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    Despertai! — 1986 | 8 de novembro
    • SOLUÇÕES NA PÁGINA 17

      Soluções horizontais

      1. REMISSÃO

      2. CEFAS

      8. MEME

      9. EPÍSTOLA

      11. LABOR

      12. REDE

      13. REAÍAS

      15. BEL

      16. ELÁ

      18. ANJO

      19. SAM

      21. SETE

      23. EIRA

      25. SAL

      27. PUTE

      28. RUA

      29. MUI

      30. SANSÃO

      32. MACA

      34. NINFA

      35. NISROQUE

      36. DOZE

      37. ÊXODO

      38. RELVOSAS

      Soluções verticais

      2. ESPERANÇA

      3. INSTAMOS

      4. OMAR

      5. CELEBRAR

      6. FÁBULAS

      7. SERAFIM

      10. ORA

      14. SEDEUR

      17. ATENAS

      20. ANTIOQUIA

      22. ESTIMADO

      24. APÓSTOLO

      25. SOMENTE

      26. LAMENTO

      31. AIS

      33. ANER

  • A copa do mundo — apenas um esporte?
    Despertai! — 1986 | 8 de novembro
    • por uma pelota.” Mas o México não estava sozinho em seus devaneios. Observe o que outros declararam:

      O presidente da Argentina, Raúl Alfonsín, considerou o Campeonato Mundial de Futebol “o símbolo duma busca que nos deveria fazer sentir a necessidade de trabalharmos em prol do companheirismo, da paz, [e] da justiça universal”.

      João Havelange, presidente da FIFA (Fédération Internationale de Football Association), a comissão dirigente do futebol, em seu discurso de abertura da Copa, sublinhou o “espírito de companheirismo e de entendimento, tudo para servir ao ideal da paz”.

      Numa mensagem enviada aos participantes da série final de jogos da XIII Copa do Mundo, Javier Pérez de Cuéllar, secretário-geral das Nações Unidas, disse: “Num mundo em que coexistem uma louca corrida armamentista e condições de injustiça, de fome e de necessidade, vocês . . . são convocados a lembrar constantemente a seus líderes a necessidade imperativa de cooperarem, a fim de alcançarmos a paz.”

      Até o Papa João Paulo II disse esperar que a Copa do Mundo favorecesse ‘os relacionamentos e a cooperação pacíficos entre as nações, e promovesse os valores sociais, tais como o entendimento, a lealdade, o espírito de equipe, a fraternidade universal, e — acima de tudo — a paz mundial’.

      Na verdade, muitas nações estiveram unidas, pela televisão via satélite, por um curto período, ao assistir aos jogos finais da Copa do Mundo. Mas, embora unidas em torcer e na excitação, estavam divididas pelo nacionalismo e por intensa competição. Assim, estavam os povos do mundo realmente sendo ‘unidos por uma pelota’?

      Um Sonho Transformado em Realidade?

      Referindo-se à importância social do futebol, Albert Camus, filósofo francês, disse certa vez: “Devo ao futebol os mais verdadeiros conceitos que tenho sobre a moral e as obrigações dos homens.” Embora expressões positivas, tais como “a família universal do futebol”, “jogo limpo” e “espírito esportivo” fossem todas empregadas durante os jogos finais da Copa do Mundo, será que as partidas corresponderam a tais expectativas? Pode o futebol, ou mesmo qualquer outro esporte, realmente trazer paz, unidade e boa moral?

      Pedro Escartín, editor de esportes, comentando a partida México e Paraguai, disse: “Quando um campo de futebol se converte numa babel de violência, do antifutebol, da execução da orientação objetável de que ‘a bola passa, mas o jogador não’, então, imaginar que apenas um homem, sem a colaboração de jogadores e técnicos, possa converter a atmosfera de violência num espetáculo de esportividade e de boas maneiras, é pedir demais.” Acrescentou ele: “Numa partida em que se cometem 77 faltas, pergunto a mim mesmo se o futebol pode ser positivo.” Felizmente, nem todos os jogos foram tão violentos quanto aquele.

      Às vezes, durante os treinos, fecharam-se os portões, até para jornalistas. Por quê? As equipes temiam que espiões de outras seleções tentassem infiltrar-se junto com a imprensa e o público, tentando descobrir algumas de suas táticas de jogo. De acordo com o diário Excelsior, da Cidade do México, “as seleções participantes dos jogos finais da Copa do Mundo, pelo que parece, tornaram-se paranóicas quanto à possível presença de espiões de seus rivais. . . . O total de acusações de espionagem feitas por diferentes delegações poderia encher uma novela de espionagem de John Le Carré”. Isto dificilmente constituía um exemplo duma atmosfera unificadora da paz.

      Em outro comentário, o mesmo diário citava as palavras do papa: “O esporte não basta . . . Com freqüência se transforma em excessiva competição, rivalidade, agressividade, brutalidade, deslealdade, industrialização, e comercialismo.” Este espírito é transmitido às multidões, em cujas faces “pode-se ler a agressividade, a angústia, a ira, a fúria, a tristeza, e, muitas vezes, uma alegria delirante e histérica”. Estes fatores, junto com o nacionalismo cego, com freqüência levaram à violência e a banhos de sangue. E a violência no futebol não é raridade.

      Para evitar tais problemas nos jogos finais da Copa do Mundo de 1986, tomaram-se estritas medidas de segurança. Cerca de 50.000 homens — policiais e soldados — foram mobilizados para manter a ordem. Esquadrões especiais antibombas estavam a postos, para o caso dum ataque terrorista. Havia quatro brigadas altamente treinadas de comandos antiterroristas situados em pontos estratégicos. Quinze policiais da Seção Especial da Scotland Yard, da Inglaterra, garantiam a proteção da seleção inglesa. Guarda-chuvas e outros objetos “perigosos”, que poderiam ser usados num surto de violência, eram confiscados, à medida que o público entrava nos estádios. Serviam-se até mesmo bebidas sem os cubos de gelo. Por quê? Os cubos poderiam ser usados como projetis!

      Se os esportes profissionais não podem sequer estabelecer a paz e a harmonia dentro e fora dos campos, como poderiam ser uma influência duradoura a favor da paz mundial?

      Outra pergunta é: Como deveriam os cristãos sinceros encarar os esportes profissionais? Será que estes representam alguma ameaça para a integridade cristã?

      Como os Esportes o Influenciam?

      Devido ao exercício envolvido, participar em jogos, como os de futebol, podem ter seu valor. Mas como se dá com qualquer outra atividade recreativa, é preciso equilíbrio. Quanto tempo e energia dedica a jogar, ou até a ficar vendo eventos esportivos, quer ao vivo, quer na TV? Será que tal recreação interfere com atividades cristãs mais importantes, tais como reuniões, estudo pessoal, e o ministério? (Filipenses 1:10) A Bíblia aconselha: “Os exercícios físicos são bastante úteis, mas a utilidade da espiritualidade é ilimitada, uma vez que apresenta a recompensa da vida aqui e agora, bem como da vida futura.” — 1 Timóteo 4:8, The Jerusalem Bible.

      O apóstolo Paulo também nos aconselha: “Não fiquemos egotistas, atiçando competição entre uns e outros, invejando-nos uns aos outros.” (Gálatas 5:26) Ao passo que não existe nada de necessariamente errado em o cristão empenhar-se em atividades esportivas com moderação, devemos guardar-nos do espírito competitivo de ganhar a qualquer custo, tão evidente nos esportes profissionais. A competição feroz pode levar à violência. — Filipenses 4:5.

      Citando o escritor Rudyard Kipling, o presidente da Federação Mexicana de Futebol,

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