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  • Descobriram a verdade sobre as Testemunhas de Jeová
    A Sentinela — 1969 | 15 de outubro
    • OS CLÉRIGOS TÊM AJUDADO, SEM QUERER

      Tem havido ocasiões em que os esforços dos clérigos, de impedir as testemunhas de Jeová, têm ajudado os opositores a descobrir a verdade sobre elas. Sim, eles, sem querer, têm mostrado aos opositores que as Testemunhas estão ensinando a verdade da Palavra de Deus, a Bíblia. Considere o seguinte caso que se deu em Wisconsin, nos Estados Unidos:

      “Minha esposa era católica devota, tendo freqüentado escolas católicas até à universidade. Quando uma das Testemunhas veio fazer uma visita, conforme prometida, ela saiu correndo da casa. Quando o ministro partiu, ela voltou com aquela atitude de ‘aqui não vai haver outra religião’. Eu tinha de ir ao lar dum vizinho para aprender a Bíblia, e contava à minha esposa o que aprendia. Ela sempre ia contar isso ao sacerdote, e este, por sua vez, se ria e zombava das testemunhas de Jeová. ‘O fim do mundo’, ria-se ele — ‘elas já estão pregando isso por séculos! Algum dia talvez tenham razão!’”

      “Este último comentário fez que minha esposa começasse a pensar e a induziu a insistir com ele para que apresentasse provas de que as Testemunhas estavam erradas. Ele prometeu fazer isso, e deu-lhe alguns livros sobre filosofia. Visto que o nosso estudo teve de ser transferido para a minha casa, pedi que minha esposa convidasse o sacerdote. Ela concordou. Ele não veio, mas ela escutou a nossa palestra, ao passo que esperava pelo sacerdote, e achou-a bastante interessante. Ainda estava decidida a que o sacerdote lhe defendesse a fé, e, por fim, teve de providenciar uma reunião no lar dele.

      “Durante a nossa palestra, ele procurou em vão provar a Trindade, mas os versículos bíblicos provaram o contrário. Quando lhe perguntei sobre João 17:20-22, ele respondeu com face corada: ‘Não estou preparado para responder a isso.’”

      “‘Toda a sua vida tem sido sacerdote [quarenta anos]’, disse eu, ‘e não está preparado. Temos estudado com as testemunhas de Jeová apenas por três meses, mas nós estamos preparados.’

      “Depois veio a verdadeira surpresa. Minha esposa se voltou para o sacerdote e disse: ‘Eu renuncio à sua igreja.’ Decidira isso, apesar de saber que seus parentes se lhe oporiam seriamente.” Sim, ela veio a dar-se conta de quem ensinava a verdade da Bíblia.

      Outro caso em que um clérigo, sem querer, ajudou a alguém a descobrir a verdade sobre as testemunhas de Jeová se deu na Espanha. Um homem começara a estudar a Bíblia com as Testemunhas, mas a esposa dele se opunha vigorosamente a isso, por considerá-las “protestantes”. Ela tentou tudo para impedir que seu marido estudasse com elas. Fez que seus parentes católicos o dissuadissem e ameaçou chamar a polícia quando a Testemunha viesse para estudar. Isto não o impediu, pois ele providenciou estudar com a Testemunha em outro lugar. Ele progrediu rapidamente.

      A esposa ameaçou, então, abandoná-lo e levar consigo os filhos, e ela fez isso. Mas, duas semanas depois voltou. Depois disso, os parentes do homem vieram visitá-lo. Estes também estavam estudando a Bíblia com as Testemunhas e assistindo às suas reuniões na cidade onde moravam. No domingo, todos queriam ir à reunião na comunidade, e persuadiram a esposa a acompanhá-los para descobrir a verdade sobre as Testemunhas. Ela concordou em acompanhá-los.

      Sem que o soubessem, foi naquele dia que o sacerdote local soube onde as Testemunhas realizavam suas reuniões, e ele informara a polícia, para impedi-las. A polícia veio e prendeu a todo o mundo, inclusive a esposa opositora. Ela tentou àrduamente convence-los de que não era uma das testemunhas de Jeová, mas que, de fato, se opunha muito a elas. A polícia achou que estava inventando esta história para evitar ficar presa.

      Ela foi lançada na cadeia junto com as Testemunhas, e, pelo que parece, foi isto que a fêz reconhecer que as testemunhas de Jeová são verdadeiros cristãos e que o sacerdote havia agido de maneira nada cristã. Logo depois que foi solta da cadeia com as Testemunhas, pediu que estudassem a Bíblia com ela e tomou providências para assistir a todas as suas reuniões. Progrediu rapidamente, e em pouco tempo gastava muitas horas por mês ensinando a outros as verdades da Bíblia.

      Sim, quando as pessoas sinceras descobrem a verdade sobre as testemunhas de Jeová, isso influi na sua vida. Querem participar na obra que as Testemunhas estão fazendo atualmente. Muitos dos que antes se opunham aos servos de Deus estão agora nas suas fileiras, regozijando-se com a esperança de adorar o único Deus verdadeiro para sempre numa terra paradísica, em que haverá apenas a religião verdadeira.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1969 | 15 de outubro
    • Perguntas dos Leitores

      • Pode uma mulher que teve um filho natimorto ter razoavelmente a expectativa de que o bebê seja ressuscitado, se ela for fiel a Deus? — J. R., Inglaterra.

      Inicialmente, desejamos dizer que sinceramente compartilhamos dos sentimentos das mulheres que passaram por tal experiência. Reconhecemos que se trata de um evento muito triste, e isso salienta mais uma vez a necessidade da nova ordem de Deus, em que “não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor”. (Rev. 21:4) Somente então se eliminarão tais resultados trágicos da imperfeição humana.

      Quando a mulher concebe um filho, o espermatozóide masculino fecunda o óvulo e se transmite a vida. Segundo o conceito de Deus, o embrião ou o feto vivo, no útero, é considerado uma alma, e, em circunstâncias normais, tornar-se-á com o tempo uma pessoa separada perante Deus. Segundo a lei mosaica, quando um homem feria uma mulher, fazendo-a perder o filho que se desenvolvia no ventre dela, a punição era “alma por alma”. (Êxo. 21:22, 23) Esta é a razão por que, do ponto de vista bíblico, o aborto deliberado é assassinato. — Êxo. 20:13; 1 Ped. 4:15.

      Em alguns casos, porém, alguma doença ou um acidente mata o embrião ou o feto em desenvolvimento, antes de ele se desenvolver plenamente e nascer. Embora as causas diretas de tais abortos involuntários e partos de natimortos sejam muitas, a imperfeição humana é a causa básica. E temos de aguardar que Deus ponha permanentemente fim à imperfeição.

      Que dizer da possibilidade de haver ressurreição em tais casos? Ressurreição subentende voltar novamente à vida. Os exemplos existentes na Bíblia, de pessoas que voltaram novamente à vida humana, indicam que a pessoa retorna à vida com o mesmo grau de desenvolvimento físico e mental que teve por ocasião da morte. (2 Reis 4:17-36; Atos 20:9-12) Aplicando-se isso aos abortos involuntários e aos partos de natimortos, será que é razoável que Jeová, no futuro, introduza novamente no ventre da mulher o embrião parcialmente desenvolvido, ou talvez vários deles? Não, não parece ser assim, nem é provável que as mulheres que passaram por tal experiência realmente o esperem.

      Além disso, a ressurreição é para pessoas que já viveram como indivíduos perante Jeová. Até mesmo uma criança que vive apenas pouco tempo depois do nascimento já existe como pessoa separada. Mas um feto abortado, ou a criança natimorta, embora seja do ponto de vista bíblico considerado como “alma” enquanto se desenvolvia, nunca realmente viveu como indivíduo separado e distinto. Por isso, parece que tais situações não estão incluídas na provisão de ressurreição esboçada na Bíblia. — Atos 24:15.

      Reconhecemos plenamente que este conceito pode ser muito desapontador para alguns. Mas, podemos assegurar a todos que não é apresentado por dureza de coração ou dogmatismo. Antes, respondemos simplesmente de maneira franca e honesta, à base daquilo que encontramos na Palavra de Deus.

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