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  • Tenho de crer na evolução?
    Despertai! — 1975 | 22 de março
    • particulares, e amiúde vão além do que os fatos justificam.”

      Não É Verdadeira Ciência, mas Ficção Científica

      Suas palavras me lembraram da admissão feita por Dunn e Dobzhansky em Heredity, Race and Society (Hereditariedade, Raça e Sociedade): “Os cientistas, como todos os demais homens, amiúde sucumbem à tentação de provar certo conceito particular ou reforçar algumas idéias preconcebidas.”

      Sullivan, em The Limitations of Science, disse que os cientistas não “contam invariavelmente a verdade, nem tentam, mesmo sobre sua ciência. Sabe-se que têm mentido, mas não mentiram a fim de servir à ciência, mas, usualmente a [seus próprios] preconceitos religiosos ou anti-religiosos”.

      Os evolucionistas também têm uma queda para rejeitar rapidamente os problemas cruciais com suas vãs especulações. Sem prova, surpreendentes transformações de uma forma complexa de vida em outra são mencionadas como fato, no estilo do escritor de contos de fadas.

      Com um golpe duma vara de condão, o evolucionista faz com que uma escama se torne uma pena, ou um pelo. Uma nadadeira se torna uma perna, que de algum modo desaparece numa cobra, mas daí se transforma numa asa dum pássaro, num casco dum cavalo, numa unha de gato, em uma das mãos no homem. Tais “explicações” são ficção científica no que tem de mais fictício.

      Resíduos nitrogenados, certa vez eliminados como amônia pelos peixes, são eliminados como uréia nos anfíbios, mas daí se transformam em ácido úrico nos répteis, voltando então à uréia nos mamíferos. Os mamíferos supostamente modificaram suas glândulas sudoríparas em mamas que produziam leite, e deram à luz filhotes que, por outra coincidência ocasional desenvolveram, ao mesmíssimo tempo, a sabedoria instintiva de sugar tais mamas!

      Às vezes, achei que tais explicações não eram dadas com toda a seriedade. Deviam estar brincando, pensei. Mas, eles falam sério! Não estão brincando! Aceitam ficção científica como se fosse verdadeira ciência.

      Pouco é de admirar que seus livros estejam repletos de ‘poderia bem ter acontecido’, ‘bem que poderia ocorrer’, ‘é possível que acontecesse’ que, depois de algum tempo e depois de muita repetição, se tornam ‘deve ter acontecido’. As possibilidades se tornam probabilidades, que então se tornam certezas. Suposições evoluem em dogmas. Especulações se tornam conclusões. Linguagem altissonante evolui em “evidência”.

      Tudo isto significa traição ao verdadeiro método científico. Mas, por meio dessa lavagem cerebral, evolui a fé cega na evolução. Com ela evolui o arrogante autoritarismo necessário para sustentar o que não conseguem provar. Impetuosas proclamações são usadas como porrete contra os descrentes, talvez até mesmo tranqüilizando o sacerdócio evolucionista, aqueles que são seus promotores.

      Mas, tal ficção científica não é nada tranqüilizante para muitos pais cujos filhos se acham na escola. Em casa, tais pais podem ensinar a criação a seus filhos, ao passo que na escola os professores ensinam a evolução. Uma coisa é certa: Alguém está mentindo!

      Se, na escola, se ensinasse a evolução apenas como teoria, e se admitisse a criação como uma alternativa que possui apoio científico, então poderia diminuir a contradição na mente da criança. Mas, os evolucionistas lutam com unhas e dentes contra a introdução de qualquer idéia que não seja a deles. Cientistas e educadores supostamente esclarecidos, evolucionistas, tentam esmagar as idéias que não apóiam suas idéias preconcebidas. Certa vez lutavam pelo direito de ensinar a teoria da evolução, mas agora tentam impedir que se ensine qualquer outra coisa.

      Os evolucionistas também recusam-se a encarar seu dilema, que é muito sério: os fosseis mostram que a evolução é uma explicação inadequada para o súbito aparecimento de formas complexas de vida. Mas, a criação especial se ajusta com precisão aos fósseis, todavia, é emocionalmente inaceitável aos evolucionistas. Simplesmente não toleram a idéia de que poderiam estar errados, que poderia haver um Criador, uma força superior a seus próprios cérebros. Alguém que produziu coisas vivas do Seu próprio modo.

      Assim, ao invés de terem mentes liberais, os evolucionistas em geral tentam causar o impedimento dos fósseis. Recorrem a nomes feios e insultos contra os que não podem engolir seus contos de fada. E assemelham a crença na criação à de que são as cegonhas que trazem bebês. Como uma hierarquia religiosa na “Idade Obscura”, declaram ex cathedra (com autoridade) que a evolução é um fato, e excomungam para as trevas exteriores da ignorância a qualquer pessoa que não abraçar a fé que eles possuem.

      A evolução é, para seus promotores, uma vaca sagrada. Mas, há um meio de rebaixar as vacas sagradas pelo progresso da verdade. Como um martelo, a verdade por fim despedaça os altares em que as idéias falsas foram veneradas. — Contribuído.

  • Morreu Jesus numa cruz?
    Despertai! — 1975 | 22 de março
    • Qual É o Conceito da Bíblia?

      Morreu Jesus numa cruz?

      SERÁ que foi um erro? Erraram os líderes eclesiásticos? Tais perguntas bem que poderiam ter ocorrido aos moradores de Cartagena, Espanha, não faz muito tempo. Por quê? Porque um cartaz da Semana Santa mostrava Jesus Cristo pendurado, não numa cruz, mas numa estaca reta que não tinha a barra transversal.

      Durante séculos os cristãos professos aprenderam que Jesus Cristo foi morto numa cruz. Para muitos, os crucifixos — representações de Jesus pendurado numa cruz — têm importância especial. Todavia, será possível que Cristo não tenha morrido numa cruz?

      Cruzes de vários tipos têm sido comuns desde os tempos primitivos. Afirma The Encyclopœdia Britannica: “Por sua simplicidade de forma, a cruz tem sido usada tanto qual símbolo religioso como um ornamento, desde o raiar da civilização humana. Vários objetos, que datam de períodos há muito anteriores à era cristã, têm sido encontrados, marcados com cruzes de diferentes estilos, em quase toda parte do velho mundo.” (Décima primeira edição, Vol. VII, p. 506) Por isso, a cruz não tem o que alguns poderiam chamar de origem “cristã”. Naturalmente, isso em si não quer dizer que Jesus não morreu numa cruz.

      Alguns foram executados por serem pendurados em cruzes. No entanto, os romanos amiúde executavam pessoas por colocá-las em postes sem barras transversais. Poderia isso ter acontecido no caso de Jesus?

      Se um artista contemporâneo se tivesse posto diante do moribundo Jesus em Gólgata, poderia ternos deixado autêntico quadro desse evento altamente significativo. Mas, nenhuma obra de arte desse tipo se acha em existência, e por certo a tradição posterior não é conclusiva. Todavia, deveras dispomos de palavras registradas de uma testemunha ocular. Quem era ele?

      Ao olhar Jesus do alto daquele implemento de tortura

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