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  • Por que as coisas se gastam?
    Despertai! — 1972 | 8 de janeiro
    • Por que as coisas se gastam?

      CERTO princípio, chamado “entropia”, opera em todo o universo.

      Define-se entropia como “último estado alcançado na degradação da matéria e da energia do universo”. É o princípio de que às vezes nos queixamos, à medida que nossa casa se desgasta e precisa de consertos, nossa roupa se gasta e as coisas enferrujam. A ação física e química do tempo, e a fricção resultante do uso, gradualmente os destroem. Todas as coisas materiais são deveras corruptíveis. Deixadas entregues a si, tendem para a decomposição e desintegração, precisando de constante trabalho e despesa de consertos, bem como causando problemas de pôr fim ao lixo. Há contínuo desgaste das coisas, como um relógio que precisa periodicamente de corda.

      Este fato científico, observado a cada dia, acha-se em direta contradição e refutação da teoria evolucionista. Os evolucionistas afirmam que a ordem proveio do caos ou desordem e que a matéria morta, inanimada, de alguma forma se tornou mais complexa e mais altamente organizada, com efeito, ‘erguendo-se pelos seus próprios esforços’. Mas, toda evidência é no sentido contrário.

      Entropia É Uma Bênção

      Além de demonstrar que tinha de haver uma fonte original de energia, uma inteligência para colocar em ordem o universo, com sua extrema complexidade, o fato da entropia é uma bênção. Jeová Deus, o Criador, que é “de tempo indefinido a tempo indefinido”, o incorruptível que não se cansa, fez o universo material e físico de forma que este passa constantemente por mudanças, em resultado de deterioração. Por quê? — Sal. 90:2; Isa. 40:28; 1 Tim. 1:17.

      Para obter a resposta, pense em qual seria a situação se nada pudesse deteriorar. Isto significaria que nenhuma reação química poderia influir em algo. Nem poderia a fricção desgastar algo. Em conseqüência, nada poderia ser cortado ou serrado; nada poderia ser mudado. Seria um mundo estéril. Não haveria trabalho para ninguém fazer. Com efeito, a vida na terra seria impossível, pois, visto que nenhuma reação química poderia ocorrer, nenhum alimento poderia ser cultivado ou comido e digerido.

      Outra característica da entropia que muitos de nós apreciam é que o desgaste de certas coisas, como a roupa, nos habilitam a usufruir variedade, a mudança ocasional de cores, padrões, e assim por diante.

      Por outro lado, o homem tem labutado para produzir materiais que sejam tão indestrutíveis quanto seja possível. Naturalmente, a entropia ainda opera em tais materiais, mas em taxa reduzida. Ao passo que isto trouxe certas vantagens, algumas destas coisas também criaram graves problemas. Sintetizaram-se certos plásticos chamados de não-biodesgastáveis, isto é, a ação bacterial tem pouco ou nenhum efeito sobre eles. É extremamente difícil pôr fim neles, e, se forem eliminados por um processo tal como a queima, produzem gases venenosos que colocam a vida em perigo.

      Renovação e Revigoramento Provenientes do Criador

      Por tais motivos, podemos agradecer ao Criador de ter feito as coisas como ele as fez. Ele nos conta em sua Palavra, a Bíblia, que, sob a regência de seu reino messiânico, o gênero humano poderá aprender a forma correta de se viver na terra. Jeová é o Grande Arquiteto; ele sabe como deseja que o homem use as coisas que criou para embelezar e “subjugar” a terra. Sob a direção de seu reino, muito embora as coisas materiais estejam sujeitas à sua lei estabelecida da entropia e continuem no mesmo processo de deterioração, não fugirão do controle, tornando a terra tremenda pilha de lixo, como se torna rapidamente sob a regência do homem. Pois Deus declarou que é Seu propósito tornar a terra inteira um Paraíso. — Gên. 1:26-28; Sal. 119:105; Pro. 20:24.

      Mas, o que dizer do próprio homem, seu próprio organismo? No atual estado pecaminoso e imperfeito do homem, seu corpo se regenera à medida que as células se desgastam. No entanto, na velhice, parece alcançar-se um ponto em que a velocidade de deterioração excede as capacidades de conserto do corpo. Mas, a Palavra de Deus nos informa que, sob a regência do Seu Reino por Cristo, isto será corrigido. A entropia ainda operará nos corpos humanos (pois os corpos de carne e sangue são corruptíveis), mas o gênero humano poderá então contar com a renovação da energia por parte do Criador. O corpo do homem, sendo capaz de reparar a si mesmo, será curado e se tornará perfeito. Como? Pela aplicação dos benefícios do resgate de Cristo. E assim como um relógio continua andando ao receber corda de seu dono, os habitantes da terra continuarão a receber de Deus a sustentadora “água da vida” que os manterá vivos para sempre. — Rev. 22:1, 2; Sal. 103:3; 1 Cor. 15:50.

      O próprio Cristo Jesus falou da “regeneração”, quando a regência do seu Reino controlará completamente a terra. (Mat. 19:28, nota marginal, NM, Ed. 1950, em inglês; veja-se também a Tradução Interlinear do Reino, em inglês.) Disse também: “O homem tem de viver, não somente de pão, mas de cada pronunciação procedente da boca de Jeová.” Jesus citava aqui as palavras de seu Pai, que demonstrara sua habilidade e disposição de suprir as necessidades da vida de seu povo ao prover o maná para os israelitas no deserto durante quarenta anos. É claro que Deus, que pôs em vigor o princípio conhecido como entropia, pode garantir que operará para o bem de seus servos, e não para combater seu propósito de abençoá-los com vida eterna. — Mat. 4:4; Deu. 8:3, 4; 29:5, 6.

      Assim, quando temos ocasionalmente de consertar coisas, ou comprar roupa nova, lembremo-nos de que Deus sabiamente fez as coisas deste modo, tendo em vista o bem-estar de todo o gênero humano. — Rom. 11:33-36.

  • Migrador campeão
    Despertai! — 1972 | 8 de janeiro
    • Migrador campeão

      ◆ A gaivina do Ártico voa uma distância maior do que qualquer outra ave migradora. Cada ano faz uma viagem de ida e volta de cerca de 35.000 quilômetros desde as ilhas do extremo norte, do Ártico, até à Antártida e novamente de volta. Sem o complexo equipamento de navegação do homem, viaja essa grande distância com uma precisão aguçada.

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