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  • Possuem razões sólidas?
    Despertai! — 1980 | 22 de março
    • Deus. Tal era a espécie de sociedade que existia então. Além do mais, era amiúde perigoso não crer! Todavia, sua crença era muitas vezes ilógica e supersticiosa. Às vezes, a “cultura teológica” daquela época tendia a bloquear o progresso da ciência. Por conseguinte, quando Galileu propôs suas descobertas revolucionárias, os líderes religiosos naquela época procuraram fazê-lo “retratar-se” (embora, com efeito, o que ele descobrira de forma alguma contradissesse o que a Bíblia dizia).

      Nos dias atuais, a situação se inverteu. Há quase tanta pressão para não se crer em Deus como havia para se crer nele. Até mesmo os clérigos rejeitam partes da Bíblia a favor de teorias modernas como a evolução. Alguns até mesmo rejeitam as normas bíblicas da moralidade e aprovam coisas como o homossexualismo e a fornicação.

      Está certa qualquer dessas situações, quer a medieval, quer a moderna? O fato de ser desequilibrado o conceito das superstições medievais não torna certo o conceito moderno, materialista. Por exemplo, o Doutor Wernher von Braun, destacado engenheiro balístico, norte-americano, é conhecido como tendo dito: “É-me tão difícil compreender um cientista que não reconhece a presença de uma racionalidade superior por trás da existência do universo quanto me é compreender um teólogo que negue o progresso da ciência.”

      Pode a Evolução Suplantar a Crença em Deus?

      Antes de Darwin popularizar a teoria da evolução, a maioria das pessoas supunha que tinha de existir um Deus, visto que não havia outro modo de se explicar a existência das coisas. Mas, com a aceitação da teoria da evolução, muitos, pelo que parece, acharam que não mais havia necessidade de crerem em Deus.

      Entretanto, se você acredita na evolução, talvez lhe interessem os comentários que apareceram num número recente da revista Harper’s sobre o que moldou o raciocínio de Darwin. Será que se baseou realmente numa análise impessoal das coisas viventes e dos fósseis? Stephen J. Gould, professor de biologia na Universidade de Harvard, é citado como tendo dito: “O gradualismo filético foi uma suposição a priori desde o início — nunca foi ‘visto’ nas rochas; expressava as prevenções culturais e políticas do liberalismo do século dezenove.” Em outras palavras, o raciocínio de Darwin foi condicionado pela sociedade no meio da qual ele viveu. Karl Marx é citado como tendo dito: “É notável como Darwin identifica entre os animais e as plantas sua sociedade inglesa com suas divisões da classe operária, rivalidade, [e assim por diante].”

      Muitos cientistas hoje levantam sérias dúvidas quanto à validade das teorias apresentadas em apoio da evolução. Por que é que então se ensina ainda a crer nos ensinos de Darwin? O artigo passa a dizer: “Há os que argumentam que o abandono do mecanismo evolucionário levaria inevitavelmente a dúvidas quanto a se ocorreu realmente a evolução. Essa é, sem dúvida, a razão por que Darwin é ainda tão obstinadamente defendido . . . porque [seus apoiadores] são materialistas.”

      Mas, o fato de não quererem considerar outra alternativa não significa que a evolução tem de ser certa, não é verdade?a Assim como a obstinação dos líderes religiosos dos dias de Galileu não significava que ele tinha de estar errado. A emoção e o preconceito podem cegar os cientistas com tanta facilidade como podem cegar os líderes religiosos.

      A verdade é que, não obstante todas as pressões do “modernismo” para se renunciar à crença em Deus, ou pelo menos para relegá-lo a segundo plano, muitas pessoas estão firmemente convencidas da existência de Deus. E o aumento do conhecimento científico em nossos dias só torna mais forte ainda a sua convicção.

  • Por que devem crer?
    Despertai! — 1980 | 22 de março
    • Por que devem crer?

      QUE espécie de raciocínio leva alguém a crer na existência de Deus? A Bíblia nos fornece um guia. Diz ela: “As . . . qualidades invisíveis [de Deus] são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas.” — Rom. 1:20.

      A consideração das “coisas feitas” — da própria criação — levou muitos a compreender que tem de haver alguma coisa ou alguém por trás de tudo isso. Einstein, cujas teorias influenciaram tanto o pensamento científico moderno, disse: “Todo aquele que está seriamente envolvido na busca da ciência se torna convencido de que um espírito se acha manifesto nas leis do Universo — um espírito amplamente superior ao do homem, e um espírito em face do qual nós, com nossos modestos poderes, temos de nos sentir humildes.”

      Olhe Para Si Mesmo

      A Bíblia diz: “Os céus declaram a glória de Deus; e a expansão está contando o trabalho das suas mãos.” (Sal. 19:1) E quão eloqüentemente fazem isso!

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