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    • prosperou, “ele prosseguiu, construindo em Judá fortes e cidades-armazéns”. — 2 Crô. 17:12; 1 Crô. 27:25; 2 Crô. 16:4; 32:27-29, veja Celeiro (Depósito).

  • Cidades De Refúgio
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    • CIDADES DE REFÚGIO

      A lei de Jeová sobre a santidade do sangue era bem explícita. O derramamento do sangue humano poluía a terra em que Jeová residia, e só podia ser expiado com o sangue de quem o derramara. (Gên. 9:5, 6; Núm. 35:33, 34) Assim, no caso dum homicida intencional, ou qualificado, o sangue de sua vítima era vingado, e a lei de ‘vida por vida’ era satisfeita quando o homicida qualificado era morto “sem falta” pelo vingador de sangue. (Êxo. 21:23; Núm. 35:21) Mas, que dizer do homicida simples, não-premeditado, aquele que, para exemplificar, matasse seu irmão quando a cunha do machado escapasse acidentalmente enquanto ele cortava lenha? (Deut. 19:4, 5) Para tais desafortunados, Jeová proveu amorosamente cidades de refúgio, seis ao todo, onde o derramador acidental de sangue podia obter proteção e asilo do vingador de sangue. — Núm. 35:6-32; Jos. 20:2-9.

      LOCALIZAÇÃO DELAS

      Moisés, antes de morrer, designou três destas cidades a E do Jordão. A primeira, Bezer, ao S do planalto do território da tribo de Rubem, situava-se a E do extremo N do mar Morto; a segunda, Ramote, em Gileade, pertencia à tribo de Gade e situava-se mais ou menos no meio da área oriental da Palestina; a terceira, Golã, em Basã, estava na parte N, no território de Manassés. (Deut. 4:43; Jos. 21:27, 36, 38) Depois que os israelitas atravessaram para o lado O do Jordão, Josué designou outras três cidades de refúgio: Hébron, na parte S do território de Judá; Siquém, nas regiões montanhosas centrais de Efraim; e, para o N, Quedes, no território de Naftali, que mais tarde se tornou conhecido como a região da Galiléia. (Jos. 21:13, 21, 32) Todas estas cidades eram cidades levitas, e uma delas, Hébron, era uma cidade sacerdotal. Em aditamento, por terem sido colocadas à parte como cidades de refúgio, obtiveram uma categoria sagrada. — Jos. 20:7.

      NORMAS PROCESSUAIS

      Ao chegar à cidade de refúgio, o fugitivo devia expor sua causa perante os anciãos na porta da cidade, para ser recebido hospitaleiramente. Para impedir que homicidas premeditados se ocultassem sob o manto desta provisão, o fugitivo, ao entrar na cidade, tinha de ser julgado, nas portas da cidade, lá na cidade que tinha jurisdição sobre o local onde ocorreu o homicídio, a fim de provar sua inocência. Se comprovada sua inocência, era devolvido à cidade de refúgio. No entanto, sua segurança só podia ser resguardada se ele permanecesse nessa cidade pelo resto de sua vida, ou até a morte do sumo sacerdote. Não se podia aceitar nenhum resgate que alterasse esses termos. (Núm. 35:22-29, 32; Jos. 20:4-6) Nem mesmo o altar sagrado de Jeová fornecia proteção para os homicidas premeditados ou qualificados, como foi ilustrado no caso de Joabe. — Êxo. 21:14; 1 Reis 1:50; 2:28-34; veja Vingador de Sangue.

      [Mapa na página 315]

      Cidades de Refúgio

      Quedes

      Golã

      Ramote

      Siquém

      Bezer

      Hébron

      Rio Jordão.

  • Cilícia
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    • CILÍCIA

      Uma região relativamente pequena e estreita do SE da Ásia Menor. Ao S situava-se o mar Mediterrâneo, ao O estava a Panfília, ao N a cadeia dos montes Tauro a separava da Licaônia e da Capadócia, e ao E a cadeia dos montes Amanus ou Alma Dag (que forma o ramo S dos Tauro) a dividia da Síria. Estes, pelo menos, eram limites em grande parte de sua história antiga. Crê-se que seu nome provém do assírio Hilakku, encontrado em inscrições que datam do nono século A.E.C.

      Basicamente, esta região se dividia em duas partes naturais: a ocidental, chamada Cilícia Traquéia (Cilícia, a Rugosa) e a oriental, chamada Cilícia Pedias (Cilícia Plana). A Cilícia Traquéia era uma região de planalto agreste dos montes Tauro, rica em terras florestais. Sua faixa litorânea acidentada, dividida por promontórios rochosos, provia numerosas baías e enseadas abrigadoras. Desde priscas eras servia de abrigo para ladrões e piratas, que pilhavam as mercadorias despachadas pela costa. A Cilícia Pedias abrangia a ampla planície costeira, uma área bem regada, extremamente fértil. Nos tempos romanos, esta planície estava pontilhada de umas 16 cidades semi-autônomas, a mais destacada das quais era Tarso, terra natal de Saulo (Paulo). — Atos 21:39; 22:3; 23:34.

      Além de produtos tais como o trigo, o linho e as frutas, um dos principais produtos da Cilícia era seu famoso pêlo de cabra, conhecido como cilicium (cilício) nos tempos romanos. Sua utilização na fabricação de tendas pode, parcialmente, explicar a experiência inicial de Paulo como fabricante de tendas.

      A Cilícia ocupava uma posição estratégica, tanto em sentido militar como comercial. A principal rota comercial da Síria passava pelas Portas Siro-Cilicianas, alto desfiladeiro da cadeia Amanus, cerca de 32 km ao N de Antioquia, cruzava então a Cilícia até Tarso, e

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