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  • A necessidade de segurança
    A Sentinela — 1968 | 15 de fevereiro
    • e faz distinção entre alguém que comete um erro inintencional e aquele que é perverso de coração e que voluntária e presunçosamente viola a lei divina. Assim, a provisão da cidade protetora conforme existia no antigo Israel revela dois grandes atributos de Jeová: sua justiça e sua misericórdia. Escreveu o salmista: “A justiça e o juízo são o lugar estabelecido do teu trono; a benevolência e a veracidade mesmas vêm diante de tua face.” — Sal. 89:14.

      18. Visto que essa provisão era um tipo profético, que perguntas surgem então?

      18 Visto que a provisão da cidade de refúgio tinha significado profético, apontando para as maiores coisas vindouras, surgem as seguintes perguntas: O que esta cidade representa? Quem foi representado pelo homicida inintencional a quem se permitia fugir para lá e quem foi representado pelo vingador de sangue que perseguia o homicida inintencional? O que significam as estradas que levavam a tais cidades? Quem é o sumo sacerdote? E o que se demonstra pelo fato de que os refugiados podiam deixar a cidade depois de morrer o sumo sacerdote? Todas estas perguntas podem ser satisfatoriamente respondidas ao deixarmos que o espírito santo de Deus ‘nos guie a toda a verdade’. (João 16:13) Para a consideração mais ampla destas perguntas, encaminhamos o leitor ao seguinte artigo.

  • O caminho para a segurança
    A Sentinela — 1968 | 15 de fevereiro
    • O caminho para a segurança

      “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida.” — João 14:6.

      1. O que representam as cidades de refúgio?

      ENTRE o antigo povo de Israel, a provisão das cidades de refúgio muitas vezes deve ter-se demonstrado preservadora de vidas. Seu propósito era dar proteção e segurança a homicidas inintencionais, em vista da morte ameaçadora às mãos do legal vingador de sangue. Tais cidades não visavam oferecer proteção a criminosos. E, visto que a provisão destas cidades, bem como de muitas outras “sombras” da Lei (Heb. 10:1) era um tipo profético, do qual os cristãos muito têm a aprender, não se pode deixar de concluir que representa a grandiosa provisão de salvação que Deus, Jeová, fez operar para o benefício eterno dos homens de todas as espécies, para aliviá-los e salvá-los da pena da culpa de sangue. Como assim?

      2. Quais foram algumas das razões de Jesus Cristo vir à terra?

      2 Deus enviou seu Filho mais elevado, Jesus Cristo, a terra para tornar conhecido aqui as grandes verdades desta provisão e também para que pudesse morrer uma morte sacrificial, a fim de salvar aqueles que verdadeiramente exercessem fé nele da morte certa e eterna, e lhes dar vida infindável. Assim, lemos em Efésios 1:7: “Mediante ele temos o livramento por meio de resgate, por intermédio do sangue desse, sim, o perdão de nossas falhas, segundo as riquezas de sua benignidade imerecida.” — Mat. 20:28.

      3. O que se demonstra pelo fato de que tanto os Israelitas como os residentes estrangeiros podiam refugiar-se na cidade de refúgio?

      3 Assim como a típica cidade de refúgio, assim também a antitípica cidade de refúgio é uma provisão misericordiosa de Deus, a fim de perdoar os violadores arrependidos de Sua lei, à base do resgate de Jesus Cristo, e para aceitá-los sob Seu cuidado e sua proteção. Escreve o apóstolo Paulo: “De modo que é por isso que ele é mediador dum novo pacto, a fim de que, por ter havido uma morte para o seu livramento, por meio de resgate, das transgressões sob o pacto anterior, os chamados recebessem a promessa da herança eterna.” (Heb. 9:15) Na cidade de refúgio literal, tanto os israelitas como os residentes estrangeiros podiam refugiar-se. (Núm. 35:15) Isso representa que a cidade de refúgio antitípica oferece sua poderosa proteção, não só aos israelitas espirituais, isto é, os que se tornam membros da classe celeste e dominam e servem como sacerdotes junto com Cristo Jesus, mas também para todos aqueles que estão em linha para receber a vida eterna na terra, as “outras ovelhas”. — João 10:16.

      4. (a) O que não se pode desperceber na provisão de salvação? (b) Para que fim trabalham o espírito de Deus e seus anjos?

      4 O homicida inintencional em Israel não fugia para o exterior, deixando seu país, mas se dirigia para a cidade de refúgio, a qual pertencia aos levitas não sacerdotais; a cidade de Hebrom pertencia aos sacerdotes aarônicos. Isto significa que a provisão de salvação está intimamente relacionada com a organização de Jeová. Um restante da classe sacerdotal espiritual ainda está na terra, atualmente, formando o núcleo da congregação do povo de Jeová. Não podemos desperceber o papel da congregação visível das testemunhas de Jeová nesta provisão de salvação. Em Atos 2:47, lemos: “Ao mesmo tempo, Jeová continuava a ajuntar-lhes diariamente os que estavam sendo salvos.” Isso significa que aqueles que “estavam sendo salvos” eram acrescentados ao grupo visível da primitiva congregação cristã. Assim eram reunidos em uma só família unida da fé. Portanto, a organização visível do povo de Deus tem algo que ver com a provisão de salvação, atualmente. Deveras, tem lugar importante em tal provisão. Toda congregação forma uma pequena parte do povo de Deus. Não podemos permanecer fora da organização do povo de Deus, separados dela, se quisermos ter a proteção de Jeová. O espírito de Jeová e seus anjos tendem todos a produzir a unidade em pensamento, em objetivo e em ação. Assim, há uma relação vital entre a proteção de Jeová na antitípica cidade de refúgio e Sua congregação visível dos israelitas espirituais, supervisada pelo “escravo fiel e discreto”. — Efé. 4:3-6; Mat. 24:45-47.

      O ANTITÍPICO HOMICIDA ININTENCIONAL

      5. O que foi prefigurado pelo homicida inintencional?

      5 Mas, quem, então, é realmente representado pelo homicida inintencional que obtinha refúgio na cidade protetora? É figura de todos os que se tornam cônscios do fato que, de uma forma ou de outra e do ponto de vista de Jeová, partilham a culpa de sangue. Este fato se torna mais claro a elas quando tais pessoas sinceras entram em contato com a mensagem esclarecedora da Palavra de Deus, a Bíblia, que ensina a santidade da vida humana. Como no antigo Israel, assim também hoje, a pessoa talvez tenha sido a causa dum acidente, fatal a alguma outra pessoa ou a outras pessoas. Ano após ano, dezenas de milhares de pessoas perdem sua vida nas ruas do mundo devido a acidentes de trânsito. Embora não haja má intenção, todavia, há certa culpa envolvida, e, via de regra, os códigos de leis das nações estipulam sanções penais em tais casos.

      6. Como é que muitas pessoas têm partilhado da culpa de sangue em nossa era?

      6 Mas, a aplicação do significado do homicida inintencional no quadro antitípico atual é mais ampla em escopo e não se limita a tais casos que acabamos de mencionar. Nossa era é o período das maiores guerras na história humana. Pense apenas na Primeira Guerra Mundial e na Segunda Guerra Mundial. Milhões de homens foram obrigados a ter parte nestes eventos sanguinários, sem realmente o desejarem.

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