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Há perigo nos amuletos?A Sentinela — 1975 | 1.° de maio
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alguma inclinação para tais coisas detestáveis ou o desejo de alguma coisa material relacionada com elas. Neste caso, não deverá ficar surpreso se repentinamente sentir ataques demoníacos, talvez ouvindo vozes ou sendo seriamente atribulado.
Se tiver tido tais dificuldades, livre-se de tudo de que souber que você ou os membros de sua família tenham aceito dos que se metem no espiritismo. Corte as relações com tais pessoas. Depois disso, peça a Jeová Deus, em nome de Cristo, que lhe dê ajuda e alívio. Se for membro duma congregação das testemunhas de Jeová, dirija-se aos anciãos e obtenha ajuda deles, não como de exorcistas, mas para receber deles conselho e a ajuda de suas orações unidas. — Tia. 5:13-18.
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Por dentro das notíciasA Sentinela — 1975 | 1.° de maio
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Por dentro das notícias
Contraste Entre Palavras e Fatos
● “Nem violência, nem revolução, nem colonialismo em qualquer forma serão os métodos da ação evangelizadora da igreja.” Assim falou o Papa Paulo VI no seu discurso a um Sínodo de Bispos reunido em Roma para considerar a “Evangelização no Mundo Contemporâneo”. Quão bem se harmonizam estas palavras com o registro da própria Igreja?
Conforme notado pelo semanário jesuíta “América” (12 de outubro de 1974) contrastam nitidamente com a encíclica do próprio Paulo VI, em 1967 (“Populorum Progressio” [“O Desenvolvimento dos Povos”]), na qual ele dá a entender uma justificativa da “insurreição revolucionária” em casos “de tirania evidente e prolongada”. Católicos revolucionários na América Latina e em outras regiões tomaram esta declaração como aprovação tácita de seus empenhos de derrubar regimes considerados como tirânicos. Corrige-se agora esta encíclica “infalível”?
O registro secular da “ação evangelizadora” da Igreja, porém, fornece o mais notável contraste com as palavras de Paulo VI. Pois é fortemente marcado pela violência — nas suas cruzadas sangrentas, sua Inquisição e seus batismos em massa de povos nativos, que enfrentavam a morte se negassem a aceitar o cristianismo da marca da Igreja. O colonialismo foi obviamente usado pela Igreja para obter controle sobre vastas áreas da América Latina e da África.
Com bons motivos, o artigo na revista “America” levantou a pergunta sobre se “a própria Igreja, em certas circunstâncias, seja talvez mais um impedimento do que uma ajuda na evangelização ou divulgação do Reino”.
Problema de Cirurgia Cardíaca
● As referências que a Bíblia faz ao coração humano tornam evidente que este desempenha um papel na motivação da pessoa, embora não especifique a maneira exata em que o faz. Portanto, é interessante ler um relatório recente sobre um problema incomum que os especialistas na cirurgia cardíaca têm.
Há uma década atrás, segundo um artigo no “Daily News” de Chicago, quando o aparelho coração-pulmão tornou a cirurgia de coração aberto mais viável, os relatórios mostravam que “muitos pacientes desenvolviam problemas mentais, depois de terem passado algum tempo” ligados ao aparelho. “Sentiam delusões e tinham períodos de ‘devaneio’ quando se sentiam desprendidos da realidade. Alguns tornavam-se delirosos ou paranóicos . . . Ansiedade, alucinações, irritabilidade do ânimo, apatia e depressão eram comuns.” Atualmente, entre 16 a 57 por cento dos pacientes de cirurgia de coração aberto sofrem “aberrações mentais pós-operatórias”, embora esta perturbação psicótica costume desaparecer.
Qualquer grande cirurgia sujeita o paciente a muita tensão e pode causar certa medida de perturbação mental e emocional. Não obstante, há evidência de freqüência e severidade notavelmente maior deste problema quando está envolvido o próprio coração. Uma coisa pelo menos é certa: a passagem do tempo e o aumento do verdadeiro conhecimento demonstrarão de diversos modos que a confiança na Bíblia nunca é mal aplicada.
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