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    A Sentinela — 1971 | 1.° de fevereiro
    • nossas orações a Deus, não de modo formal ou mecânico, mas expressando francamente nossos sentimentos, nossas necessidades, nossa preocupação com os outros, nossas esperanças e nosso amor a Ele.

      Tampouco devemos considerar este ser “aperfeiçoado no amor” como um alvo quase impossível de se alcançar. Raras vezes se quer dizer ‘perfeição’ em sentido absoluto; usualmente é em sentido relativo. Quando Paulo escreveu aos cristãos coríntios, “não vos torneis criancinhas na capacidade de entendimento, . . . contudo, ficai plenamente desenvolvidos na capacidade de entendimento”, ele não estabeleceu um alvo além do alcance de qualquer um em toda a congregação. (1 Cor. 14:20) A palavra grega (téleioi) para “plenamente desenvolvidos”, que ele usa neste texto, é a mesma palavra (no gênero masculino) que a palavra (que em grego é no gênero feminino) para “perfeito” (teléia) que João usou em 1 João 4:18. Portanto, sermos “aperfeiçoados no amor” significa que o amor de Deus em nós não fica num estado subdesenvolvido e inacabado, mas enche nosso coração e nos move a fazer a vontade dele de todo o coração.

      ● Aceita a Sociedade Torre de Vigia desafios para debater publicamente a qualidade bíblica dos diversos ensinos religiosos? — J. P., E. U. A.

      Cristo Jesus é recomendado como tendo-nos ‘deixado uma norma para seguirmos de perto os seus passos’. Os métodos de pregação que ele usou não incluíam os debates. Quando acontecia que estava na presença dos líderes religiosos oponentes do seu tempo, mantinha palestras com eles, refutando as suas falsidades e defendendo e pregando a verdade da Palavra de Jeová. Mas ele nunca programava de antemão tais reuniões, nem se reunia com outros formalmente para tais. De fato, sobre como tratar os líderes religiosos falsos, ele disse aos seus discípulos: “Deixai-os. Guias cegos é o que eles são. Se, pois, um cego guiar outro cego, ambos cairão numa cova.” Jesus deu o exemplo de como se prega a grupos reunidos em lugares públicos, mas a instrução principal que deu aos seus discípulos se referia à pregação às portas das pessoas. Tomando isto por norma, as testemunhas de Jeová se concentram hoje neste método de pregação, usando ao mesmo tempo os outros métodos adicionais de Jesus e dos apóstolos. — 1 Ped. 2:21; Mat. 15:14; 10:5-15; Atos 5:42; 20:20.

      Usualmente, os que querem um debate estão mais interessados em granjear atenção e publicidade do que em apresentar a verdade. Não é necessariamente a verdade que é aclamada como vitoriosa pelos que ouvem o debate. As multidões nem sempre são racionais. Deixam-se levar pela oratória bombástica e pela eloqüência ostentosa, destinada a incitar mais as emoções do que a mente. Num debate, apresenta-se tanto erro como verdade, e por se estimularem as emoções e os preconceitos pessoais, as conclusões finais de muitos dos ouvintes podem amiúde favorecer o erro. No ambiente tenso do debate, desconsideram-se freqüentemente a razão e a lógica, exceto no caso de alguém que tem o espírito de Jeová. A mente que recebeu treinamento jurídico ou legal consegue separar a emoção e o fato, e avaliar este corretamente, mas os ouvintes, em geral, não discernem isso. Precisa-se de um ambiente mais calmo para se raciocinar sem preconceito. Cada lado costuma pensar que venceu, e muitas vezes aqueles que eram neutros ou indecisos verificam que estão ainda mais confusos depois do debate.

      Para determinar a qualidade bíblica dum ensino temos de recorrer à Bíblia e cotejar calmamente os textos que têm que ver com o assunto em consideração. O local ideal para se fazer isso é o lar, sentando-se os dois ou os poucos envolvidos ao redor duma mesa, com as Bíblias abertas, considerando desapaixonadamente a evidência para ‘certificar-se de todas as coisas; apegar-se ao que é excelente’. (1 Tes. 5:21) Quando alguém está em dúvida sobre uma doutrina, pode fazer que um ministro duma religião que crê nela venha à sua casa e a explique. Na noitinha seguinte, pode ouvir um ministro dum grupo que diz que ela é falsa. Ou ele pode até mesmo querer ter presentes um ministro de cada grupo, na mesma noitinha, e fazer perguntas e ouvir a palestra. Assim é mais provável que a verdade receba atenção calma e cuidadosa, e o mesmo se dará com a falsidade. Os sinceros que honestamente procuram a verdade compreenderão a vantagem deste método, ao passo que os mais interessados numa controvérsia agitada e em obter publicidade clamarão por um debate emocional e oratório.

      Os cristãos não debatem com os que discordam, na sua própria congregação, sabendo que isso pode deteriorar em disputas mesquinhas e em altercações: “Exorto-vos agora, irmãos, que fiqueis de olho nos que causam divisões e motivos para tropeço contra o ensino que aprendestes, e que os eviteis.” Aconselha-se também aos cristãos: “Outrossim, recusa questões tolas e ignorantes, sabendo que produzem lutas. Mas o escravo do Senhor não precisa lutar, porém, precisa ser meigo para com todos, qualificado para ensinar, restringindo-se sob o mal, instruindo com brandura os que não estiverem favoravelmente dispostos, visto que talvez Deus lhes dê arrependimento conduzindo a um conhecimento exato da verdade e eles voltem ao seu próprio juízo, saindo do laço do Diabo, visto que foram apanhados vivos por ele para a vontade deste.” (Rom. 16:17; 2 Tim. 2:23-26) Apesar das promessas anteriores em contrário, os debates podem perder o freio e os participantes que não têm o espírito de Jeová podem perder a brandura, podendo degenerar em altercações impróprias, em rixas e em emocionalismo da parte de tais.

      Por isso, a Sociedade Torre de Vigia não aceita agora o debate como meio da pregação das boas novas do Reino. Um de seus oradores pode ser convidado como orador para falar perante um grupo de outra seita e pode depois responder a perguntas; mas compreende-se de antemão que a sessão não é um debate e que não se permitirá que se torne tal. As gloriosas boas novas merecem uma apresentação condigna, sem clamores tumultuosos de oponentes: “Pois Deus não é Deus de desordem, mas de paz.” — 1 Cor. 14:26-33.

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    A Sentinela — 1971 | 1.° de fevereiro
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      CONCORDAM A CIÊNCIA E A BÍBLIA?

      O conhecimento científico aumenta de ano em ano. De fato, já em poucos anos tornam-se antiquados os compêndios científicos. Os de cem anos atrás podem estar cheios de erros. As declarações sóbrias de ontem podem hoje ser rejeitadas como meras especulações.

      Mas, que dizer da Bíblia, grande parte da qual foi escrita há mais de 3.000 anos? Não sendo realmente um livro científico, é ela antiquada ou atualizada quando toca em assuntos científicos?

      Por que não verifica por si mesmo? Sem dúvida, já deve ter ouvido pessoas dizer: “Ora, a Bíblia está em conflito com a ciência moderna.” Mas provaram realmente que são erradas as passagens em que a Bíblia toca em assuntos científicos?

      Tem o dever para consigo mesmo de saber os fatos. Pode fazer isso com a ajuda do livro esclarecedor É a Bíblia Realmente a Palavra de Deus?, que poderá obter por apenas Cr$ 1,25. As testemunhas de Jeová oferecerão este livro de casa em casa, durante o mês de fevereiro, de modo que o poderá obter delas. Senão, escreva à editora desta revista, e lhe enviaremos o livro porte pago.

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