIMID ENLIL

      MURO INTERNO DE IMGUR ENLIL

      PORTA DE GISHU (MARDUQUE)

      CUTA

      [Foto na página 186]

      Ruínas na área da Porta de Istar da antiga Babilônia.

  • Babilônia (País)
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • BABILÔNIA (PAÍS)

      Aquela terra antiga no baixo vale mesopotâmico através do qual correm os rios Tigre e Eufrates, e que corresponde à parte sudeste do moderno Iraque. Estende- se por cerca de 48 km a O do Eufrates, sendo contígua ao deserto da Arábia. A leste do Tigre, é limitada pelas colinas da Pérsia; a SE, pelo golfo Pérsico. Seu limite norte é um limite natural, assinalado por observável aumento da

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