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  • Abandonar a cidade de refúgio significa perder a vida
    A Sentinela — 1973 | 15 de novembro
    • QUANDO HÁ A LIBERTAÇÃO DA CIDADE DE REFÚGIO

      14. Quanto tempo terão de ficar dentro da antitípica cidade os que hoje, na terra, têm esperanças celestiais, e por que até então?

      14 Por quanto tempo têm de ficar dentro da cidade de refúgio os que antes eram culpados de sangue? Até que não haja mais necessidade dos serviços do Sumo Sacerdote. Paulo escreveu aos hebreus: “Por conseguinte, ele é também capaz de salvar completamente os que se aproximam de Deus por intermédio dele, porque está sempre vivo para interceder por eles. Pois, para nós era apropriado tal sumo sacerdote, leal, cândido, imaculado, separado dos pecadores e que chegou a ser mais alto do que os céus.” (Heb. 7:25, 26) Tais serviços, portanto, são para os sobreviventes da “grande tribulação”, que estão em imperfeição humana. Enquanto continuar qualquer culpa de sangue, precisa-se dos serviços do Sumo Sacerdote, para se manter a condição correta perante Deus. Os ungidos com o espírito santo de Deus para ser filhos espirituais, co-herdeiros de Cristo, têm de permanecer dentro da antitípica cidade de refúgio até terminarem fielmente sua carreira terrestre na morte, sacrificando assim para sempre sua natureza humana. Visto que o sacrifício de Cristo se aplica apenas aos que têm natureza humana, o Sumo Sacerdote ‘morre’ para eles no sentido de que não mais precisa agir a seu favor com o mérito de seu sacrifício humano, pois, no caso do “pequeno rebanho” dos “co-herdeiros de Cristo”, na ressurreição são mudados de humanos para espirituais e residirão daí em diante no céu, possuindo uma “natureza divina”. — Luc. 12:32; Rom. 8:17; 2 Ped. 1:4.

      15. Quando poderão abandonar a antitípica cidade os que têm esperanças terrestres, e como conseguirão isso?

      15 Os sobreviventes da “grande tribulação”, que têm a esperança de vida terrena, porém, não são libertos da cidade de refúgio ao serem destruídos os inimigos de Deus no Armagedom e ao se dar a retribuição pelo sangue dos mortos em inocência, durante as gerações da humanidade. É verdade que, antes de o Vingador do sangue agir como executor da parte de Jeová, os desta “grande multidão” terão de ter lavado suas vestes compridas e as embranquecido no sangue do Cordeiro. Contudo, a “grande tribulação” não remove sua culpa de sangue, nem os livra imediatamente dos pecados herdados de Adão. Embora tenham uma consciência limpa para com Deus, precisam continuar a manter esta consciência limpa por se manterem dentro dos limites da antitípica cidade de refúgio até se lhes restabelecer a perfeição humana, não mais precisando então os serviços do Sumo Sacerdote. Quando se dará isso? Só quando tiverem alcançado a perfeição humana no fim do reinado milenar de Cristo e ele os entregar em perfeição a Jeová, para uma prova final de sua integridade em seu mérito próprio. Quando saírem desta proteção do grande Sumo Sacerdote, Jesus Cristo, ele na realidade morre para com eles como Sumo Sacerdote, porque não mais precisará agir a seu favor com o sangue purificador de seu sacrifício.

      16. Qual é a situação dos que saem na ressurreição para a vida na terra para com a antitípica cidade de refúgio?

      16 Então, que dizer dos que serão ressuscitados durante o reinado milenar de Jesus? Terão de entrar também na cidade de refúgio e permanecer ali até a “morte do sumo sacerdote”? Não. Porque estes já pagaram a pena pela sua pecaminosidade com sua própria morte. (Rom. 6:7) Foram absolvidos do pecado ao irem para a sepultura comum de toda a humanidade. Ao saírem da morte, estão numa estrada que conduz à vida eterna, não à antitípica cidade de refúgio. Ao continuarem nesta estrada da vida, eles também serão ajudados pelo Sumo Sacerdote para alcançar a perfeição humana. Passarem pela prova final após o fim do reinado milenar de Cristo também resultará em Jeová os declarar justos e numa garantia de vida sem fim na terra. No entanto, se não satisfizerem os requisitos de Deus que se aplicarão à humanidade naqueles dias, trarão sobre si o julgamento final de condenação e serão exterminados para sempre, assim como os executados mil anos antes, na “grande tribulação”.

      17. Que perguntas surgem quanto à “morte” do Sumo Sacerdote?

      17 Mas, alguém talvez pergunte sobre as palavras de Paulo aos hebreus: “Temos esta esperança como âncora para a alma, tanto segura como firme, e ela penetra até o interior da cortina, onde um precursor entrou a nosso favor, Jesus, que se tornou sumo sacerdote para sempre à maneira de Melquisedeque.” (Heb. 6:19, 20) Por que se diz que Jesus será Sumo Sacerdote para sempre, se seus serviços como Sumo Sacerdote hão de terminar para com o mundo da humanidade no fim dos mil anos? De que modo continua ele como Sumo Sacerdote para sempre?

      18. Que serviços do grande Sumo Sacerdote terminarão, mas por que não terminará isso com toda a sua relação com a humanidade?

      18 No tipo judaico, o sumo sacerdote morria literalmente, terminando assim não só os seus serviços como sumo sacerdote, mas também a sua vida. Isto não se dá com o Sumo Sacerdote maior, Jesus Cristo. É verdade que seus serviços acaba neste cargo quando a humanidade for levada a uma completa condição de justiça perante Jeová, mas Jesus, à mão direita de Jeová, continua para sempre. A cessação de seu cargo como Sumo Sacerdote mediador para com a humanidade não termina a sua vida. Os bons ofícios de seu serviço como Rei e Sumo Sacerdote sobre a humanidade permanecerão para sempre com a humanidade, e a humanidade sempre ficará endividada com ele por ter servido como Rei e Sumo Sacerdote a seu favor. Dobrará o joelho por toda a eternidade diante do nome de Jesus e confessará que ele é Senhor, para a glória de Deus, o Pai. (Fil. 2:5-11) Seus serviços para com a humanidade não mais serão necessitados então na aplicação do seu sacrifício expiatório para com eles. Mas, como grande Administrador e Porta-voz de Jeová, sem dúvida, ele continuará por toda a eternidade como o Proeminente no enaltecimento do louvor de Jeová e na liderança da adoração que unificará todo o universo para a glória e honra de Jeová.

      19. O que nos pode sustentar agora, e que empenho sério devemos fazer?

      19 Quão abençoado será o privilégio de estar entre as criaturas felizes que terão sobrevivido para aquele tempo! Quão gratos seremos pela misericórdia de Jeová, que tornou possível esta provisão maravilhosa! É esta esperança que nos pode sustentar agora. Que a prezemos assim como prezamos a própria vida, porque permanecer agora na cidade de refúgio de Jeová, neste “tempo do fim” do mundo culpado de sangue, significa vida para nós.

  • É a experiência o melhor mestre?
    A Sentinela — 1973 | 15 de novembro
    • É a experiência o melhor mestre?

      ● Já chegou a conhecer pessoas que passam pela vida desprezando conselhos ou a cautela por pensarem que “a experiência é o melhor mestre”? Tem-se salientado a respeito de tal conceito que um dos grandes problemas é que a pessoa lamentavelmente acaba aprendendo uma porção de coisas que realmente não queria saber. Quanta vantagem é, então, ter a Bíblia por guia! Ela representa mais do que a narrativa exata mais antiga nas experiências humanas. Apresenta realmente a orientação amorosa dum Deus interessado na felicidade dos homens.

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