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  • Será que Jesus realmente ascendeu ao céu?
    Despertai! — 1973 | 22 de março
    • que foi traído: “Pai, glorifica-me . . . com a glória que eu tive junto de ti antes de haver mundo.” (João 17:5) Deus não só respondeu a esta oração, mas também forneceu ainda maior glória a Jesus: “Por esta mesma razão, também, Deus o enalteceu a uma posição superior e lhe deu bondosamente o nome que está acima de todo outro nome, a fim de que, no nome de Jesus, se dobre todo joelho . . . e toda língua reconheça abertamente que Jesus Cristo é Senhor, para a glória de Deus, o Pai.” — Fil. 2:9-11.

      E há motivos ainda mais fortes. Jesus deu seu corpo e sua vida humanos qual sacrifício pelos pecados do homem, mas, a fim de poder aplicar os méritos de tal sacrifício como sumo sacerdote, para que a humanidade pudesse obter o benefício dele, teve de ser ressuscitado dos mortos e ascender ao céu. E, assim, lemos: “Cristo entrou, não num lugar santo feito por mãos . . . mas no próprio céu, para aparecer agora por nós perante a pessoa de Deus.” E, ainda mais: “Se alguém cometer pecado, temos um ajudador junto ao Pai, Jesus Cristo, um justo.” — Heb. 9:24; 1 João 2:1.

      Mais do que isso, para os incontáveis milhões que morreram e que se acham nos túmulos memoriais obterem o benefício do sacrifício resgatador de Cristo, torna-se necessário que sejam ressuscitados dentre os mortos, e Deus concedeu este privilégio a seu Filho. É uma pessoa espiritual dotada de ‘todo poder no céu e na terra’ quem há de realizar esse grande milagre da ressurreição. — João 5:28, 29; Mat. 28:18.

      Ademais, Jesus mencionou continuamente o reino de Deus; com efeito, esse foi o tema de toda a sua pregação. Em sua oração modelar, indicou que o propósito do Reino era santificar o nome de Deus e fazer com que a vontade de Deus seja feita assim na terra como no céu. Para tornar possível o domínio daquele reino sobre a terra, Jesus Cristo e suas hostes angélicas têm primeiro de pôr fim a este perverso sistema de coisas, invisível e visível, o que a Bíblia diz que ele fará em breve. — Mat. 6:9, 10; Rev. 16:14, 16; 19:11-21.

      Ademais, diz-se-nos que “ele tem de reinar até que Deus lhe tenha posto todos os inimigos debaixo dos seus pés. Como último inimigo, a morte há de ser reduzida a nada”. Isso significará que Deus, por meio de Cristo, enxugará toda lágrima dos olhos humanos, que a morte adâmica não mais existirá, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. Tal gloriosa realização do propósito de Jeová Deus com respeito à terra e ao homem só pode ser conseguida por meio de um rei celeste, o Rei celeste, Jesus Cristo. — 1 Cor. 15:25, 26; Rev. 21:4.

      Na verdade, não pode haver dúvida de que a Palavra de Deus torna abundante e explicitamente claro que Jesus Cristo realmente ascendeu ao céu.

  • ‘Falta de credibilidade’ religiosa
    Despertai! — 1973 | 22 de março
    • ‘Falta de credibilidade’ religiosa

      ● Os políticos têm reputação de torcer a verdade. A questão dos ‘Documentos do Pentágono’ em 1971 sublinhou sua ‘falta de credibilidade’. Os jornalistas e publicitários também são culpados de tapeação. É os clérigos? O veterano escritor Louis Cassels, da “United Press International” afirma: “Vez após vez, como repórter que fazia a cobertura de notícias religiosas, tenho comprovado que os porta-vozes eclesiásticos recorrem ao ofuscamento [confusão] deliberado e ao desvirtuamento da verdade, no esforço de manter o público em trevas sobre o que realmente aconteceu em determinada situação.”

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