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  • A Bíblia sobrevive a obstáculos naturais
    Despertai! — 1980 | 22 de abril
    • muito para que cópias desta tradução, chamada de “Septuaginta”, fossem recopiadas e despachadas para os judeus de língua grega pelo mundo inteiro. Era realmente “a Bíblia do povo”. Pois se achava na língua do público em geral, e seu baixo custo, resultante das técnicas editoriais em Alexandria, habilitou muitos adoradores a possuírem seu próprio exemplar pessoal.

      Os Cristãos Primitivos Contribuem Para a Sobrevivência da Bíblia

      O uso das Escrituras Hebraicas pode ser visto pela ação do apóstolo Paulo. “Raciocinou com eles [judeus na sinagoga em Tessalônica] à base das Escrituras, explicando e provando com referências que era necessário que o Cristo sofresse e fosse levantado dentre os mortos.” (Atos 17:2-4) Para ‘provar com referências’, ele destacava várias passagens nas Escrituras Hebraicas, visando firmar uma base verídica para o cristianismo.

      O uso da Bíblia pelos cristãos primitivos, incluindo as Escrituras Gregas Cristãs, recém-escritas, conduziu a uma inovação que revolucionou completamente a indústria do livro. Até aquele tempo, os livros eram feitos em forma de rolo. Isto era excelente para a leitura descansada. Mas os cristãos estavam usando a Bíblia com empenho missionário, para ‘provar com referências’ a base de sua religião. Pode imaginar quão maljeitoso seria encontrar uma referência após outra em rolos que podem ter tido até 11 metros de comprimento!

      Mais ou menos um século antes, os romanos haviam experimentado nova forma de livro, com grossas páginas de couro. O volumoso invento nunca se tornou popular. No entanto, alguém usou esta idéia, mas fez as páginas de finas folhas de papiro. Este códice era ideal para prontas referências. Foi o precursor do formato dos livros atuais. Quem foi o responsável por este sensacional avanço tecnológico? O abalizado Cambridge History of the Bible (História da Bíblia de Cambridge) diz:

      “Alguém concebeu a idéia de fazer um códice, não de pergaminho, mas de papiro. Onde e por quem foi experimentada pela primeira vez a idéia, não o sabemos, mas sabemos que o novo formato está diretamente relacionado com os primeiros dias do cristianismo, e o inventor bem que pode ter sido cristão.”

      Atualmente, então, quando abre um livro, ao contrário de usar um rolo, pode lembrar a zelosa atividade de testemunho dos cristãos, que adotaram o códice como formato de seus livros. Assim, nos séculos inaugurais de nossa Era Comum, a mensagem contida na Bíblia estava bem viva e realmente “operando” no coração de muitos adoradores. Mas tal cena serena não duraria muito tempo, conforme veremos.

  • A Bíblia — vítima de selvagem ataque
    Despertai! — 1980 | 22 de abril
    • A Bíblia — vítima de selvagem ataque

      COMO poderia destruir um livro? De vários modos. Para ilustrar, considere como poderia arruinar um copo de água pura. Pode (1) apanhar uma pedra e despedaçá-lo ou (2) simplesmente acrescentar à água alguma sujeira ou outra impureza, alterando seu conteúdo.

      Uma similar agressão bilateral ameaçou aplicar um golpe fatal à Bíblia. O encarniçado ataque contra o próprio livro combinou-se com tentativas de adulterar seu conteúdo, de alterar sua mensagem. Qualquer destes esforços, se obtivesse sucesso, inutilizaria o livro e provaria que Deus seria incapaz de preservar sua própria Palavra.

      Mas, Por Quê?

      Talvez ache estranho que tenha havido oposição tão intensa à Bíblia. Visto que ela ensina elevada moral e amor, por que alguém iria querer destruí-la? Com freqüência, também, os que desencadearam a maior violência contra a Bíblia afirmavam ter afeição por ela. É quase como se algum poder, mais forte do que a humanidade, estivesse manobrando os assuntos.

      Isto é precisamente o que a Bíblia mostra. Ela identifica uma criatura espiritual iníqua como aquele que faz tudo para impedir que a Palavra de Deus alcance os corações apreciativos. Não há dúvidas de que este opositor de Deus, a saber, Satanás, o Diabo, maquinou a trama inteira para eliminar a Bíblia. — 2 Cor. 4:4.

      Naturalmente, alguns leitores talvez objetem a tais conclusões. Mas o que mais pode explicar a contínua luta, através dos séculos, para impedir ou desencorajar o homem comum de usar a Bíblia e de torná-la uma força viva em sua vida? Nenhum outro livro na história ficou sujeito a tão prolongado ataque furioso.

      Ataque Brutal Durante o Império Romano

      Embora os cristãos fossem perseguidos por Roma já há anos, o primeiro ataque contra seus escritos sagrados veio no ano 303 E.C. O Imperador Diocleciano decretou então

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