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  • O que significa ser enfermeira
    Despertai! — 1973 | 22 de agosto
    • outra forma, poderiam ter sobrevivido. Tenho observado pacientes que se sentem desconfortáveis tocarem vez após vez a campainha. Mas, as enfermeiras apenas permanecem sentadas em sua mesa e não vão atendê-los. Tudo em que parecem estar interessadas é em fumarem e em seu conforto pessoal.

      Naturalmente, sei que isso não acontece em todos os hospitais. Nem todas as enfermeiras ou médicos são desse jeito. De fato, acho que a maioria deles não são. Mas, há definitivamente uma tendência para com o interesse próprio, ao invés de os interesses do paciente, e tenho ouvido outros médicos e enfermeiras também expressarem surpresa quanto a isso.

      Abortos e Transfusões de Sangue

      Creio que a matança a granel de bebês por nascer nos hospitais de Nova Iorque é apenas outro exemplo da situação agravada atual. O que acontece é tão repulsivo que alguns hospitais da cidade têm dificuldades em conseguir enfermeiras para trabalhar em suas clínicas de aborto.

      A recente lei sobre abortos de Nova Iorque permite um aborto até vinte e quatro semanas depois da concepção, ocasião em que já se reconhece facilmente o feto como criatura humana com partes distintas. Alguns fetos abortados já chegaram até a viver! Mas foi dito às enfermeiras que deixassem outros morrer. Uma enfermeira diplomada escreveu algo interessantíssimo sobre isso numa revista de enfermagem. Disse ela:

      “Deixando de lado as considerações morais, na atualidade o nascituro é considerado por lei como uma pessoa: são-lhe concedidos direitos de herança, de processo legal por danos pré-natais . . . Assim, a mulher não tem mais direito de matar seu filho por nascer do que tem de o surrar, maltratar, ou matar depois do nascimento.” — American Journal of Nursing (Jornal Estadunidense de Enfermagem), dezembro de 1970.

      Na clínica onde trabalho, dezenas de jovens chegam cada semana pedindo abortos. Algumas já tiveram dois abortos, em questão de alguns meses! Acho que os médicos são os principais culpados, pois poderiam recusar fazer abortos em tais jovens. Mas, trata-se dum próspero negócio, e acho que tais médicos estão principalmente interessados no dinheiro. Pessoalmente, nada tenho que ver com abortos; nem sequer a documentação relacionada com eles. Minha consciência não permitiria isso.

      Assumo uma posição similar em relação às transfusões de sangue. Tenho visto pacientes doentes de hepatite devido ao sangue que receberam. Alguns jamais se recuperam. Também, alguns pacientes são mortos pela sobrecarga circulatória e outras reações adversas às transfusões. Assim, ao invés de salvar vidas, sei que as transfusões podem ser mortíferas. Alguns médicos que eu conheço estão começando a usar cada vez menos sangue. Realmente, creio que obedecer à ordem de Deus de ‘abster-se de sangue’ contribuirá para a saúde da pessoa, tanto espiritual como fisicamente. — Atos 15:28, 29.

      O Que a Enfermagem Me Ajudou a Avaliar

      Aprendi muita coisa pela enfermagem. Por um lado, ajudou-me a avaliar quão maravilhosamente feito é o corpo humano. É deveras obra de um Grandioso Criador. Foi logo depois que comecei minha carreira de enfermagem que aconteceu algo que realmente me fez pensar sobre isso.

      Eu trabalhava uma noite na sala de operações em Jamaica quando foi trazida uma menininha por seus pais atemorizados. Ela engolira uma moedinha de meio pêni inglês que ficou presa em sua laringe. Os raios-X revelaram que se formava muco em volta da moeda, e visto que não podia ser extraído pela boca, era necessária uma operação imediata. Mas, quando estávamos prestes a começar, faltou energia. Assim, enquanto eu segurava uma lanterna, o médico prosseguiu com essa operação delicadíssima.

      Enquanto observava, não pude deixar de ficar admirada. Posso lembrar-me de ter pensado nessa ocasião: ‘Veja só esses dedos. São tão peritos! Realmente, não devíamos temer a Deus?’ Por causa dos dedos do médico, dados por Deus, aquela menininha foi salva.

      Mas, amiúde, nada do que os médicos ou as enfermeiras possam fazer consegue manter vivo um paciente. Senti muitas vezes essa sensação de impotência quando a morte exigia outra vítima. Amiúde, ficava pensando: ‘Porque será que as criaturas humanas têm de sofrer e morrer? Será realmente o propósito de Deus que as pessoas morram dessa forma?’

      Sinto-me felicíssima de que me senti movida a procurar uma resposta, e que me ajudaram a apreciar o grandioso propósito de Deus de estabelecer um novo sistema de coisas em que “não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor”. (Rev. 21:3, 4) Como enfermeira, eu aguardo especialmente o cumprimento dessa promessa.

  • Pessoas que se tornam Testemunhas de Jeová
    Despertai! — 1973 | 22 de agosto
    • Pessoas que se tornam Testemunhas de Jeová

      EM CINCO anos, mais de 680.000 pessoas foram batizadas pelas testemunhas de Jeová. No ano passado apenas, mais de 163.000 pessoas foram batizadas, 15.512 apenas nas Assembléias “Regência Divina” nos EUA, e 4.024 no Brasil em 1972/73. Quem são estas pessoas que se tornam testemunhas de Jeová?

      ✔ Acham-se incluídas pessoas idosas. Na assembléia de Santa Rosa, Califórnia, um senhor de noventa e seis anos foi batizado. Em muitas ocasiões ficava com as revistas A Sentinela e Despertai! das Testemunhas. Daí, há dois anos atrás, quando uma Testemunha se ofereceu estudar a Bíblia com ele, ele aceitou. Logo ficou convicto de que por fim havia encontrado a religião verdadeira.

      ✔ Também ex-freiras se tornam testemunhas de Jeová. Uma delas serviu como freira por dezessete anos. Numa carta a seu pastor, datada de maio de 1972, ela explicava: “Esta tem por fim informar-lhe de que desejo ser removida dos arquivos da Igreja Católica. Isto talvez lhe deixe chocado . . . Sei como se regozijou comigo quando entrei para a Visitação há dezessete anos atrás, quando pensei que ser Freira era uma forma verdadeiramente cristã de viver as verdades da Bíblia. Sozinha e frustrada como me sentia muitas vezes, suas visitas anuais sempre foram uma alegria e encorajamento para mim . . .

      “Como sabe, tantas das Irmãs ficaram desiludidas ao tentarmos atualizar nossos costumes e tradições sagrados e favoritos. Não é de admirar que tantas deixem os Conventos, quando descobrimos os motivos tolos por trás de muitas das celebrações milenares!”

      Ela então descreveu para seu pastor como uma das testemunhas de Jeová a desafiou a examinar suas crenças por meio dum estudo bíblico, observando: “Eu quase ri porque eu sabia que tinha todas as respostas. Mas, para minha surpresa, o que ele me mostrou, preto no branco, fez com que eu fosse a meus amigos católicos e aos Sacerdotes e Freiras pedindo que me ajudassem a provar que ele estava errado. . . . Fiquei tão chocada que escrevi a ele, pondo fim ao meu estudo, sem quaisquer intenções de ver de novo uma das testemunhas de Jeová.

      “Eu conversei sobre isso com amigos católicos e minha família, que, diga-se de passagem, ou não freqüentavam a igreja ou eram viciados em tóxicos ou levavam vidas imorais. Cada um deles me mandou ‘ir para casa e simplesmente continuar a ter fé’. Um deles até chegou a dizer: ‘Não me interessa o que a Bíblia diz, de fato — que a maldita Bíblia vá

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