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  • Fortalecemo-nos em Jeová
    A Sentinela — 1970 | 1.° de junho
    • Em certa ocasião, estes homens voltaram para visitar os irmãos em Listra, Icônio e Antioquia da Pisídia, onde haviam sofrido violência da parte de turbas. A Bíblia diz: “Voltaram a Listra, e a Icônio, e a Antioquia, fortalecendo as almas dos discípulos, encorajando-os a permanecerem na fé e dizendo: ‘Temos de entrar no reino de Deus através de muitas tribulações.’” — Atos 14:21, 22.

      Estas visitas de Paulo e de outros servos fiéis fortaleceram os discípulos para se manterem firmes. Hoje em dia, a organização das testemunhas de Jeová recebe o mesmo serviço. Homens fiéis, enviados pelo corpo governante do “escravo fiel e discreto”, visitam continuamente as congregações das testemunhas de Jeová em toda a terra para encorajá-las à perseverança leal no serviço de Jeová. E quanto esta provisão as fortalece!

      Já estamos agora no próprio limiar do novo sistema de coisas. É iminente a destruição deste sistema de coisas. (2 Ped. 3:7-13; 1 João 2:15-17) Satanás, o Diabo, está para fazer seu ataque total contra os servos de Deus. Temos medo? Somos fortalecidos para enfrentar as provações futuras? Dizemos destemidamente, com as palavras de Paulo: “Para todas as coisas tenho força em virtude daquele que me confere poder.” — Fil. 4:13.

      Continuaremos o nosso estudo pessoal da Palavra de Deus e a ajuntar-nos nas reuniões congregacionais. Oraremos incessantemente a Jeová, pedindo orientação e força, e nos empenharemos vigorosamente em fazer a Sua vontade. Deus prometeu: “De modo algum te deixarei e de modo algum te abandonarei.” Cremos nisso de todo o nosso coração e dizemos firmemente: “Jeová é o meu ajudador; não terei medo. Que me pode fazer o homem?” (Heb. 13:5, 6) Sim, podemos perseverar nas provações futuras, na força que provém de Deus!

  • Por que servir a Jeová
    A Sentinela — 1970 | 1.° de junho
    • Por que servir a Jeová

      COMEÇOU a servir a Jeová apenas recentemente? Tem prazer nisso? Sem dúvida tem, porque dá muita satisfação fazer a vontade de Deus, e estar em associação com outros que se empenham na conduta correta e que realmente se amam uns aos outros deveras torna a vida agradável.

      Mas perseverará no serviço de Jeová? Isto dependerá em grande parte do motivo com que serve a Jeová. Se realmente amar a Jeová e o servir com coração cheio de apreço pelo que tem feito, a perseverança no seu serviço não será difícil. Mas, quando alguém empreende o serviço de Deus com a idéia de que vai servir até determinado ano, e que desistirá se Deus não tiver dado cabo deste sistema iníquo de coisas até então, evidentemente tem a motivação errada. Embora advenham muitos benefícios para aquele que serve a Jeová e seja importante saber avaliá-los, se a pessoa servir apenas por tirar disso

  • Apreço da proteção de Jeová
    A Sentinela — 1970 | 1.° de junho
    • Apreço da proteção de Jeová

      Esta carta é de um adolescente que respeitou a lei de Deus concernente ao sangue.

      Prezado Davi:

      Pela primeira vez posso dizer que me sinto bem. Acabo de completar um período de seis meses sob a supervisão duma equipe de pesquisas renais, neste hospital da Califórnia. Ao repassar a minha experiência, sinto-me feliz de poder ver que estive sob a supervisão protetora de Jeová.

      Durante as primeiras sete semanas, fui submetido a uma série de exames. Estes revelaram que o meu rim direito padecia de um defeito congênito — artéria estenosada. Tratava-se da artéria principal que alimentava o rim. Normalmente, tem a grossura dum lápis, mas no meu caso, tinha a grossura dum alfinete.

      O Criador projetou um mecanismo maravilhoso dentro do rim, por meio do qual se assegura o volume necessário de sangue em circulação em qualquer situação específica. Um poderoso hormônio chamado renina é segregado pelo rim, e de maneira exatamente certa, quer para estimular, quer para reduzir o fluxo do sangue. Mas tudo isso se realiza tão suavemente, que nem estamos cônscios de quaisquer ajustes. Todavia, este mecanismo pode funcionar excessivamente e o faz em certas circunstâncias. Meu rim direito, por exemplo, produzia a quantidade fenomenal de três vezes mais do que a quantidade normal de renina, elevando a minha pressão arterial a 200/160. A normal, para mim, seria de 120/70.

      Os remédios não conseguiram reduzir a pressão. De fato, ela continuava a aumentar e a afetar-me os olhos de tal maneira, que tive de usar óculos. Um dos remédios prescritos afetou severamente a minha memória. Outro me deixou num estado inerte. Tive de abandonar a escola. O funcionamento do meu corpo se havia acelerado de tal maneira, que eu dormia um sono muito profundo durante dezesseis horas por dia, e nas horas acordadas amiúde tinha fortes dores de cabeça. Três ou quatro vezes por dia me sangrava muito o nariz. O esgotamento e a alta dosagem de remédios me mantinham num estado de letargia contínua.

      DECISÃO DIFÍCIL

      Indicou-se a cirurgia como o meio mais promissor de alívio. O principal urologista interno ofereceu uma escolha: Poderia consertar a artéria e salvar meio rim com a ajuda de transfusões de sangue ou remover o rim completamente sem recorrer a transfusões de sangue. Consertar a artéria envolvia um alto grau de hemorragia pós-operatória. Por outro lado, poderia sobreviver e me dar bem com um só rim são. Escolhi a remoção do rim.

      No dia antes de se realizar a operação, o presidente da equipe de transplante de rins veio visitar-me e perguntar se eu concordaria em por o meu rim, ao qual eu renunciava, à disposição dum jovem paciente cujos rins não funcionavam. Parece que, embora a artéria que levava sangue ao meu rim não funcionasse, o próprio rim estava em boas condições. O médico estava vivamente interessado em conseguir o meu rim, mas eu lhe expliquei que, como uma das testemunhas de Jeová, eu tinha de me apegar ao que a lei de Deus indicava sobre o assunto. Disse-lhe que ele obteria uma resposta franca e cabal ao seu pedido depois de eu ter considerado com a família a Palavra de Deus sobre o assunto.

      Mais tarde, naquele dia, informaram-no de nossa posição bíblica com respeito a carne humana e seu uso, e citamos as passagens relacionadas da Palavra de Deus. Ele me perguntou se eu podia manter uma boa consciência depois de negar meu rim ao paciente jovem dele. Em resposta, eu salientei que meu rim não me pertencia, para poder dá-lo, e que tinha de ser usado em harmonia com a vontade Daquele que o criou. E ele se viu obrigado a admitir que, mesmo com o rim, não podia garantir a sobrevivência de seu paciente. Indiquei-lhe que a vida futura, por meio da ressurreição, de mim mesmo e do jovem paciente dele, dependia da nossa obediência aos princípios de Deus conforme especificados nas Escrituras Sagradas.

      ESTRIBAR-SE EM JEOVÁ

      A seguir veio visitar-me o anestesista. Segundo eu soube, neste hospital, o anestesista tem muita autoridade. Ele pode ordenar uma transfusão de sangue sem consideração de qualquer acordo entre o paciente e o cirurgião. Ele me apresentou um papel para a minha assinatura. Continha um parágrafo em que ele declarava que as minhas convicções religiosas impediam seriamente o exercício de sua habilidade, e que, na sua opinião, eu constituía, assim, um sério risco cirúrgico. Pediu que fosse eximido de toda a responsabilidade no caso de minha morte. Já era tarde e eu não tinha a orientação de meus pais. Estribei-me em Jeová, em oração silenciosa, para ele me ajudar através desta crise. Assinei a declaração.

      Este homem não gostava de ser colocado em plano inferior a Deus, e deixou as suas emoções interferir na rotina correta de serviço. Enquanto eu esperava fora da sala de operações, ouvi-o persuadir os seus colegas a confrontar o meu cirurgião. Novamente me dirigi a Jeová em busca de ajuda. Apareceu então o cirurgião. O que faria ele? Negou-se enfaticamente a violar o seu acordo comigo, declarando que não cabia a ninguém criticar a mim ou a qualquer outra pessoa pelas suas convicções religiosas válidas.

      O anestesista concordou relutantemente em prosseguir. Foi bastante ríspido e áspero para comigo enquanto me aprontava. Começou a atrapalhar-se com procedimentos simples. Ao passo que a sua ira aumentou, seus erros se tornaram mais flagrantes. Por fim, depois de sete erros sérios, numa preparação de rotina, o professor de anestesiologista que o supervisionava interveio e assumiu a tarefa.

      O bom êxito da operação foi dramático. Aconteceu que dentro de dois minutos após a remoção do rim a pressão começou a baixar até se estabelecer no nível normal. Deixei o hospital, mas tive de voltar quando parecia que a pressão aumentava novamente de modo perigoso. Depois de sete dias, comecei a melhorar. Eu sofrera evidentemente uma reação pós-cirúrgica, visto que meu corpo tinha de se ajustar, depois de ter tido um suprimento tão elevado de renina. Nunca me senti melhor na minha vida do que agora, que tudo acabou.

      Desde o meu restabelecimento, tive de aprender novamente muitas coisas. Parece que, durante os últimos três anos, especialmente a minha memória ficou muito prejudicada. Mas que privilégio é gozar novamente das funções normais, e quão feliz me sinto que Jeová me protegeu durante esta experiência provadora! Espero poder arranjar meus assuntos de modo a me tornar pregador de tempo integral do reino prometido de Deus, que trará saúde e paz aos que têm confiança em Jeová.

      Acompanhando-o em louvar a Jeová, prezada co-testemunha,

      D.B.

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