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  • Bebidas alcoólicas — o que sabe sobre elas?
    Despertai! — 1972 | 8 de agosto
    • mistura em seu estômago que será absorvida mais rápido na corrente sangüínea e terá efeito mais pronunciado sobre ela do que se beber apenas uísque.

      Alguns Riscos

      Ao passo que o abuso de bebidas alcoólicas tem apresentado problemas desde o tempo em que o homem começou a produzi-las, o século vinte trouxe perigos adicionais ao quadro. Um destes é o uso extensivo de aditivos químicos na produção de bebidas alcoólicas. Há cerca de cinco anos atrás, por exemplo, um aditivo químico esteve implicado nas mortes de cinqüenta pessoas que regularmente consumiam considerável quantidade de cerveja. O aditivo era um sal de cobalto. A cerveja fora tratada com este aditivo de modo que se conservasse e mantivesse seu “colarinho” de espuma.

      Apresentando outros riscos há o fato de que muitos usam pílulas ou drogas de forma extensiva. Em inúmeros casos, não se sabe exatamente como certas drogas influem na corrente sangüínea. Isto torna ainda mais difícil determinar que efeito tais drogas têm em combinação com o álcool. Todavia, há perigos. O livro Combined Effects of Alcohol and Other Drugs (Efeitos Combinados do Álcool e Outras Drogas), de Robert B. Forney e Francis W. Hughes, observa:

      “Visto que os barbitúricos de ação rápida são popularíssimos para a indução e extensão do sono noturno, o efeito combinado com álcool poderia induzir uma perigosa e aumentada profundeza de sono. Isto é especialmente arriscado para os incautos. Tais drogas são também usadas em dosagens sub-hipnóticas para produzir a sedação diurna ou são usadas em combinação com analgésicos para ativar estas últimas drogas. Deve-se avisar o paciente a quem se receitou um barbitúrico de ação rápida para provocar o sono ou a sedação diurna sobre o uso concorrente do álcool. Em tais circunstâncias, a dose secativa usual, mais o álcool talvez produza uma adição crítica que resulte na hipnose ou quase hipnose e crie uma condição em potencial cheia de perigos para a pessoa em si e para a sociedade.

      “Inadvertidamente talvez ocorram suicídios pelas combinações de drogas, tais como barbitúricos e álcool. As pessoas inclinadas a tomar remédios e a beber talvez se esqueçam da quantidade de drogas consumidas e inadvertidamente repitam a dose. Antes de dormir, a confusão e a amnésia talvez ocorram, e encoragem a repetição imprudente da dose. Quantidades fatais bem que podem ser consumidas antes que venha a inconsciência e ocorra uma morte não planejada.”

      Cônscio do perigo de beber com imoderação, o cristão que faz uso de bebidas alcoólicas avalia necessidade de precaução. Segue o conselho sábio da Bíblia: “Quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa, fazei todas as coisas para a glória de Deus.” (1 Cor. 10:31) Sim, por causa de sua relação com Deus ser sua principal preocupação, os verdadeiros cristãos compreendem que não podem realmente glorificar a Deus se seus sentidos ficarem confusamente perturbados pelo uso imoderado do álcool.

  • “Realmente nunca se estuda a Bíblia”
    Despertai! — 1972 | 8 de agosto
    • “Realmente nunca se estuda a Bíblia”

      ◆ O Dr. L. M. Muntingh, chefe do departamento de estudos bíblicos da Universidade de Stellenbosch, na África do Sul, comentou a pergunta: “Demoram muito os estudos teológicos?” Em Die Kerkbode (4 de fevereiro de 1970, página 161), a revista oficial eclesiástica para as igrejas Reformadas Holandesas na África do Sul, escreveu:

      “Durante o inteiro curso de sete anos, realmente nunca se estuda a Bíblia, como todo ministro pode testificar. O resultado é que o conhecimento da Bíblia em afrikaans de muito ministro deixa muito a desejar. O resultado é que seu ministério sofre.”

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