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    Despertai! — 1980 | 22 de janeiro
    • que o dobro do de cada pessoa em outras nações industriais, quase 21 vezes mais do que as pessoas em países de renda média utilizam, e mais de 210 vezes a energia usada pelas pessoas nos países menos desenvolvidos. E, segundo o Financial Times, de Londres, as importações estadunidenses de petróleo aumentaram em um terço nos últimos quatro anos, ao passo que o Japão, a Alemanha, a França e a Itália realmente reduziram suas importações.

      No ínterim, novo relatório da Escola de Economia de Harvard chamado “Futuro da Energia”, declara que a utilização de energia por parte dos estadunidenses poderia ser reduzida em 40 por cento por meio de numerosas práticas de conservação, inclusive melhor insulação e melhoria da quilometragem dos carros. Muitas delas já estão sendo praticadas em outras nações. Por que não nos EUA? O livro assevera que a conservação é ignorada pelos muitos políticos estadunidenses porque ‘não parece glamourosa’.

      Vida por Baixo do Gelo

      ◆ Poderia qualquer forma de vida sobreviver em água quase congelada abaixo de 5,50 metros de gelo, enquanto recebe menos de um décimo de um por cento da luz da superfície? Sim, segundo mergulhadores da Fundação Nacional de Ciência dos EUA. Recentemente encontraram amplos emaranhados de algas de cor rosa-alaranjada sob a cobertura de gelo de dois lagos de água doce da Antártida. O professor de zoologia, George M. Simmons Jr. admirou-se de que organismos diminutos possam viver “onde há quatro meses de escuridão e quatro meses de crepúsculo, e ainda conseguir fotossintetizar a luz e completar o ciclo dos nutrientes, mantendo incrível ecossistema”. Com efeito, as algas produzem tanto oxigênio que se disse que a água efervescia como uma garrafa aberta de refrigerante gasoso quando os cientistas romperam o gelo.

      Similarmente, no topo do mundo, perto da Baía de Prudhoe, Alasca, EUA, biólogos marinhos encontraram vida sob o grosso gelo ártico onde imaginavam que não podia existir nenhuma. O Dr. David Norton relata que a escura água gelada “pulula com incomum variedade de vida para o Ártico — crustáceos, moluscos, estrelas do mar e peixes”. Também observou que, durante o inverno, quando o leito marinho sob o gelo fica em total escuridão, “vejam só, tais plantas [algas pardas de grande porte, kelp] apresentam um surto anual de crescimento durante este período de escuridão retinta”. Os cientistas não sabem como isto é possível.

      Dedos e Pés Feridos em Discotecas

      ◆ Aos perigos para a vista e a audição, resultantes de chamejantes raios laser e música de discoteca alta demais, adicionaram-se os perigos causados pelas discotecas a outras partes da anatomia. No New England Journal of Medicine (Jornal de Medicina da Nova Inglaterra), os médicos do Hospital da Universidade John Hopkins, em Baltimore, EUA, contam que trataram uma jovem com uma infecção no dedo. Estalar os dedos ao som da música causara uma calosidade que se rompeu e ficou infetada. O Centro de Medicina Esportiva da Universidade Temple descreve nova doença chamada de pé de discoteca. Como resultado das contorções dos pés em sapatos pontudos, de saltos altos, afirma o Dr. Ray Moyer, “podem-se adquirir joanetes, bolhas d’água, problemas com o arco e joelhos doloridos. Algumas pessoas até mesmo quebraram seus saltos pontudos e seus tornozelos ao mesmo tempo”.

      Comparação do Modo de Guiar

      ◆ Segundo recente estudo das mortes no tráfico entre as nações industrializadas, os norte-americanos apresentam as menores taxas de mortes baseadas nas distâncias percorridas, e os turcos a maior. A notícia do Daily Telegraph, de Londres, alista as mortes de norte-americanos como sendo de 3,3 por 161 milhões de quilômetros, ao passo que as mortes de turcos são quase 10 vezes maiores, de 32,2. Os limites de velocidade são os mesmos, de cerca de 90 km/h. As mortes comparativas em rodovias para os outros países, na mesma distância, são de 4 para a Grã-Bretanha, com 113 km/h de limite de velocidade; 4,7 para o Japão, 100 km/h; 6,4 para a Itália, 140 km/h; 7,9 para a República Federal da Alemanha, sem limite de velocidade; 12,9 para a Grécia, 100 km/h; e 22,5 para Portugal, 120 km/h

      “Gays” Estragam Parada Cênica

      ◆ Os homossexuais amiúde contendem que devem ser encarados da mesma forma que os heterossexuais, em suas atividades sexuais. No entanto, é interessante observar que a parada de repouso lindamente cênica de Willamette Falls, perto de West Linn, Oregon, EUA, teve recentemente de ser fechada devido à crassa atividade homossexual que envolvia seus banheiros, mesas de piquenique e área circunvizinha. Numerosas prisões somente divulgaram mais tal localidade, para a qual “ministros religiosos, um diretor duma escola primária, um médico, professores, um engenheiro e um biólogo”, entre outros, afluíram, em busca de abertas atividades sexuais, segundo o Journal de Oregon. Pessoas que vieram utilizar tal local para seu propósito original amiúde tiveram de abandoná-lo, repugnadas. Devido aos custos financeiros e de mão-de-obra, a polícia finalmente decidiu fechar tal local.

      Pais Espancados

      ◆ Tem-se estabelecido claramente que milhões de crianças em todo o mundo são gravemente espancadas e, de outros modos, sofrem maus tratos por parte dos pais. Não é tão bem conhecido o fato de que os pais amiúde são espancados, e, às vezes, com requintes de maldade, pelos seus filhos, a maioria deles adolescentes ou jovens adultos. Nos Estados Unidos, calcula-se que cerca de um em cada 10 filhos agride seus pais. Esse tipo de violência ocorre mais provavelmente nos lares em que um ou ambos os pais abdicaram a autoridade parental. O que torna o problema mais difícil é que a maioria dos pais agredidos pelos filhos não desejam comunicar tal incidente à polícia, mesmo que suas vidas corram perigo. E, quando outrem chama a polícia, os pais com freqüência mentem para proteger seus filhos, bem como a imagem que os pais fazem de si mesmos.

      Cargueiros Nucleares

      ◆ Quantos cargueiros movidos à energia nuclear agora singram os mares? Houve época em que se pensava que seu número aumentaria constantemente. No entanto, hoje em dia, nem sequer um único cargueiro nuclear se acha em serviço ativo. O último foi o Otto Hahn, cargueiro da República Federal da Alemanha. Há vários meses, decidiu-se que o cargueiro de 17.000 toneladas era custoso demais de operar e assim, foi colocado numa doca seca.

      Cidade Grande

      ◆ Recente notícia publicada no Mainichi Daily News, do Japão, estampava a manchete: “Grande Tóquio Agora Tem 27.042.000.” A esfera metropolitana de Tóquio, que inclui as Prefeituras de Tóquio, Saitama, Chiba, e Kanagawa, abrange uma área de 13.403 quilômetros quadrados, um pouco maior do que o Estado de Connecticut, EUA, ou cerca da metade de Alagoas, Brasil. Isto é menos de 4 por cento da inteira área terrestre do Japão, todavia, quase 25 por cento da população do Japão vive ali!

  • Quando ficar doente, quando ficar bom
    Despertai! — 1980 | 22 de janeiro
    • Quando ficar doente, quando ficar bom

      Os professores de Nova Jérsei, EUA, têm um índice de faltas ao trabalho três ou quatro vezes mais alto do que os trabalhadores da indústria privada. Anualmente, isso obriga as escolas públicas a gastar milhões de dólares extras em contratar substitutos. Limita as consecuções dos estudantes. Faz com que os estudantes imitem seus mestres em fazer gazeta. A cidade de Newark gastou, em certo ano, Cr$ 140 milhões com substitutos; a Cidade de Jérsei gastou Cr$ 52,5 milhões. Tudo isto segundo uma pesquisa feita pela Bell Telephone Company de Nova Jérsei. Estranhamente, ou não tão estranhamente, “a maioria das ausências dos professores ocorrem às segundas-feiras, às sextas-feiras, nos dias antes e depois de feriados e nos primeiros dias tépidos da primavera. . . . Houve dois dias, cada mês, quando as faltas dos professores não existiram: nos dias de pagamento”.

      Afligida por tal evidência que indica que os dias em que ficam doentes são amiúde dias de diversão, uma pessoa irada da Universidade de Syracuse respondeu na seção de “Cartas” dos leitores da revista que estampou os resultados da pesquisa. A carta explicava: “A ausência pode ser um mecanismo defensivo. A ‘doença’ em muitas formas não específicas que pode assumir é um modo de reação dum indivíduo a um ambiente desgastante. A ‘doença e o absenteísmo podem ser encarados como fenômeno de retraimento, e não de abandono do dever.” Outro escritor duma carta não podia aceitar tal explanação e ofereceu um remédio: “Existe uma solução muito simples para o alto custo dos mestres que faltam. Paguem-lhes apenas os dias em que trabalharem!”

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