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Os minerais em sua alimentaçãoDespertai! — 1970 | 8 de dezembro
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vitais do que seus correspondentes refinados. Mel de cana, mel de abelha, xarope de bordo, açúcar mascavo e frutas secas (tais como passas e abricós, tâmaras e figos) abundam em tais minerais vitais como o cobre e o ferro, que inexistem totalmente no açúcar branco.
É também um fato conhecido que o alimento tomado dos oceanos é mais rico em certos minerais do que o alimento tirado do solo; e, em especial, isto se dá se o solo já é cultivado por gerações a fio e reabastecido apenas de fertilizantes químicos. Isto se aplica não só a peixes e mariscos, mas também à vegetação marítima tal como as algas, que são parte básica da dieta de muitos povos, tais como os japoneses, e que nos países ocidentais se acham disponíveis principalmente em forma de tabletes.
A situação ideal é que a dona de casa se preocupe com tais coisas, visto ser parte de sua obrigação para com a família. Conhecendo os alimentos que são ricos nos minerais necessários, ela pode incluí-los no cardápio de sua família. Ela também pode fazer questão de aprender a preparar legumes cozidos ou crus de forma apetitosa, de modo que sua família prontamente coma mais destes alimentos que são ricos em minerais. O uso criterioso de temperos, cebolas e alho muito podem contribuir para ajudá-la a atingir este objetivo. É também sábio fazer uso de toda “água da panela”, isto é, a água proveniente dos legumes cozidos, pois abunda em minerais.
A “ânsia de doces” da família pode ser satisfeita sem se recorrer ao açúcar branco que, segundo um dos principais nutricionistas da Inglaterra’ “é a única diferença dietética que pode ser encontrada coerentemente entre as pessoas que adquirem moléstias coronárias e as que não as adquirem”. Conforme já foi observado, há muitos alimentos doces que não só são atraentes ao paladar, e que fornecem muita energia, mas que também são muito ricos em minerais valiosos. Em especial, as donas de casa devem aplicar a si mesmas tais sugestões, visto que muitas delas têm os piores hábitos alimentares. Pelo menos é isso que o Departamento de Agricultura dos EUA concluiu, depois de receber respostas de questionários enviados a 14.500 mulheres estadunidenses.
Há também a questão do custo a ser considerada. Na verdade, as frutas, as nozes, os legumes frescos ou congelados, os cogumelos e certos alimentos do mar talvez pareçam ser um tanto custosos. Mas, são realmente custosos quando se considera seu valor nutritivo e que talvez economizem em remédios e em contas médicas? Por outro lado, o uso de amendoins, cereais integrais, batatas assadas, gérmen de trigo, e, especialmente, os legumes tais como as lentilhas e sojas, podem materialmente reduzir a conta da pessoa de carne, em geral o mais custoso item alimentício.
Não há dúvida de que a boa nutrição exige suficientes destes valiosos minerais. Mas, ao mesmo tempo, parece apropriado uma palavra de precaução. Não seria sábio tornar-se “fanático” no que tange a estas coisas, como se o alimento físico da pessoa fosse a coisa mais importante da vida. Não é. Por que não? Porque “o homem tem de viver, não somente de pão, mas de cada pronunciação procedente da boca de Jeová.” — Mat. 4:4.
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‘Não há tempo para se ler a Bíblia’Despertai! — 1970 | 8 de dezembro
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‘Não há tempo para se ler a Bíblia’
● Certa mãe no Arizona, EUA, começou a estudar a Bíblia com as testemunhas de Jeová. Depois de algum tempo, viu-se confrontada pelo seu ministro batista. Tentou usar a Bíblia para apoiar seu conhecimento recém-adquirido, mas o clérigo persistia em dizer: “Isso é apenas uma figura de retórica.” Por fim, ela lhe perguntou se ele sequer cria na Bíblia. Ele retrucou: “A pessoa já não tem mais tempo para ler a Bíblia!” Daí, foi-se embora.
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